quinta-feira, 10 de março de 2016

Associação de Bruxos faz petição para que Dilma revogue Dia Nacional da Proclamação do Evangelho



A lei que criou o Dia Nacional da Proclamação do Evangelho, sancionada pela presidente Dilma Rousseff (PT) em janeiro, se tornou alvo de uma petição online que pede sua revogação imediata.
A iniciativa partiu de uma entidade que congrega bruxos e pagãos, chamada Associação Brasileira da Arte e Filosofia da Religião Wicca, que alega que a data escolhida é uma ofensa à sua crença, e que a lei em si é uma transgressão ao Estado laico.
“Está aberta no Avaaz uma petição que pede a revogação imediata da lei, sancionada em janeiro por Dilma Rousseff, que institui o dia 31 de outubro como o Dia Nacional da Proclamação do Evangelho. […] A petição, que apresenta como autora a Associação Brasileira da Arte e Filosofia da Religião Wicca — que representa os Wicca, bruxos, pagãos e neopagãos do Brasil — tem 8.600 assinaturas”, informou a jornalista Mariana Alvim, do jornal O Globo. “Para a associação, a lei é uma afronta ao Estado laico e às religiões pagãs, que têm no dia 31 uma data sagrada”, acrescentou.
O projeto de lei foi apresentado em 2003, quando foi proposto pelo ex-deputado federal Neucimar Fraga (PSD-ES). A data escolhida é a mesma em que se celebra a Reforma Protestante, e na justificativa o então parlamentar dizia que “na atual situação do mundo, vivenciamos uma violência generalizada contra a sociedade e uma diversificação de costumes que destroem a instituição mais sagrada que é a família”.
Na ocasião da sanção, Dilma afirmou que doravante, no dia 31 de outubro “dar-se-á ampla divulgação à proclamação do Evangelho, sem qualquer discriminação de credo dentre igrejas cristãs”. Antes da assinatura da presidente, o projeto aprovado pelo Congresso Nacional ficou dois anos engavetado no Palácio do Planalto.
Para o mundo cristão moderno, o dia 31 de outubro tem extrema importância histórica, já que marca o início da Reforma Protestante em 1517, quando o então padre Martinho Lutero, incomodado com a venda de indulgências pela Igreja Católica, colou suas 95 teses na porta da Igreja de Wittenberg, opondo-se a muitas doutrinas da denominação romana e opondo-se ao poder do papa, que à época era absoluto sobre a igreja e muito amplo na sociedade.
Por conta da Reforma Protestante, muitas igrejas hoje históricas foram fundadas, e a própria Igreja Católica reviu boa parte de seus conceitos da época. Das igrejas dissidentes surgiu o movimento cristão chamado evangélico, que orienta inúmeras denominações no Brasil e ao redor do mundo




O SIGNIFICADO DO REI MOMO, e o que ele representa, SATÁNAS UTILIZA-SE DE MITOLOGIA GREGA PARA ENGANAR O POVO.
A mitologia grega trata Momo, filho do Sono e da Noite, como o deus da zombaria, do sarcasmo, da galhofa, do delírio, da irreverência e do achincalhe. Diante do seu costume de criticar e ridicularizar os outros deuses, a divindade maior do Olimpo perdeu a paciência com ele e o despachou para a Terra, onde o divino deportado passou a ser representado por um jovem tirando a máscara e mostrando o rosto zombeteiro, ao mesmo tempo em que sacudia guizos e apresentava o estandarte da folia que era a razão da sua existência.

A coroação de um rei Momo na Terra vem de longa data, pois houve tempo em que na Roma antiga, durante a realização de determinadas festas, o soldado escolhido como o mais belo de todos era quem recebia a coroa de monarca brincalhão, o que lhe dava o direito de comer, beber e brincar até esgotar totalmente suas forças, sem que ninguém o impedisse de fazer coisa alguma. Depois de finda a farra, e ao contrário do que acontece hoje em dia, ele era solenemente levado ao altar do deus Saturno e ali sacrificado com todas as honras que merecia.

