sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Catedral das Assembléia de Deus em Vila Pacheco da Rocha-Nova Iguaçu

Comissão aprova definição de família como união entre homem e mulher

Texto foi aprovado com 17 votos favoráveis e cinco contrários

FELIPE MARTINS
Rio - Terminou em bate-boca a reunião da comissão especial da Câmara dos Deputados que aprovou nesta quinta-feira o polêmico projeto do Estatuto da Família. O texto, que define família apenas a união entre homem e mulher, foi aprovado por 17 votos a cinco. Apresentado em caráter terminativo, o estatuto pode seguir direto para a apreciação do Senado, conforme prevê o regimento da Câmara. Mas os deputados contrários à proposta pretendem apresentar recurso para que o projeto também seja votado no plenário da Casa. 
O relatório define políticas públicas nas áreas de saúde, educação e segurança pública, mas exclui destas políticas não apenas as famílias formadas por casais homoafetivos, como qualquer outro modelo de união diferente do “tradicional”. 
Nas mais de cinco horas de sessão, os deputados se exaltaram e bateram-boca. A petista Érika Kokay (DF) afirmou que o projeto “institucionaliza o preconceito e a discriminação”. Ela foi rebatida pelo deputado Takayama (PSC-PR). “Homem com homem não gera, mulher com mulher não gera”. Ativistas pró-LGBTs presentes ficaram revoltados e retrucaram. "Homem com homem não gera, mas cria. Mulher com mulher não gera, mas cria". A deputada Maria do Rosário (PT-RS) disse que o relatório do deputado Diego Garcia (PHS-PR) "dá nojo".


A sessão que aprovou o estatuto durou mais de cinco horas e foi marcada por protestos e bate-bocas
Foto: Agência Câmara

O presidente da Comissão Especial do Estatuto da Família, deputado Sóstenes Cavalcante (PSD-RJ), negou que a proposta seja preconceituosa. "O projeto jamais teve a intenção de afrontar o STF, nem aqueles que acreditam em outras modalidades de familias. Não é espirito da Comissão discutir se o STF está certo. Não vamos acabar com o casamento entre homossexuais, nós não temos esse poder de revogar", garantiu o deputado, que também é pastor da Assembleia de Deus.
Para ele, cabe ao movimento LGBT apresentar um projeto que garanta o reconhecimento da família homoafetiva na Constituição. "O projeto não pode tratar de um modelo que não é reconhecido constitucionalmente. Os ativistas LGBTs sabem disso. A pergunta que eu faço é: Por que até hoje não apresentaram um projeto para alterar a Constituição?", questionou.
Ao defender o projeto o deputado argumenta que o projeto contempla apenas o modelo de família reconhecido na Constituição. “A minha posição como parlamentar é manter a família no modelo constitucional, a família como homem e mulher. Qualquer coisa diferente é inconstitucional até que se vote no Congresso”, disse. 
'Infâmia'
O coordenador do Programa Rio Sem Homofobia do governo do estado, Cláudio Nascimento, definiu como uma infâmia o Estatuto da Família. Ele lamentou que parte dos deputados na Câmara " faça uma ofensiva contra os direitos humanos dos cidadãos LGBTs".
"O que aconteceu hoje (quinta-feira) é uma demonstração de que parte do Congresso Nacional está na contramão da história contemporânea ao não reconhecer que o conceito de família já foi alargado e contextualizado há muito tempo. É uma pena perceber que o Congresso, que poderia ser a casa de todos os brasileiros, ainda nega direitos, trabalha com a segmentação. O que a bancada fundamentalista tenta é uma ditadura, é fascismo. É tentar impor a sua visão de mundo para todos", declarou Nascimento, que lembrou os mais de 30 mil casamentos homoafetivos realizados no país.
Para o coordenador da Ceds (Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual) da Prefeitura do Rio, Carlos Tufvesson, a aprovação do Estatuto da Família é mais um retrocesso de direitos retirados da população LGBT no país. "Como também é um retrocesso a retirada da campanha contra HIV feita especialmente para jovens LGBTs. Como também é um retrocesso a retirada da Comissão de Gênero do Ministério da Saúde. São muitos os retrocessos que acontecem no Brasil e, por causa disso, os índices de crimes de ódio contra os cidadãos e cidadãs LGBTs crescem há oito anos". 

quinta-feira, 24 de setembro de 2015


CATEDRAL DAS ASSEMBLÉIA DE DEUS

EM

VILA PACHECO DA ROCHA-NOVA IGUAÇU



O EXEMPLO DAS CRIANÇAS

"Até a criança se dá a conhecer pelas suas ações, se o que faz é puro e reto." Provérbios 20:11 


A história bíblica mostra a influência que as crianças podem ter para o bem ou para o mal. Por sua vez, a influência que os adultos têm sobre as crianças faz uma diferença muito grande no tipo de adultos que estas vão se tornar. Como é importante que as crianças recebam o preparo correto. 


