sexta-feira, 29 de abril de 2022
Estudo Bíblico Campo de Guerra Espiritual
Efésios 6.10-18
INTRODUÇÃO
Quanto a essa matéria há dois perigos, dois extremos, ambos nocivos à vida da igreja:
a. SUBESTIMAR O INIMIGO
b. SUPERESTIMAR O INIMIGO
Dito isso, convém começar nossa exposição sabendo já duas coisas:
1. CONTRA QUEM É NOSSA LUTA
1.1. Quem não é o inimigo
1.2. Quem é o inimigo
2. AS ESTRATÉGIAS DO DIABO
Você está no caminho estreito ou no caminho largo. Você está indo para o céu, ou para o inferno. Não há meio-termo.
Sendo assim, precisamos conhecer as principais estratégias que o inimigo, usa contra o povo de Deus.
2.1. Servir a Deus sem sair do Egito
2.2. Saia do Egito, mas fique por perto
O diabo vai fazer de tudo para mantê-lo perto do Egito, mostrando-lhe todos os brilhos multicores e policromáticos do pecado. Ele vai encher os seus olhos com as atrações mais encantadoras. A única coisa que ele não lhe mostrará é o salário do pecado, a morte. Ele não quer vê-lo saindo do Egito com determinação para assumir um compromisso de andar com Deus em novidade de vida.
2.3. Saia do Egito, mas deixe os seus filhos
A coisa que mais perturba o diabo é ver a família unida, servindo a Deus. Ele não gosta de ver lares no altar de Deus. Ele emprega todos os seus métodos todos e todos os seus esforços para atacar a unidade da família. Veja essa cilada do diabo configurada na proposta de Faraó a Moisés em Êxodo 10.10,11. Ele abre mão das pessoas maduras, vividas, desde que possa investir nas crianças e nos jovens, retendo-os no Egito. É importante ressaltar que esse laço tem mantido muitos crentes presos. Hoje há uma orquestração concentrada na derrocada dos jovens e das crianças. O diabo emprega todas as suas armas e utiliza todo o seu terrível arsenal para torpedear a família, visando a atingir principalmente os jovens e as crianças.
2.4. Saia do Egito, mas deixe o dinheiro.
Moisés porém, não aceitou a exigência de Faraó, pois tudo o que somos e temos precisa estar a serviço de Deus. Foi assim que Moisés entendeu e foi assim que ele disse a Faraó: Nem uma unha ficará no Egito (Êx 10.26). Para Moisés, servir a Deus exige um rompimento total com o mundo. Não podemos deixar nada para trás. Não podemos servir a Deus com o coração dividido.
Nosso Deus merece o melhor. Merece tudo o que somos e temos. Tudo deve estar no seu altar e no seu serviço.
CONCLUSÃO
Você não pode viver hoje com os triunfos da vitória do passado. Ontem você colheu vitória, mas hoje, se não vigiar, pode sofrer uma derrota humilhante. Davi matou um leão, triunfou sobre um urso, matou um gigante, venceu exércitos, conquistou glórias e fama, porém, deixou de vigiar um minuto e caiu vergonhosamente no pecado (2 Sm 11).
O segredo da liberdade é a constante vigilância. Nosso adversário não dorme nem tira férias. Precisamos estar atentos a todo instante, pois a luta continua enquanto aqui vivemos.
O Avivamento Que A Igreja Precisa
Avivamento não é emocionalismo momentâneo produzido pelos evangelistas, onde a duração é até a saída do mesmo para anunciar as Boas Novas em outra cidade.
Avivamento é o estado constante da igreja, abrasada pelo glorioso fogo do Espírito Santo (Lev.6:13).
Avivamento não é grandes movimentos e festas de confraternizações, embora épocas como essas sejam propícias para despertamentos espirituais (Jo.7:37).
Avivamento é o constante mover do Espírito na igreja, produzindo vida e energia espiritual (At.4:31).
Avivamento não é animação fantasiosa, promovida por grandes líderes, visando maior arrecadação financeira da igreja.
Avivamento é a busca incessante da igreja, aos dons espirituais e, o anelante desejo de gerar o fruto do Espírito (I Cor.12,Gal.5:22).
Buscamos um avivamento...
...Que traga de volta o Espírito Santo às nossas igrejas, afastado que foi pelo formalismo, hipocrisia e vaidade do povo de Deus (Gen.6:3,I Ts.5:19,Ef.4:30).
...Que traga de volta os crentes aos nossos templos, para voltarem à prática da oração e adoração a Deus (Sal.27:4,84:10,At.1:13;14).
...Que dê à igreja o padrão bíblico de Atos dos Apóstolos, onde em toda a alma havia temor e, e muitos sinais e maravilhas se faziam pelas mãos dos apóstolos (At.2:43).