A figura de Momo no carnaval brasileiro surgiu em 1933, no Rio de Janeiro, graças a um cronista esportivo do jornal “A Noite” que apresentou aos carnavalescos um boneco feito em papelão e sugeriu sua indicação como comandante da folia. Esse boneco desfilou no centro da cidade, sendo depois colocado em seu trono para presidir de forma simbólica as comemorações daquele ano. Mas como os proprietários do jornal não se contentaram com o resultado conseguido, foi então iniciada uma campanha para escolher um rei de carne e osso, que acabou sendo o muito gordo Moraes Cardoso, responsável pela seção de turfe da empresa jornalística. Após ser vestido como rei e saudado com um “Vive le Roi” pelos seus colegas de redação, o jornalista desfilou pelas ruas da cidade, onde foi saudado com muita serpentina, confete e lança-perfume. Estava criada, assim, a figura do rei Momo, primeiro e único.

Moraes Cardoso reinou absoluto no carnaval carioca até 1948, quando faleceu. Depois, até 1967, seu substituto passou a ser escolhido por entidades carnavalescas e jornalistas, mas em 1968 sua eleição foi oficializada por lei estadual, e em 1988, por lei municipal. O concurso para a escolha do rei Momo, no Rio de Janeiro, tornou-se oficial em 1950, e desde essa época sua realização corresponde a um verdadeiro espetáculo popular.




Comercial de Red Bull faz apologia à teoria da evolução

Não é a primeira vez que a campanha publicitária do energético fala contra a Bíblia
 

Comercial de Red Bull faz apologia à teoria da evolução
A nova campanha do Red Bull trata-se de um vídeo que mostra a evolução do homem, começando como uma bactéria que evolui para um réptil até virar macaco e se tornar um homem.
No momento que o homem da caverna se torna um homem moderno ele passa a consumir a bebida energética e cria asas, slogan do produto.
A teoria da evolução proposta do Darwin se choca com a teoria do criacionismo que credita a Deus a criação da Terra, céu, mar, plantas, animais e a raça humana.
Essa não é a primeira vez que a marca fez um comercial contradizendo a Bíblia, em 2007 um vídeo da bebida chegou a ser proibido na Itália porque trazia um desenho do nascimento de Cristo e junto com os três Reis Magos havia um quarto que queria presentear o menino Jesus com um Red Bull.



Símbolos maçons supostamente aparecem na abertura do programa CQC


A vinheta de abertura do programa CQC, da Band, está chamando atenção pela quantidade de mensagens subliminares que trazem símbolos da maçonaria. Nos 30 segundos do vídeo é possível notar claramente o símbolo de um triângulo com um olho que seria o símbolo do  ”Olho que Tudo Vê”, esse símbolo é interpretado como a representação do olho de Deus observando a humanidade na Maçonaria, ele representa um lembrete de que sempre são observados pelo “Grande Arquiteto do Universo”. Também é possível observar alusões às catástrofes, com imagens de explosões, tempestades e destruição, além de um delta luminoso, um cenário em forma de templo, colunas e um  Pavimento de Mosaico. As imagens da vinheta do programa levantam questões bastante discutidas nos sites sobre a Nova Ordem Mundial e a influência dos Iluminatis na mídia. No site Os Paparazzi, um dos primeiros a notar os símbolos do programa, um funcionário da equipe do CQC respondeu dizendo que as imagens não passam de uma brincadeira e que não tem símbolos maçons. “As vinhetas e abertura do programa são inspiradas no trabalho de um diretor de vídeo clipes! É tudo uma questão de estética. Garanto a vocês que nenhuma pessoa da equipe de criação da produtora, aqui e na Argentina tem a ver com a Maçonaria ou os Iluminatis”, assinou Marcos de Assis que diz que a maioria das pessoas que trabalham na atração é “descrente de religião”.
 Fonte: Gospel Prime

 Bom pessoal isto é uma postagem que mostra a realidade, onde satánas utiliza-se da mídia para operar seu plano maligno neste mundo, mensagens subliminar vamos sempre encontrar em marcas, propagandas, anuncios, filmes, desenhos,imagem e musicas, mas devemos orar a Deus para que esssas tais mensagens não venha nos induzir ou levar para fazer o que não queremos, pois este é o objetivo maior das mensagens subliminares, que Deus tem misséricordia de cada um de nós, vamos entregar a Deus e buscar a Ele de todo coração, o fim esta chegando devemos esta ligados e preparados´para a volta gloriosa de Cristo.