JESUS CONHECIA E AMAVA AS CRIANÇAS. Adão Eva foram criados como adultos. Mas Jesus nasceu como uma criança dependente. José e Maria deram a Jesus um bom lar em que crescer. Leia Lucas 2:52. Como adulto, Jesus sempre trabalhou para atender às necessidades das crianças. Tendo sido Ele mesmo uma criança, Jesus podia relacionar-Se com os jovens que Lhe traziam. 


"O reino dos céus pertence aos que são semelhantes a elas" (NVI). As mães hebréias trouxeram seus filhos para serem abençoados por Jesus. Os discípulos tentaram afastá-los. Mas Jesus impediu Seus discípulos de fazerem isso. Leia o que Ele lhes disse em Mateus 19:14. As crianças são bons exemplos de quem estará no reino do Céu. 


Os Filhos de Samuel e os de Eli - Contrastes 


Um dos aspectos mais interessantes desta história são os contrastes entre o caráter de Samuel, o filho de Ana, e o caráter de Finéias e Ofni, que eram filhos de Eli. Eli eralíder em Israel. 


Que pecados os dois filhos de Eli cometiam? 1 Sam. 2:12-17, 22 


Os filhos de Eli usavam seu ofício como sacerdotes para satisfazer suas cobiças e paixões. A Bíblia mostra que Eli os reprovava (1 Sam. 2:22-25). Mas a punição de Eli veio muito tarde. O Senhor advertiu Eli de que sobreviria um grande castigo a ele e a sua família por causa de seus filhos. Deus deu a primeira profecia sobre este assunto a Samuel. 


O Senhor castigou Eli pelos pecados de seus filhos. O que este fato revela sobre a responsabilidade de um um pai? Filhos rebeldes sempre são devidos à fraca educação dada pelos pais? Leia 1 Sam. 3:11-14 


Ana trabalhou muito para educar bem Samuel. Ela teve sucesso onde Eli falhou. A Bíblia sugere um dos enganos de Eli. Eli recebeu informações de que os filisteus tomaram a arca de Deus e mataram seus dois filhos. Quando ouviu a notícia da arca de Deus, Eli caiu de seu assento e morreu (1 Sam. 4:17, 18). Eli parecia estar mais preocupado com a arca do que com a morte de seus próprios filhos! Deus precisa vir primeiro, mesmo antes da família. Mas será que Eli estava tão ocupado no serviço de Deus que abandonou seus próprios filhos? 


Samuel se tornou um grande homem de Deus. Mas ele não foi bem na educação de seus próprios filhos (1 Sam. 8:1-3). 


Davi: As Aparências Enganam - 1Sam. 17:49 


Contamos muitas vezes para as crianças a história de Davi e Golias. Mas também existe uma lição para os adultos nesta história. A lição não é apenas sobre a fé, mas sobre prejulgar as pessoas que achamos que não poderiam servir para determinadas tarefas. 


Que queixas certas pessoas tiveram sobre os planos de Davi para combater Golias? 1 Sam. 17:28, 33, 42-44 


Estas reclamações pareciam razoáveis. Mas não devemos depender só da razão quando lidamos com assuntos de fé e de Deus. A razão teria dito que Davi não era a pessoa certa para aceitar uma responsabilidade tão grande. Mas Deus é um Deus de sabedoria e de poder, que pode ir muito além dos limites da razão humana. Não devemos nos surpreender de que Deus ajude as pessoas a realizar coisas que parecem impossíveis. 


Era o ano de 1762. Um menino acabava de completar cinco anos. Naquela manhã, ele ganhou seu primeiro violino. Os amigos do pai do menino se reuniram para tocar violino. O menino queria juntar-se a eles. "Não, filho", disse seu pai. "Você não pode tocar conosco até ter algumas lições." Em prantos, a criança saiu. Mas o pai o chamou de volta. Um de seus amigos, o Sr. Schachtner, insistiu para que o pai deixasse o menino tocar. "Está bem", disse o pai, "mas toque baixinho para ninguém ouvir você." Depois de alguns minutos, todos pararam de tocar, a não ser o menino. Surpresos, todos ouviam em silêncio. Como esse menino podia tocar uma música tão bonita semestudo nem experiência? 


O Sr. Mozart ficou muito surpreso com a habilidade musical do jovem Wolfgang. Precisamos ser cuidadosos em prejulgar a juventude e a inexperiência. 


Os Meninos e as Ursas 


Eliseu havia dedicado a vida ao serviço das necessidades espirituais de sua nação. Mas mesmo quando estava entrando nessa importante missão, um grupo de jovens saiu de Betel para escarnecer dele. As palavras deles, que ele "subisse", mostravam que eles sabiam alguma coisa sobre a ascensão de Elias, um evento solene e sagrado (afinal, não é todo dia que alguém é trasladado sem ver a morte!). Não estando mais Elias entre eles, agora voltaram seus insultos contra Eliseu, desafiando-o zombeteiramente a ser trasladado também. 