...Que tome a igreja das mãos de obreiros néscios, insinceros, profanos, caluniadores, divisores, iracundos, vaidosos, infiéis, orgulhosos, sem amor, senhores de si, e que não aceitam a operação de Deus para esse tempo do fim, entregando-a nas mãos de quem de fato e de direito é o Senhor dela: O Espírito de Deus.
...Que faça-nos voltar ao antigo critério de escolha dos obreiros para apascentar o rebanho, onde o próprio Deus fazia a escolha, sem nenhum apadrinhamento e preferência pessoal (At.13:2,9e15).
...Que faça os crentes saírem de quatro paredes, para um evangelismo amplo e irrestrito, antes da volta gloriosa de Jesus (Mat.24:14).
...Que tire os crentes da frente da maléfica programação televisiva, levando-os para uma vida de temor e santidade ao Senhor (Sal.131:3).
...Que traga arrependimento e confissões de pecados, motivando os crentes a temerem a Deus e evitarem a iniquidade, causa maior da falta de curas e milagres no meio do povo de Deus (Tg.4:9,5:16).
...Que traga de volta os crentes ao primeiro amor e a prática das antigas primeiras obras, negligenciadas e deixadas de lado pela chamada evolução (Ap.2:4e5).
...Que devolva aos obreiros do Senhor, a santa ousadia no falar, apontando e nomeando os pecados, sem rodeios e precauções de perder membros da igreja (At.4:29,13:10,11eMat.3:7a10).
...Que traga de volta os dons espirituais e a divina sabedoria para usá-los corretamente, segundo a sábia revelação e orientação do Espírito de Deus (II Cor.12:31,Rom.12:6a8).
...Que devolva aos nossos jovens aquela força apregoada por João, e que foi perdida pelos desejos sensuais da carne, que ocupou mentes e corações da mocidade (I Jo.2:14,I Sam.16:11).
...Que infunda vida poderosa nos institutos bíblicos e teológicos, mostrando que o poder de Deus não está apenas no papel, mas na vida real dos servos e servas de Deus (At.26:24).
...Que tire da U.T.I. muitas vidas cristãs que agonizam, por faltar alimento sólido, consistente da Palavra de Deus, e por padecerem vitimadas por intoxição alimentar com doutrinas falsas e errôneas (I Tim.4:1).
...Que devolva a nossa Escola Dominical a mesma graça e beleza que tinha nos primórdios da obra pentecostal no Brasil, dando a todos a oportunidade de crescerem e robustecerem-se na fé (Prov.22:28).
...Que devolva aquele santo desejo de tudo ter em comum, repartindo com todos, segundo cada um havia de mister (At.2:44a46).
...Que reacenda o pavio fumegante, tornando a igreja numa grande e gigantesca obra amada por Deus, respeitada por satanás e temida pelos adversários.
quarta-feira, 27 de abril de 2022
O ESTADO BRASILEIRO É LAICO?
É difícil responder à pergunta em termos de “sim” ou “não”. A laicidade não existia no tempo do Império, já foi maior no início do período republicano, pelo menos na educação pública, e é hoje maior do que naquela época na legislação sobre a família. É como a democracia. O Estado brasileiro é hoje mais democrático do que foi em qualquer momento do passado, mas há muito, muito mesmo a fazer para ampliar a democracia. Já houve recuos, mas os avanços prevalecem.
Em suma: o Estado brasileiro não é totalmente laico, mas passa por um processo de laicização.
Na sua formação, o Estado brasileiro nada tinha de laico. A Constituição do Império (1824) foi promulgada por Pedro I “em nome da Santíssima Trindade”. O catolicismo era religião oficial e dominante. As outras religiões, quando toleradas, eram proibidas de promoverem cultos públicos, apenas reuniões em lugares fechados, sem a forma exterior de templo. As práticas religiosas de origem africana eram proibidas, consideradas nada mais do que um caso de polícia, como até há pouco tempo. O clero católico recebia salários do governo, como se fosse formado de funcionários públicos. O Código Penal proibia a divulgação de doutrinas contrárias às “verdades fundamentais da existência de Deus e da imortalidade da alma”. Os professores das instituições públicas eram obrigados a jurarem fidelidade à religião oficial, que fazia parte do currículo das escolas públicas primárias e secundárias. Só os filhos de casamentos realizados na Igreja Católica eram legítimos, todos os outros eram “filhos naturais”. Nos cemitérios públicos, só os católicos podiam ser enterrados. Os outros tinham de se fingir católicos ou procurarem cemitérios particulares, como o “dos ingleses” (evangélicos), no Rio de Janeiro.