CATEDRAL DAS ASSEMBLÉIA DE DEUS

 EM 

VILA PACHECO DA ROCHA/N.IGUAÇU-RJ.




 10. Os Trabalhadores da Vinha (Mt. 20:1-16) 
Esta parábola foi ensinada por Jesus aos seus discípulos. Isto vemos claramente nos versículos anteriores a parábola, quando Jesus ensina a seus discípulos algumas verdades acerca da entrada no reino (Mt.19:16-30). A parábola foi ensinada pelo fato de Pedro perguntar a Jesus o que ganharia por ter renunciado tudo para segui-lo (Mt.19:27-30)
I – NARRAÇÃO HISTÓRICA 
O proprietário de uma vinha resolveu colher suas uvas, em um determinado dia. Todos os seus servos, que trabalhavam para ele, regularmente durante o ano, saíram para a vinha às seis horas da manhã, enquanto o dono foi até à praça da cidade próxima, ao romper da aurora. Ele precisava encontrar alguns trabalhadores desempregados que estivessem dispostos a trabalhar por dia, pela soma razoável de um denário.
 Bem cedo, entre cinco e seis horas da manhã, alguns homens dispostos a trabalhar já permaneciam pela praça à espera de algum empregador que viesse oferecer-lhe trabalho. O proprietário da vinha falou com os homens, mencionou o pagamento diário de um denário, com o qual todos concordaram e foram levados para uma jornada de trabalho de 10 horas de trabalho.
Nos dias de Jesus, os trabalhadores se consideravam privilegiados ao conseguir um salário. Passar horas ociosas na praça, significava para o trabalhador que ele e sua família teriam que contar com a caridade dos empregadores. Com isso, um dia de trabalho era uma bênção para o trabalhador e sua família.
Enquanto os servos e os novos contratados estão ocupados trabalhando na vinha, o proprietário volta à praça para ver se consegue encontrar mais alguns trabalhadores. São entre oito e nove horas, e muitos estão ainda à toa, na praça. O empregador pergunta-lhes se trabalhariam o resto do dia em sua vinha. Ele não diz quanto vai pagar, mas promete um salário justo. Os trabalhadores conhecendo a reputação do dono da vinha, confiam nele plenamente e sabem que não ficarão desapontados ao fim do dia.
A medida que o trabalho progride, o proprietário calcula o número de horas de trabalho necessário ainda para terminar a tarefa antes que a noite caia. Fica evidente que o proprietário queria fazer a colheita toda naquele único dia. O dono da vinha sabe exatamente quando certas uvas devem ser colhidas.
 Se forem deixadas na videira por mais um ou dois dias acumularão açúcar demais perdendo assim o valor de mercado, pois a grande maioria das uvas eram para fabricação de vinho. Se o dia da colheita cai na sexta-feira, o fazendeiro faz tudo o que pode para conseguir trabalhadores adicionais e completar a tarefa antes do sábado.
Idas à praça próxima se repetem a intervalos regulares, ao meio dia e as três da tarde, com sucesso variado. Ao entardecer, parece que o projeto ainda não estará completo com os empregados já contratados até o cair da noite, ao menos que mais trabalhadores sejam contratados. O proprietário volta a praça as cinco horas e encontra alguns homens por ali. Pergunta por que estão na praça, àquela hora do dia. Eles respondem que ninguém veio contratá-los. O empregador diz: “Ide também vós para a vinha”. Não faz nenhuma menção ao pagamento.
II – OBSERVANDO PONTOS IMPORTANTES DA PARÁBOLA 
a) Na parábola toda o empregador é a figura dominante – Suas atitudes, seus procedimentos são manifestos do inicio até o fim da parábola. 
b) Várias questões surgem a respeito da administração da vinha. Porque o proprietário volta a praça por pelo menos cinco vezes. 
• Madrugada (entre 4 e 5 h. da manhã) – Saiu para assalariar , valor de um denário por dia– vss.1 
Terceira hora (9 h. da manhã) – Valor contratado “vos darei o que é justo” – vss. 3 e 4
 Hora sexta e hora nona ( meio dia e três horas da tarde) – Valor contratado “foi da mesma forma da hora terceira” – “vos darei o que é justo” – vss.
Hora undécima ( 5 h. da tarde) – O valor do contrato aqui não foi estipulado, mais o empregado parece saber que pelo menos no final, mesmo por ter trabalhado somente por uma hora, receberia o proporcional e poderia levar alguma coisa para casa. O empregado confia na reputação do empregador e aceita o serviço e confia na generosidade do dono da vinha. 