O comportamento dos meninos é um resultado de: (1) O diabo: "Satanás inspirou os garotos. Satanás tentou mudar os resultados positivos da trasladação de Elias." - Adaptado de SDA Bible Commentary, vol. 2, pág. 856. (2) Os pais: "Rapazes ímpios, que haviam aprendido com seus pais a desprezar o homem de Deus, seguiram Eliseu, ... zombando."(Primeiros Escritos, pág. 248). 


Como Eliseu respondeu aos meninos? 2 Reis 2:24 


"O terrível juízo que caiu sobre eles era de Deus. Depois disso, Eliseu não teve mais dificuldade em sua missão. Durante cinqüenta anos, entrou e saiu pelos portais de Betel, e andou de uma parte para outra, de cidade em cidade, passando por multidões dos piores e mais rudes jovens ociosos e dissolutos; mas ninguém jamais zombou dele ou fez pouco de suas qualificações como profeta do Altíssimo. Esse único exemplo de terrível severidade no começo de sua carreira foi suficiente para impor respeito durante toda a sua vida." (Testemunhos Para a Igreja, vol. 5, pág. 44). 


Esta história é uma poderosa advertência para as pessoas que dão pouca importância à santidade ou que zombam dos obreiros de Deus. 


A Pequena Serva: Ela Testemunha 2 Reis 5:1-4 


Naamã, um grande líder militar, foi atingido por uma doença repugnante, para a qual ele não podia achar a cura. Mas ali estava uma pequena escrava uma criança levada cativa por seus exércitos vitoriosos, que sabia onde ele poderia obter ajuda. 


Qual foi a sugestão da menina cativa? 2 Reis 5:3 


Pense na incrível confiança que esta menina mostrou no poder de seu Deus, mesmo depois de ter sido levada cativa pelos invasores sírios, uma calamidade que poderia facilmente ter levado a duvidar do poder, e mesmo da existência, do Deus a quem ela servia. Havia riscos envolvidos no conselho da pequena serva? Suponha que, depois de humilhar-se e buscar a ajuda de um "Deus estrangeiro", ele não fosse curado. Como Naamã poderia ter reagido contra a pessoa que lhe tivesse dado indicações erradas? 


A pequena serva falou sobre Deus a Naamã e aos seus associados. Ela também é um símbolo das pessoas que permanecem fiéis e positivas em meio a grandes desgraças.


"Um exército da Síria atacou a nação impotente da pequena menina. Ela foi uma das vítimas, e foi levada para longe, para uma terra estranha. De repente a menina perdeu seu lar, seus pais, seus irmãos e irmãs, suas próprias coisas e sua liberdade. ... A menina fora roubada de tudo o que tinha. Mas ela ainda possuía alguns tesouros. Tinha a auto-estima, que ninguém podia tirar. A vida pode nos aprontar coisas horríveis. ... Mas a menina também sabia por experiência própria que existem tesouros que ninguém pode nos tirar." - Adaptado de Covis G. Chappell, Feminine Faces, págs. 91 e 92. 


Esta criança apegou-se à fé que seus pais lhe ensinaram. O que podia tê-la ajudado a ter a fé e a coragem de falar a Naamã sobre Deus? 


Josias - Ele Governa - 2 Reis 22:1, 2 


Leia 2 Reis 23:25. Josias tinha oito anos quando começou a reinar. Israel nunca teve outro rei como ele. A história quase inteira de seu governo de 31 anos mostra-o tentando remover as influências pagãs e restabelecer a adoração do verdadeiro Deus. 2 Reis 23:3 diz que o rei fez uma promessa com o Senhor para "guardar os Seus mandamentos. ..." 


O que o povo fez a respeito da promessa de Josias a Deus? 2 Reis 23:3


Que costumes pagãos influenciaram Israel? 2 Reis 23:4-12. Como a nação escolhida de Deus podia ter caído tão terrivelmente? 


2 Reis 22 nos conta que "o livro da lei" inspirou Josias a efetuar grandes mudanças. Quando os sacerdotes leram a lei pela primeira vez, Josias "rasgou as suas vestes" (2 Reis 22:11). O povo não estava fazendo o que o Senhor ordenara no livro da lei. O castigo de Deus estava para cair. Seguindo a palavra de Deus, Josias fez grandes mudanças em toda a nação. Sem dúvida, muitas pessoas estavam acostumadas à adoração pagã e não gostaram do que Josias estava fazendo. Mas essas pessoas não podiam impedir Josias de fazer o que era certo. 


As mudanças de Josias não impediram o castigo de Deus. Deus mesmo disse a Josias que as mudanças não ajudariam (2 Reis 22:18-20). Mas isto não impediu Josias de continuar com as mudanças. 


"Naquele momento os discípulos chegaram a Jesus e perguntaram: "Quem é o maior no Reino dos Céus?" Chamando uma criança, colocou-a no meio deles, e disse: "Eu lhes asseguro que, a não ser que vocês se convertam e se tornem como crianças, jamais entrarão no Reino dos Céus. Portanto, quem se faz humilde como esta criança, este é o maior no Reino dos Céus."" (Mateus 18:1-4). 