A situação de hoje é bem diferente daquela, mas ainda está longe de caracterizar um Estado laico. As sociedades religiosas não pagam impostos (renda, IPTU, ISS, etc) e recebem subsídios financeiros para suas instituições de ensino e assistência social. O ensino religioso faz parte do currículo das escolas públicas, que privilegia o Cristianismo e discrimina outras religiões, assim como discrimina todos os não crentes. Em alguns estados, os professores de ensino religioso são funcionários públicos e recebem salários, configurando apoio financeiro do Estado a religiões, que, aliás, são as credenciadoras do magistério dessa disciplina. Certas sociedades religiosas exercem pressão sobre o Congresso Nacional, dificultando a promulgação de leis no que respeita à pesquisa científica, aos direitos sexuais e reprodutivos. A chantagem religiosa não é incomum nessa área, como a ameaça de excomunhão. Há símbolos religiosos nas repartições públicas, inclusive nos tribunais.
A expressão Estado laico não consta da constituição de 1988, mas parte de seu conteúdo pode ser encontrado nela: entre as interdições à União, aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios, está a de
“Estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-las, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público.”
Assim formulado, o texto constitucional permite associações entre o Estado e instituições religiosas que, se não interdita consciência e crença, privilegia uns credos em detrimento de outros, e, mais ainda, privilegia os crentes diante dos não crentes em matéria religiosa.
O Estado brasileiro tem tratados com o Vaticano, ente estatal da Igreja Católica, em matérias como a capelania militar, além de concordatas implícitas, como a que mantém o laudêmio. Este é um resquício do direito medieval, que persiste até hoje no Brasil. Ele consiste numa taxa que o proprietário de um imóvel tem de pagar anualmente (foro). Além disso, cada vez que o imóvel sujeito ao laudêmio é vendido, tem-se de pagar uma taxa calculada à base de 2,5% a 5,5% do valor da transação – chega a ser maior do que o imposto de transmissão devido à Prefeitura Municipal. Além da família imperial, dioceses da Igreja Católica e irmandades religiosas beneficiam-se do laudêmio nas áreas centrais das cidades mais antigas do país. Se as Igrejas Evangélicas não recebem recursos do laudêmio, beneficiam-se de outros privilégios, como as concessões de emissoras de rádio e televisão, além de acesso a recursos públicos para atividades assistenciais e educacionais. O art. 150 da Constituição proíbe a criação de impostos federais, estaduais e municipais sobre “templos de qualquer culto”.
Durante a preparação da visita do papa Bento XVI, em maio de 2007, o Vaticano pressionou o governo brasileiro a assinar um pacto para consolidar os privilégios da Igreja Católica, assim como para estabelecer outros, como o livre acesso às terras indígenas, para ação religiosa. Naquela ocasião, denúncias de entidades laicas e matérias na imprensa, de que um acordo secreto estava sendo elaborado, frustraram a iniciativa, que, aliás, recebeu a rejeição do Presidente da República, que afirmou ser “o Brasil um Estado laico”. No entanto, os entendimentos continuaram, secretamente, e culminaram na assinatura da Concordata, em Roma, em novembro de 2008, tendo sido homologado este acordo pela Câmara dos Deputados, mediante o Decreto Legislativo 1.736, em agosto de 2009. Depois de tramitação rapidíssima, ele foi aprovado pelo Senado e, em 11 de fevereiro de 2010, o presidente Lula assinou o decreto 7.107 promulgando a concordata Brasil-Vaticano/Santa Sé. Para saber mais sobre essa Concordata Brasil-Vaticano, clique aqui.
Nesse processo de construção do Estado laico, há avanços e recuos. Aqui vão dois exemplos. Primeiro, dois exemplos de avanço seguido de recuo. A Constituição Republicana de 1891 determinava que fosse laico o ensino ministrado nas escolas públicas, mas a aliança do Governo Vargas com a Igreja Católica fez com que o ensino religioso voltasse às escolas públicas, mediante decreto, em 1931, e por determinação constitucional, em 1934. Desde então, todas as constituições prevêem o ensino religioso nas escolas públicas, um retrocesso. Vamos a outro. As duas Leis de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (1961 e 1996) foram promulgadas com uma cláusula que proibia o uso de recursos públicos para o ensino religioso nas escolas públicas – um avanço na direção da laicidade do Estado. Mas, essa cláusula foi retirada das duas leis, pelo mesmo Congresso que as promulgara, por causa da pressão da Igreja Católica – outro recuo na laicidade. Agora, um exemplo de avanço da laicidade do Estado, este bem consolidado. Apesar da longa e sistemática oposição do clero da Igreja Católica contra a possibilidade legal de dissolução do vínculo conjugal, o divórcio foi instituído, por lei do Congresso Nacional, em 1977. Neste caso, a moral coletiva foi retirada da tutela religiosa, portanto, houve um avanço no processo de laicização do Estado que refletiu a secularização da Sociedade.
domingo, 24 de abril de 2022
(Efésios, 5) não filhos desobedientes, mas filhos de Satanás de uma maneira especial, sendo aqueles em quem ele trabalha e em quem a ira de Deus vem.