c) O empregador observava a norma bíblica de não reter o pagamento do trabalhador diarista –
(Lv.19: 13) - Não oprimirás o teu próximo, nem o roubarás; a paga do jornaleiro não ficará contigo até pela manhã. 
(Dt.24: 14 ) - Não oprimirás o trabalhador pobre e necessitado, seja ele de teus irmãos, ou seja dos estrangeiros que estão na tua terra e dentro das tuas portas.
15 No mesmo dia lhe pagarás o seu salário, e isso antes que o sol se ponha; porquanto é pobre e está contando com isso; para que não clame contra ti ao Senhor, e haja em ti pecado. 
d) A lei da procura e da oferta é sem dúvida observada – Menos trabalhador, aumenta a jornadas de dias de trabalho, mais energia será gasto por cada trabalhador, o rendimento depois de certo tempo de trabalho diminui consideravelmente por ser um trabalho braçal. Contratando-se trabalhadores mais tarde, chegam a vinha mais descansados e com energia para gastar, a colheita mantém um ritmo até o fim, a produção da colheita aumenta e diminui a jornada de trabalho.  
e) O empregador ciente dessas injunções, circunstâncias, dá instruções a seu capataz (chefe de um grupo de trabalhadores braçais) para que pague aos trabalhadores o seu salário. 
A recomendação foi : 
• “Chama os trabalhadores e paga-lhes o salário, começando pelos últimos até os primeiros”. Vs. 8 
III – O PAGAMENTO DOS TRABALHADORES 
• Os da hora undécima ( 5 h. da tarde) – Receberam um denário por uma hora de trabalho – vs.9 – ficaram felizes, contentes e cheios de gratidão por causa da generosidade do dono da vinha. 
Os das 3 h. da tarde, meio dia e das nove da manhã – receberam um denário cada grupo – vs.10 - Se contentaram com o que receberam. A Bíblia não diz que eles fizeram alguma objeção com o capataz e o dono da vinha, tudo indica que ficaram satisfeito pela bondade do dono da vinha. 
• Os contratados a madrugada –Pensavam que receberiam mais do que os últimos contratados. Portanto receberam um denário cada um. A sua indignação manifestou-se imediatamente. 
IV - A MURMURAÇÃO DOS TRABALHADORES DE MADRUGADA 
(Mt. 20:10) - Vindo, então, os primeiros, pensaram que haviam de receber mais; mas do mesmo modo receberam um denário cada um.
11 E ao recebê-lo, murmuravam contra o proprietário, dizendo:
12 Estes últimos trabalharam somente uma hora, e os igualastes a nós, que suportamos a fadiga do dia inteiro e o forte calor. 
V - O EMPREGADOR NÃO SE DEMONSTRA OFENDIDO CHAMA-OS DE AMIGO COM UM TOM AMIGÁVEL 
(Mt.20: 13) - Mas ele, respondendo, disse a um deles: Amigo, não te faço injustiça; não ajustaste comigo um denário?
14 Toma o que é teu, e vai-te; eu quero dar a este último tanto como a ti.
15 Não me é lícito fazer o que quero do que é meu? Ou é mau o teu olho porque eu sou bom?
16 Assim os últimos serão primeiros, e os primeiros serão últimos. 
QUE VEMOS NO TEXTO? 
a) A conotação é de reprovação, mas com tom amigável – VS.13 
b) O fazendeiro se mostra Senhor da situação – Vs.14-15 
c) O trabalhador insatisfeito pode concorrer à justiça, mas não teria êxito, pois as evidências do contrato eram claros: “ tendo ajustado com os trabalhadores a um denário por dia”- vss.2 
d) O empregador não discute, não se explica e nem se justifica. Simplesmente faz a pergunta que o outro tem que responder afirmativamente: “Não combinaste comigo um denário ?” “Não me é lícito fazer o que quero do que é meu ?”. 
e) Se há alguém que sacrificou a parte econômica pela benevolência, este é o proprietário da vinha. Teria sido melhor para ele se tivesse pago a quantia exata merecida. 
f) O dono da vinha é acusado pela sua generosidade. “Ou são mau os teus olhos porque eu sou bom?” Com esta pergunta, o administrador põe à mostra a falsidade dos empregados da madrugada desapontados e demonstra sua bondade e gentileza enquanto eles mostraram inveja a avareza. Eles permanecem cegos à bondade do proprietário até que a máscara que escondia seu descontentamento é removida pela questão: “ou são maus os teus olhos porque eu sou bom?”. 