CATEDRAL DAS ASSEMBLÉIA DE DEUS 

EM

 VILA PACHECO DA ROCHA-NOVA IGUAÇU



Estudo Bíblico sobre família – Problemas de Família Soluções de Deus



TEMA: COMO TER UMA FAMÍLIA FELIZ I
Texto: Salmos 127: 1 e 2 “Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela. Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão que penosamente granjeastes; aos seus amados ele o dá enquanto dormem.”
Pedra Viva, filho na fé!
A família, de modo geral, tem sido alvo de ênfase tanto do mundo secular quanto do mundo cristão e evangélico. Hoje, há uma preocupação com a deterioração da vida familiar. Existe uma estrutura para a família, dentro da vontade de Deus, revelada na Sua Palavra, que impede essa deterioração. A realidade é que, no nosso país em especial, muitas famílias têm se distanciado muito dos padrões divinos, levando a deterioração dos valores cristãos.
Olha o que diz a Palavra do Senhor:  Salmos 36: 1 – 3  “Há no coração do ímpio a voz da transgressão; não há temor de Deus diante de seus olhos. Porque a transgressão o lisonjeia a seus olhos e lhe diz que a sua iniqüidade não há de ser descoberta, nem detestada. As palavras de sua boca são malícia e dolo; abjurou o discernimento e a prática do bem.”
No coração da família ímpia há uma voz da transgressão porque não há temor de Deus diante de seus olhos. Onde não há temor de Deus, implicitamente, há transgressões dos padrões divinos.
Em função disso, nós vemos em nosso país uma verdadeira epidemia de separações, de divórcios, de gravidez na adolescência, perda da autoridade dos pais dentro dos lares, crimes sexuais hediondos, pais alcoólatras, ausência do pai e da mãe na educação dos filhos e a desestabilização da família.
Como Pastor, e como conselheiro familiar, eu, a partir de agora, estarei buscando fundamentos fortes e consistentes, doses de verdades bíblicas, pois é disto que nós precisamos, para que, à luz da verdade bíblica e segundo a Sabedoria de Deus, construamos nossas famílias sobre a Rocha.
Jesus expôs os Seus projetos para a família seja feliz e bem sucedida.
Nós não podemos exigir de Deus  responsabilidades para a manutenção da felicidade da família, se nós não aplicarmos o plano que Ele tem para esta felicidade. Então, meus amados, filhinhos na fé, vamos examinar a vida de algumas famílias bíblicas e viver os seus exemplos positivos.
De acordo com o que lemos no Salmo 127, se Deus não for o Senhor da casa, se os planos da família não forem os do Senhor, em vão trabalham os que a edificam.
Não adianta tentar seguir o que o conselheiro secular diz. Não adianta tentar buscar na terapia de grupo, segundo os conceitos de Freud, para a família, se a Bíblia não for a base desses conselhos.
Nós, os cristãos, que valorizamos a família, temos que conhecer os princípios fundamentais de estabilidade familiar.
Desde o Velho Testamento, o Senhor havia estabelecido bases familiares para o povo de Israel.  Moisés, que foi o legislador do Antigo Pacto, mostrou aquilo que poderia solidificar a família e torná-la bem sucedia.
Daremos os primeiros quatro passos, visando o bem-estar da família.
Quais foram as áreas que Deus incumbiu Moisés de passar às famílias?
Número 1 – A vida em relação a Deus. Nós encontramos isto em: Deuteronômio 6: 1 – 5  “Estes, pois, são os mandamentos, os estatutos e os juízos que mandou o SENHOR, teu Deus, se te ensinassem, para que os cumprisses na terra a que passas para a possuir; para que temas ao SENHOR, teu Deus, e guardes todos os seus estatutos e mandamentos que eu te ordeno, tu, e teu filho, e o filho de teu filho, todos os dias da tua vida; e que teus dias sejam prolongados. Ouve, pois, ó Israel, e atenta em os cumprires, para que bem te suceda, e muito te multipliques na terra que mana leite e mel, como te disse o SENHOR, Deus de teus pais. Ouve, Israel, o SENHOR, nosso Deus, é o único SENHOR. Amarás, pois, o SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força.”
O versículo 5 passa a ser a regra de vida de uma família. Se isto não for a chave, a mola mestra, a alavanca da família, tudo será em vão. O AMOR DE TODO CORAÇÃO.
Este amor que Deus disse com que nós temos que amar, é expresso em alguns valores. Vamos ver o primeiro valor:
1. Toda pessoa que ama Deus com o coração, a alma e força, é uma pessoa temente a Deus. Provérbios  1: 7 “O  temor do SENHOR é o princípio do saber, mas os loucos desprezam a sabedoria e o ensino.”
Quando se ama Deus, dentro de uma família, há temor do Senhor.
2.      A família é sensível à Voz de Deus. Provérbios  1: 33 “Mas o que me der ouvidos habitará seguro, tranqüilo e sem temor do mal.” Dá tu ouvidos ao Senhor.
3.      A família que ama Deus, dentro do seu lar, com todo coração, sua força, sua alma, tem uma vida de obediência. Provérbios  2: 4 – 8  “se buscares a sabedoria como a prata e como a tesouros escondidos a procurares, então, entenderás o temor do SENHOR e acharás o conhecimento de Deus. Porque o SENHOR dá a sabedoria, e da sua boca vem a inteligência e o entendimento. Ele reserva a verdadeira sabedoria para os retos; é escudo para os que caminham na sinceridade, guarda as veredas do juízo e conserva o caminho dos seus santos.”
Estas três áreas são fundamentais. Temor a Deus, ouvido sensível para saber o que Deus está falando… e uma vida de obediência.
Este é o amor que precisa ser vivido e transmitido aos filhos e aos netos, com autenticidade. Lê novamente Deuteronômio  6: 5.
O perigo de não se ter esse amor no coração, e, como conseqüência, não tê-lo na família, é que vivemos num mundo conturbado, cheio de convites enganosos, dos quais, só o amor de Deus pode nos proteger. Vê o que disse Jesus. Mateus  10: 16 “Eis que eu vos envio como ovelhas para o meio de lobos; sede, portanto, prudentes como as serpentes e símplices como as pombas.”