g) Aqui temos o conceito do mundo e o conceito do reino: No mundo, o conceito é o do que trabalha mais, recebe mais. Isso é justo. Mas no reino de Deus, os princípios do mérito e da capacidade são postos de lado para que a GRAÇA PREVALEÇA. 
VI – AS LIÇÕES DA PARÁBOLA 
a) A graça vale mais do que a justiça imparcial e as práticas lucrativas de negócio. 
b) Ao ensinar a parábola, Jesus mostrou que Deus não trata os homens de acordo com o princípio do mérito, da justiça ou da economia. Deus não está interessado em lucros. Deus não trata o homem na base do “toma lá dá cá”, ou “uma boa ação merece recompensa”. Na graça de Deus não circulam porcentagens, porque “todos temos recebido da sua plenitude, e graça sobre graça”. (Jo.1:16). 
c) A parábola ensina que no reino dos céus a igualdade é a regra. “muitos primeiros serão os últimos” (Mt.19:30) . “Os últimos serão primeiros”( Mt.20:16). Mesmo que o trabalho possa variar, a graça é suficientemente para todos. 
• Todos fomos comprados por preço de sangue
• Todos foram batizados em um só corpo, e este corpo não é dividido
• Todos somos possuidores de um só Senhor
• Todos temos uma só fé
• Todos temos a mesma vestimenta de santidade 
d) Os trabalhadores queixosos podem ser comparados com o irmão mais velho da parábola do Filho pródigo (Lc.15:11-32). Juntos contavam com o comportamento de alguns fariseus que, por causa de seu zelo na observação da lei de Deus, contavam ter um lugar privilegiado no reino de Deus.
e) Esta parábola nunca será aceita por aqueles que querem impor à salvação regras e estipulações feitas pelos homens. No reino dos céus não existe a burocracia humana. A graça de Deus é plena e livre e superior de que qualquer cálculo. 
Essa história retrata um acontecimento comum nos tempos de Jesus: trabalhadores ficavam na praça esperando serem contratados para trabalharem nas lavouras. Eram diaristas que recebiam por jornada de trabalho.Assim, na história que Jesus contou o proprietário da vinha convoca trabalhadores nos diferentes horários do dia. No final, todos recebem o mesmo pagamento, provocando a indignação dos que foram contratados primeiro. 
Há muitas lições sobre o Reino de Deus nessa história. 
1)         Deus está convocando pessoas para trabalharem na sua obra Desde o início da história da humanidade, Deus chama pessoas para trabalharem pra Ele, a fim de que Seus propósitos se cumpram. Deus não faz acepção de pessoas e convoca, indiscriminadamente homens, mulheres, jovens, crianças, adolescentes, ricos, pobres, doutores ou pessoas quase sem instrução.
Enfim, Deus conta com pessoas para que a Sua obra se cumpra aqui na Terra. Ele é o proprietário da vinha que sai em diferentes horas do dia, procurando trabalhadores.Jesus disse que a seara é muito grande, mas há poucos trabalhadores. Por isso oramos e nos empenhamos pra que mais pessoas aceitem o convite pra trabalhar pra Deus. E creia: Vale a pena aceitar essa “proposta de emprego”. Ele é o melhor patrão que alguém pode ter.
2)         Não importa a que horas você foi chamado Na história que Jesus contou alguns foram chamados no início do dia, outros mais tarde e outros pertinho do fim do dia. Há diferentes significados pra essa parte da história. 
Um deles é que não há idade pra servir ao Senhor: alguns foram chamados no comecinho da vida, na infância, outros na adolescência, na juventude, na idade adulta ou até já no finalzinho do dia,numa idade mais avançada.Não importa: se você tem estado “na praça”, ou seja, ainda não está empregado no Reino de Deus, há lugar pra você também.  
A Bíblia traz promessas pra crianças, jovens e velhos. Veja, por exemplo o texto de Joel 2:28: “ E depois disto derramarei do meu Espírito sobre todos os povos.Os seus filhos e as suas filhas profetizarão, os velhos terão sonhos, os jovens terão visões.
 “Veja também a promessa do Salmo 92 pra aqueles que já são mais idosos: “ Mesmo na velhice darão frutos, permanecerão viçosos e verdejantes, para proclamar que o Senhor é justo”Se você é criança, adolescente ou jovem e ouviu o chamado do Senhor, não deixe pra depois,aceite seu convite prontamente. Mas, se você já é adulto ou até mais idoso e só agora foi chamado,alegre-se do mesmo jeito e vá trabalhar na vinha! 
3)         O Reino de Deus é um lugar de trabalho Quando somos chamados para o Reino de Deus, somos chamados para o trabalho. 
Aliás,sempre que Deus chama alguém, Ele o faz para dar uma missão para essa pessoa. A entrada no Reino é pela graça, mediante a fé em Jesus. Mas o Reino é um lugar de trabalho.
Não queira apenas usufruir dos benefícios do Reino sem se envolver, sem trabalhar. A recompensa virá, certamente, mas virá pra aqueles que verdadeiramente se envolverem na obra. 
4)         A recompensa é certa No final da história, os trabalhadores que haviam labutado o dia inteiro se sentem injustiçados porque receberam o mesmo salário dos que foram contratados na última hora. Na verdade, a história não nos mostra um Deus injusto, mas um Deus justo e generoso. 
 Ele pagou o combinado aos primeiros trabalhadores e agiu com justiça e generosidade para com os outros. Deus é bom e retribuirá de maneira justa e generosa a todos os que trabalharem pra Ele. 
No final do capítulo 19 de Mateus, um homem muito rico procura por Jesus, querendo saber como herdar a vida eterna. Jesus lhe responde, mas ele não O segue porque amava mais as suas riquezas do que a Deus.  
Então, Pedro, aproveitando-se dessa situação, pergunta a Jesus: “ Senhor, nós deixamos tudo e te seguimos. 
Qual será a nossa recompensa? “ Jesus não fica indignado com a pergunta de Pedro, não o chama de interesseiro, pelo contrário, lhe dá uma resposta muito satisfatória:“ Todos os que tiverem deixado casas, irmãos, irmãs, pai, mãe, filhos ou campos, por minha causa, receberão cem vezes mais e herdarão a vida eterna.”HÁ GRANDE RECOMPENSA EM SEGUIR A JESUS: RECOMPENSA NESSA VIDA E NAETERNIDADE.
Uma das promessas que mais aguardamos é a promessa da volta de Jesus. Ele prometeu e um dia vai voltar. Os diferentes horários dessa parábola também podem ser entendidos como diferentes épocas da história da igreja. Em todas elas, Deus convocou pessoas pra trabalharem pra Ele. 
Creia: Nós estamos na última hora! A volta de Jesus está muito próxima. Estamos vivendo tempos de oportunidade pra que mais e mais pessoas aceitem o convite e se tornem trabalhadores navinha de Deus. Jesus virá! A recompensa também virá! Mas não para todos. Só para os trabalhadores da sua vinha. Seja um deles!Ministre com amor e autoridade nas vidas dos irmãos.
 Ore com aqueles que querem aceitar o chamado e entrarem pra o Reino do Messias. Ministre nas vidas dos que já são salvos sobre a necessidade de trabalhar na obra, sabendo que o nosso trabalho não é vão no Senhor. Aleluia
VII – A APLICAÇÃO DA PARÁBOLA
a) A parábola é a explicação de (Mt.19:30) 
b) O homem dono de casa, denota a Cristo que é o dono da Igreja 
c) Os trabalhadores denotam os discípulos que foram chamados para o serviço na vinha 
d) A contratação de trabalhadores em diversos horários do dia, diz respeito ao chamado de diversos discípulos no decorrer da história da Igreja até ao arrebatamento para o prêmio (paga) pelos serviços prestados. 
e) O contrato firmado para os empregados foi feito por sangue, e a paga seria certa, veja a especulação de Pedro em (Mt.19:27). 
f) A vinha denota o reino 
g) O denário diz respeito ao galardão que o Senhor ofereceu a Pedro no seu acordo em (Mt.19:27-30) 
h) No vs.3 de Mt.20, mostra pessoas ociosas na praça, isto fala que os que não trabalham no reino de Deus, ficam ociosos no mundo. É um reflexo, uma repercussão. Primeiro se busca o reino e as outras demais coisas serão acrescentadas. O não trabalho no reino deixa as pessoas ociosas no mundo.
i) A praça, representa o mundo.
j) Os diferentes horários que os trabalhadores foram contratados, representa os discípulos que foram salvos no decorrer da história da Igreja 
k) Fora do reino de Deus, nenhum ser humano é empregado por Deus. Se não foi contratado, não esta no reino. O contrato tem que ser firmado. Pacto de sangue. 
l) Mesmo próximo do final, onde o Senhor virá buscar a Igreja, até mesmo na ultima hora, muitas pessoas estão sendo contratadas e igualmente como os primeiros receberão os seus galardões como os primeiros. Os últimos serão os primeiros  