Irmão, não adianta tentar ensinar os filhos, com maus exemplos. Deus quer que nós convençamos nossos filhos pela nossa honestidade, pela nossa palavra, pelo nosso amor, pelos nossos lábios puros.
Deuteronômio  6: 6  “Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração;” Esteja no teu coração a Palavra de Deus. Porque é do coração que procedem as nossas atitudes, o nosso comportamento, o nosso viver voltado para Deus.
Para mim, amar a Deus é levá-Lo a sério. É ser obediente à Sua Voz e à Palavra, é viver a Bíblia. E isto vai fazer com que os filhos amem o Senhor.
Deuteronômio  6: 7  “tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te.”Inculcar é “meter na cabeça”.
Provérbios  6: 20 – 23  “Filho meu, guarda o mandamento de teu pai e não deixes a instrução de tua mãe; ata-os perpetuamente ao teu coração, pendura-os ao pescoço. Quando caminhares, isso te guiará; quando te deitares, te guardará; quando acordares, falará contigo. Porque o mandamento é lâmpada, e a instrução, luz; e as repreensões da disciplina são o caminho da vida;”
O Senhor está dizendo à Igreja: “Vale a pena os pais inculcarem nos filhos, ao deitar, ao levantar, ao andar, em casa, à mesa… porque isto vai ser luz, vai ser lâmpada, instrução, disciplina, caminho da vida para os filhos. É preciso que a família saiba que toda a provisão vem do Senhor. Deve-se ter o hábito de dar graças a Deus pelo dinheiro, alimento, sustento e direção da família.
É preciso que a família cuide da sua relação com Deus. “Amarás, pois, o SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força.” É preciso compreender que a relação com a Palavra deve ser absoluta.
Em relação à Fonte da Provisão da Família, vejamos Deuteronômio  6: 10 – 13  “Havendo-te, pois, o SENHOR, teu Deus, introduzido na terra que, sob juramento, prometeu a teus pais, Abraão, Isaque e Jacó, te daria, grandes e boas cidades, que tu não edificaste; e casas cheias de tudo o que é bom, casas que não encheste; e poços abertos, que não abriste; vinhais e olivais, que não plantaste; e, quando comeres e te fartares, guarda-te, para que não esqueças o SENHOR, que te tirou da terra do Egito, da casa da servidão. O SENHOR, teu Deus, temerás, a ele servirás, e, pelo seu nome, jurarás.” Assim, diariamente, a família precisa estar em unidade.
Se tu te esqueceres de que foi Deus quem te deu tudo, isto te leva à indiferença. Só o temor do Senhor nos preserva desse erro. A Gratidão, irmão, é uma coisa muito linda. Sê fiel no pouco, mas, quando chegares no muito, continua sendo fiel.
Todas as famílias precisam de honrar a fonte de toda bênção – Senhor Jesus. Não tenha vergonha da tua esposa. Não tenha vergonha do teu marido, nem dos teus filhos, nem de teus pais. Fala de Deus, convence-os da Palavra.
Muito cuidado com o que se diz, às vezes, à mesa, ao lado dos filhos. Saibas que a desgraça da família, às vezes, começa em torno da mesa.
Deuteronômio  6: 20 – 25 “Quando teu filho, no futuro, te perguntar, dizendo: Que significam os testemunhos, e estatutos, e juízos que o SENHOR, nosso Deus, vos ordenou? Então, dirás a teu filho: Éramos servos de Faraó, no Egito; porém o SENHOR de lá nos tirou com poderosa mão. Aos nossos olhos fez o SENHOR sinais e maravilhas, grandes e terríveis, contra o Egito e contra Faraó e toda a sua casa; e dali nos tirou, para nos levar e nos dar a terra que sob juramento prometeu a nossos pais. O SENHOR nos ordenou cumpríssemos todos estes estatutos e temêssemos o SENHOR, nosso Deus, para o nosso perpétuo bem, para nos guardar em vida, como tem feito até hoje. Será por nós justiça, quando tivermos cuidado de cumprir todos estes mandamentos perante o SENHOR, nosso Deus, como nos tem ordenado.”
Quando teu filho te perguntar: “Papai, por que o senhor é crente, dizimista e canta na igreja?” Tu tens a oportunidade de mostrar ao teu filho, a tua esposa ou ao teu marido qual a razão da tua vida. Então tu precisas de ter um testemunho. Nós estávamos no Egito, perdidos. É preciso que a família viva por Fé.
Romanos  1: 17  “visto que a justiça de Deus se revela no evangelho, de fé em fé, como está escrito: O justo viverá por fé.” Dize a toda a tua família, vizinhança, conhecidos que foi Deus quem te tirou do pecado e te assentou em lugares celestiais. Não tenhas vergonha do Evangelho. ELE É O PODER DE DEUS PARA A SALVAÇÃO! Dá bom testemunho sobre a Bondade, sobre o Amor de Deus, a Fidelidade do Senhor!
Eu termino, amado do Senhor, com Provérbios 18: 10  “Torre forte é o nome do SENHOR, à qual o justo se acolhe e está seguro.”
A Torre Forte, o Senhor, está pedindo que a Igreja O ame de todo o coração, que não falte aos cultos, que não deixe de congregar, que não deixe de dizimar, que não deixe de amar, que não deixe de ser fiel à esposa, ao marido, não deixe de ser fiel aos princípios bíblicos. Tu estás seguro. Meu amado, Ele é o único Senhor, é Fiel a todos nós, nos momentos difíceis, nos fracassos, nas vitórias, nos momentos de aparentes derrotas, ou nos de sucesso pessoal.
Eu te garanto e te dou testemunho da minha própria vida., Estou acolhido a este Deus, envolvido com Ele há mais de 25 anos. E estou absolutamente seguro de que nada pode falhar!
Homem de Deus! Mulher de Deus! AMA A DEUS COM TODO O TEU CORAÇÃO, COM A TUA ALMA, COM A TUA FORÇA!
Se tu fizeres isto, então, a tua casa e a tua família estarão sendo edificadas por Deus. Nada será em vão. Tudo será frutífero – BEM SUCEDIDO! Assim seja, assim disse o Senhor.