Parábola do Rico e Lázaro







Mais de um leitor do Blog solicitou uma explicação sobre a passagem encontrada em Lucas 16:19-31, conhecida como a "Parábola do Rico e Lázaro".

Esta parábola nada diz das almas imortais que "saem" do corpo depois da morte, como alguns espiritualistas crêem (tanto espíritas, quanto católicos, quanto evangélicos). Além do mais, um princípio fundamental de interpretação bíblica determina que não se pode basear doutrinas sobre parábolas ou alegorias, pois tais históricas são meramente ilustrativas.

Eis aqui algumas razões que impedem tomar os personagens desta parábola de forma literal:

1. Se esta parábola for tomada em forma literal, as Sagradas Escrituras estariam se contradizendo quanto à inconsciência dos mortos até o dia em que ressuscitam (cf. Ecles. 9:5, 6 e 10; João 11:11-14; 5:28-29). Vê-se que o ensino bíblico é de que os mortos não estão no Céu, nem no purgatório, nem no inferno (Atos 2:29 e 34; Jó 3:11-19; 17:13). De modo geral, os cristãos crêem que o Espírito Santo não pode contradizer-se (2Tim. 3:15-17; 2Pedro 1:21), portanto, não podemos considerar a parábola como sendo a expressão literal do tema da morte.

2. Se esta parábola for tomada literalmente também devemos aceitar que o Céu e o inferno estão tão próximos que os salvos e os condenados podem ver-se e ouvir-se. Este seria o maior castigo que poderiam receber todos quantos se salvem, pois estariam vendo e ouvindo seus entes queridos que se perderam em sofrimento. Que absurdo! E tanta gente acredita nesta falácia!
A Bíblia declara abertamente que os maus serão totalmente destruídos (Salmo 37:9 e 20).

3. Se esta parábola for interpretada literalmente, contradiz-se a crença popular de que a alma abandona o corpo no momento da morte, pois na parábola é dito que Lázaro e o rico estão presentes no "pós-morte" com seus próprios corpos físicos, pois se mencionam o “dedo” de um e a “língua” do outro.
Todos sabemos que o corpo permanece na tumba e se desintegra totalmente. Além disso, a sede que sente o rico é própria do corpo, e, afinal de contas, de que serviria um “dedo” molhado “em água” para aliviar os rigores extremos de um fogo verdadeiro? Vê-se que toda a história é recheada de simbologias, alegorias e analogias.

Conclusão

Poderíamos explorar muito mais os detalhes da parábola, mas pelas razões acima já é possível concluir-se que o relato não é literal, e faz parte de uma série de cinco parábolas que Jesus pronunciou (Lucas 15 e 16) para destacar verdades básicas.

Jesus baseou esta parábola numa crença comum entre os judeus, mas contrária às Escrituras, e que havia sido trazida da cultura de Babilônia, Egito e nações circunvizinhas.

Nosso Senhor tomou muito das coisas conhecidas por Seus ouvintes para apresentar Suas
parábolas; uma maneira fácil de chegar ao coração, mas não necessariamente uma
aceitação incondicional do material, e sim um argumento que servia de meio para destacar um ensino.

Por outro lado, os judeus colocavam Abraão acima de Jesus: “Nosso pai é Abraão ... És maior do que o nosso pai Abraão... ?” (João 8:39 e 53; Mateus 3:9). E Jesus põe na boca de Abraão as palavras que este haveria de ter dito em pessoa: “Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tão pouco se deixarão persuadir, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos” (São Lucas 16:29-31).

É comum a Bíblia personificar seres inanimados. Por exemplo: as árvores se reúnem para nomear um rei (Juízes 9:8-15); “O cardo ... mandou dizer ao cedro ... Dá tua filha por mulher a meu filho” (2Reis 14:9); “Porque a pedra clamará da parede, e a trave lhe responderá do madeiramento” (Habacuque 2:11); “Se eles se calarem, as próprias pedras clamarão” (Lucas 10:40; Mateus 3:9; ver Jó 12:7 e 8).

Também devemos tomar estas declarações de forma literal? É óbvio que não!

O objetivo de Jesus não era que os elementos fossem considerados de forma literal, com relação à vida após a morte, mas sim os 2 princípios gerais que se destacam nesta parábola: 

1. Que a recompensa se baseará na conduta adotada enquanto se vive;
2. E que o importante é obedecer à Palavra divina, e não confiar em nossa raça ou origem, nem mesmo sendo carnalmente “filhos de Abraão”.

Mara Maravilha diz que pretende limpar o “estereótipo de evangélica” e retomar carreira artística

Mara Maravilha diz que pretende limpar o “estereótipo de evangélica” e retomar carreira artística images.jpg

A cantora Mara Maravilha, que recentemente participou do reality show A Fazenda e se envolveu em algumas polêmicas, afirmou que pretende refazer sua imagem artística, tentando limpar o “estereótipo de evangélica”.
A declaração foi feita em entrevista ao programa Morning Show, da rádio Jovem Pan FM: “Fiquei com o estereótipo de evangélica. É bom para o meu lado pessoal, mas como artista não é bom na essência […] Quero mais do que nunca mostrar que sou uma artista e que sei me comunicar com o público”, afirmou, em tom de desabafo.
Mara revelou que já tem planos para voltar aos holofotes no próximo ano: “Não priorizei muito televisão [nos últimos anos], fiquei meio alérgica à televisão. Acredito que em 2016 que vai ser propício para voltar para a TV com um produto papo reto. Eu quero a Mara polêmica”, disse.
Os planos, de acordo com a cantora, envolvem fatos relacionados ao seu passado: “O meu grande projeto é estar no teatro, contando histórias dos anos 80, sobre Angélica, Xuxa, Menudo…”. No final dos anos 1980 e começo da década seguinte, Mara foi apresentadora de TV em programas infantis e chegou a posar nua na revista Playboy.
Antes de confirmar sua participação no reality A Fazenda, Mara, 47 anos, havia anunciado que fazia planos de se tornar mãe adotiva. No último domingo, 27 de dezembro, ela participou do programa A Hora do Faro, na TV Record, e reiterou os planos, que deverão ser concretizados ao lado do namorado Gabriel Gomes até o final do primeiro semestre do ano que vem, pois já se sente “emocionalmente grávida”.