CATEDRAL DAS ASSEMBLÉIA DE DEUS EM VILA PACHECO DA ROCHA-NOVA IGUAÇU


O Espírito Santo
e missões na igreja primitiva
Atos 1: 1-8

 
O período em que a igreja cristã viveu seu maior crescimento foi o do primeiro século de nossa era. Ali começou
o movimento de missões.
Os oito primeiros capítulos do livro
de Atos dos Apóstolos explicam a razão desse crescimento: os discípulos deveriam estar revestidos de poder,
v. 4, antes de sair para alcançar
as nações com o Evangelho. 

 
Em Atos 1: 8 encontramos a base e a amplitude do plano de Deus para que a igreja executasse missões. Focalizaremos neste artigo a igreja primitiva e a obra missionária.


I - A IGREJA ESTABELECIDA EM JERUSALÉM, Atos 1 a 6

A igreja nasceu em Jerusalém e seus membros se estruturaram para dar continuidade à obra de Jesus. Assim,   três aspectos foram observados por essa igreja:
a) Visão mundial, At 1 - O desafio de Jesus é global, v. 8, e não existe distinção entre missões mundiais, nacionais ou evangelismo local. Todos são vitais e um não pode excluir o outro. Tudo faz parte da grande comissão, Mt 28: 18-20. A partir de então, tornou-se claro para os discípulos que o movimento da igreja não deveria ser apenas em Jerusalém, mas também fora de seus limites.
b) Poder, At 2 - A incumbência que Jesus havia dado aos discípulos de levar o evangelho ao mundo inteiro parecia uma tarefa difícil. E, de fato, teria sido, se o derramar do Espírito Santo não tivesse acontecido, At 2: 1-3. Em poucos dias, aquele grupo de cento e vinte pessoas tornou-se uma multidão de salvos, At 2: 41; 4: 4 e 5: 14.
c) Envolvimento total, At 5 e 6 - A igreja de Jerusalém era uma família, de modo que as necessidades de cada irmão eram supridas e havia cooperação de todos os membros para ajudar os apóstolos, At 6: 1-3. Instituíram o diaconato, escolhendo para tal função homens que deveriam possuir três requisitos básicos: bom testemunho (aspecto social), serem cheios do Espírito Santo (aspecto espiritual) e de sabedoria (aspecto intelectual). Para os apóstolos ficaram reservadas a prática da oração e da pregação da Palavra, At 6: 4. Toda a igreja era, então, completamente envolvida com a obra de Deus.
 

II - A IGREJA ESPALHADA, At 7 a 12

A perseguição foi o instrumento usado por Deus para desaglutinar a igreja de Jerusalém e alcançar outros povos.
a) Jerusalém e Judeia - A igreja inicialmente se concentrou em Jerusalém. Entretanto, Deus estava firme em seu propósito de levar a bênção do Evangelho às outras regiões e, por fim, a todas as nações. Ocorreu então que, com a perseguição vinda diretamente contra a igreja de Jerusalém, os que foram dispersos começaram a pregar em toda parte por onde passavam, At 8: 1, 4 e 5: 11, 19, 20 e 13: 46, 47. Com a morte de Estêvão, At 6 e 7, as testemunhas de Jesus foram espalhadas.
b) Samaria - Felipe prega em Samaria, At 8: 4-8, e em missão transcultural prega ao etíope, um alto oficial da rainha de Candace, que crê e pede para ser batizado naquele mesmo dia, At 8: 26, 28-36 e 39. A história indica que aquele etíope pode ter preparado o caminho para o posterior estabelecimento de milhares de igrejas no longínquo vale do Nilo, na África.
c) Gentio romano - Pedro prega para Cornélio, um centurião romano. Foi difícil para Pedro, ainda que cheio do Espírito Santo, aceitar a conversão de um gentio. Mas, após uma visão, entendeu que Deus não faz acepção de pessoas, At 10: 9, 23, 34 e 35
d) “até os confins da terra” - Saulo, escolhido por Deus para levar a mensagem aos gentios, At 9: 15, 16, cumpre com êxito a sua tarefa. Em pouco mais de dez anos, e em três viagens missionárias, ele estabelece a igreja em quatro províncias do Império Romano: Galácia, Macedônia, Acaia e Ásia, At 13: 2, 14: 28, 15: 40, 18: 23 e 21: 17.
 

III - A IGREJA ENVIANDO, At 13 e 14

A expressão “...até os confins da terra” já não parecia uma utopia; tornou-se realidade. A Igreja de Antioquia foi a primeira no envio de missionários. Podemos aprender muito através de seu exemplo:
a) Colaboração, At 13: 1-3 - Em Antioquia, temos o verdadeiro início de missões. Naquela igreja havia profetas e mestres: Lúcio de Cirene, Simão Níger, Manaém, Saulo e Barnabé, v. 1. Nenhum deles era natural de Antioquia; todos eram estrangeiros. Numa reunião de oração, em Antioquia, quando a igreja estava orando e jejuando, Deus separou dois deles para a obra missionária. Os três que ficaram podem ser chamados de colaboradores. Eles representam a igreja que ficou na retaguarda. Os dois que foram enviados representam os missionários. Notemos que eles foram enviados por Deus e pela igreja, vv. 2 e 3.
b) Comunicação, At 14: 27, 28 - Paulo e Barnabé seguem em frente, sempre dando relatórios de seu trabalho à igreja que ficou na retaguarda, orando e sustentando-os com suas ofertas. Por onde passaram, deixaram a semente da Palavra e outros irmãos foram também chamados a colaborar. Assim, a obra cresceu ao ponto de Paulo poder dizer que o evangelho fora pregado a toda a criatura debaixo do céu, Cl 1: 23.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015




O Fruto do Espirito Santo

Através do Fruto do Espírito Santo o caráter de Cristo é novamente formado no homem. O pecado afetou consideravelmente imagem de Deus em nós levando-nos a produzir as obras da carne. (Efésios 2.2,3; Gálatas 5.19-21) Entretanto através do novo nascimento, Cristo é novamente formado em nós e assim somos transformados constantemente de glória em glória, crescendo na graça e no conhecimento de Jesus Cristo. (2 Co 3.17,18) A manifestação do fruto do Espírito Santo diz respeito à nossa santificação. (separação do pecado e consagração a Deus) É através da manifestação do fruto do Espírito Santo que a maturidade espiritual torna-se perceptível. Qualquer novo convertido pode manifestar fruto do Espírito Santo se a sua conversão for realmente autêntica.
Na Bíblia, em João 15.1,2 Jesus se expressou assim: “Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador. Toda a vara em mim, que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto.” Ele usou a metáfora da videira para comunicar a necessidade de um relacionamento vital entre ele e o crente a fim de que haja a produção do fruto Espírito Santo. Esta é a maneira que evidencia que somos discípulos de Cristo. (Mt 7.16; 5.13-16) É através do fruto do Espírito Santo que Deus é glorificado em nossa vida, e assim muitos são abençoadas através de nosso bom testemunho. (João 15.8) A Bíblia declara que o fruto do Espírito Santo é o amor, o qual foi derramado por Deus em nossos corações (Rm 5.5) Lendo em Gálatas 5.22 verificamos que o fruto do Espírito pode se apresentar de 9 formas distintas:
  1. o fruto do espírito santoAmor(gr. ágape) – É o amor divino para com a humanidade perdida. (Jo 3.16) É um amor imutável, sacrificial, espontâneo e que nos leva a amar até os próprios inimigos. (Mt 5.46,48)
  2. Alegria (gozo)– é o amor exultante. É uma alegria constante na vida do crente, decorrente de seu bem-estar com Deus. Este amo se manifesta inclusive nas tribulações. (2 Co 7.4; At 13.52)
  3. Paz– A paz é o amor em repouso. É uma tranqüilidade íntima e perfeita, independente das circunstâncias. Podemos desfrutar da paz em três sentidos: Paz com Deus (Rm 5.1; Cl 3.15); paz com o próximo (Rm 12.18; Hb 12.14) e a paz interior. A paz que guarda nossos corações e os nossos sentimentos em Cristo Jesus. (Fp 4.7) Os ímpios não tem paz! (Is 48.22)
  4. Longanimidade (paciência)– É o amor que suporta a falta de cortesia e amabilidade por parte dos outros. (Ef 4.2; 2 Co 6.4) É a paciência de forma contínua. Paulo reconheceu a paciência de Jesus Cristo para com ele. (1Tm 1.16) Em 2 Coríntios 6.4-6 Paulo fala da muita paciência.
  5. Benignidade –É uma forma de amor compassivo e misericordioso. É a virtude que nos dá condições de sermos gentis para com os outros, expressando ternura, compaixão e brandura. A benignidade de Deus na vida de Paulo impediu de o carcereiro de Filipos de suicidar-se. (Atos 16.24-34)
  6. Bondade –É a prática do bem, o amor em ação. É ser uma bênção para os outros. (Rm 15.14) e alcança o favor de Deus (Pv 12.2). É o amor generoso e caridoso. Se antes fazíamos o mal agora Cristo nos capacita para sermos bons para com todos.
  7. Fé –Não é apenas crer e confiar. É também ser fiel e honesto, pois Deus é fiel. (1 Co 1.9) Através desta virtude o crente se mantém fiel ao Senhor em quaisquer circunstâncias. Descobrimos se temos esta qualidade quando somos desafiados à infidelidade. É o amor em sua fidelidade a Deus. (1 Pe 1.6,7)
  8. Mansidão –Virtude que nos torna pacíficos, com serenidade e brandura diante de situações irritantes, perturbadora e desagradáveis. Antes éramos agressivos e nos irritávamos com qualquer coisa que nos contrariava. Jesus falou para aprendermos a mansidão com ele. (Mt 11.29). Ele se conservou manso diante de seu traidor. (1 Pe 2.21-23), e curou a orelha do servo do sumo sacerdote que fazia parte dos que tinham ido prendê-lo. (Lc 22.51) É o amor submisso a Deus.
  9. Temperança (Domínio próprio)– Deus respeita o nosso livre arbítrio e por isso não nos domina, mas nos guia na verdade. Além da orientação do Espírito Santo contamos com o domínio próprio que atua como um freio contra as paixões da carne as quais vão contra os propósitos de Deus para nossa vida. De vez em quando somos tentados, velhas paixões e coisas ilícitas podem bater à porta de nosso coração (1 Co 10.13 ;2 Pe 2.9) mas através dessa virtude o crente avalia e reconhece que a vontade de Deus é mais importante e assim ele é vitorioso. (Mt 10.37-39). É o domínio próprio que nos aperfeiçoa em santidade, por isso precisamos cultivá-lo (1 Co 6.12; 9.25) É o amor disciplinar de Deus. O domínio próprio envolve todas as áreas de nossa vida: os pensamentos, palavras e atos.
Conclusão: A Bíblia fala de diferentes níveis de frutificação: fruto (Jo 15.2a); mais fruto (Jo 15.2b); muito fruto (Jo 15.5,8) e o fruto permanente (João 15.16) Todos nós que já possuímos uma aliança com Deus fomos designados para darmos o fruto do Espírito Santo afim de que sejamos espirituais e não mais carnais. O caminho para a frutificação é ser sensível à voz do Espírito Santo em nosso interior. É Ele quem nos impulsiona a buscar a plena vontade de Deus para nossa sua vida. (Rm 12.1-2; 2 Co 7.1) Por sua vez a busca pela vontade de Deus envolverá o exercício de nossa fé (fidelidade) e esta opera a maturidade. (Hb 5.14)

Uma pessoa madura na fé experimenta o melhor de Deus, as coisas excelentes. Em Efésios 5.9,10 lemos: “Porque o fruto do Espírito está em toda a bondade, e justiça e verdade; aprovando o que é agradável ao Senhor. (Efésios 5.9,10). Vejamos a oração de Paulo pelos filipenses: “E peço isto: que o vosso amor cresça mais e mais em ciência e em todo o conhecimento, Para que aproveis as coisas excelentes, para que sejais sinceros, e sem escândalo algum até ao dia de Cristo; Cheios dos frutos de justiça, que são por Jesus Cristo, para glória e louvor de Deus.” (Filipenses 1.9-11) Este é o plano de Deus para a restauração do homem a fim de que este venha a cumprir o propósito para o qual foi criado: glorificar a Cristo.
“Por esta razão, pois, te admoesto que reavives o dom de Deus que há em ti pela imposição das minhas mãos.” (2 Timóteo 1.6)