(Romanos, 11) assim como vós também antigamente fostes desobedientes a Deus, mas agora alcançastes misericórdia pela desobediência deles,
Em que caminhamos por algum tempo. Dos efeitos ou frutos, ele tira uma prova de que o pecado reinou neles; pois, até que o pecado se manifeste em atos externos, os homens não estão suficientemente conscientes de seu poder. Quando ele acrescenta, de acordo com o curso deste mundo, ele sugere que a morte que ele mencionou se enfurece na natureza do homem e é uma doença universal. Ele não quer dizer o curso do mundo que Deus ordenou, nem os elementos, como o céu, a terra e o ar – mas a depravação com a qual estamos todos infectados; de modo que o pecado não é peculiar a poucos, mas permeia o mundo inteiro.
Segundo o príncipe do poder do ar. Ele agora segue adiante e explica que a causa de nossa corrupção é o domínio que o diabo exerce sobre nós. Uma condenação mais severa à humanidade não poderia ter sido pronunciada. O que ele deixa para nós, quando nos declara escravos de Satanás e sujeitos à sua vontade, desde que vivamos fora do reino de Cristo? Nossa condição, portanto, embora muitos a tratem com ridículo, ou, pelo menos, com pouca desaprovação, pode muito bem excitar nosso horror. Onde está agora o livre-arbítrio, a orientação da razão, a virtude moral, sobre a qual papistas balbuciam
(Dizer ou falar de forma imperfeita, hesitante ou pouco
Em que você andou no tempo passado – Há muita força nessas expressões; os efésios não haviam pecado casualmente, ou agora e depois, mas continuamente; era o emprego contínuo deles; eles andavam em ofensas e pecados; e este não era um caso solitário, todas as nações da terra agiam da mesma maneira; era o curso deste mundo, de acordo com a vida, modo de vida ou idades sucessivas deste mundo. A palavra a??? , cujo significado literal é duração constante, é freqüentemente aplicada a coisas que têm um curso completo, como a dispensação judaica, um governo específico e o termo da vida humana; então, aqui, toda a vida é um tecido do pecado, do berço ao túmulo; toda alma humana, não salva por Jesus Cristo, continua a transgredir. E o mundo nominalmente cristão está no mesmo estado até os dias atuais. Era após era, passa-se dessa maneira, e os vivos não se importam com isso!
O príncipe do poder do ar – Como a cláusula anterior pode ter um respeito especial pelo povo judeu, que é freqüentemente denominado? neste mundo, esta última cláusula pode se referir especialmente aos gentios, que estavam mais manifestamente sob a poder do diabo, como quase todo objeto de sua adoração era um demônio, a quem as piores paixões e práticas eram atribuídas, e cuja conduta seus eleitores cuidavam de copiar.
Satanás é chamado de príncipe do poder do ar, porque o ar deveria ser uma região na qual espíritos maliciosos habitam, todos sob a direção e influência de Satanás, seu chefe.
O espírito que agora funciona – você adora as operações do príncipe das potências aéreas não se limitam a essa região; ele tem outra esfera de ação, viz. o coração perverso do homem, e nisso ele trabalha com energia. Ele raramente inspira indiferença à religião; os assuntos nos quais ele trabalha são determinados opositores da religião verdadeira ou são transgressores sistemáticos e energéticos das leis de Deus.
Filhos da desobediência – Talvez um hebraísmo para crianças desobedientes; mas, tomada como está aqui, é uma expressão forte, na qual a desobediência, ? ape??e?a , parece ser personificada, e homens perversos exibidos como seus filhos; o príncipe do poder do ar é seu pai, enquanto a desobediência é sua mãe. Assim, eles são enfaticamente o que nosso Senhor os chama, Mateus 13:38 , o campo é o mundo; a boa semente são os filhos do reino; o joio são os filhos do maligno;
( Mateus, 13) do iníquo; pois eles mostram que são de seu pai, o diabo, porque farão suas obras,
João 8:44. Vós tendes por pai o Diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai; ele é homicida desde o princípio, e nunca se firmou na verdade, porque nele não há verdade; quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio; porque é mentiroso, e pai da mentira.
(João, 8) Alguns pensam que, por filhos da desobediência, o apóstolo significa particularmente os judeus desobedientes, incrédulos, refratários e perseguidores; mas acho que ele fala isso geralmente e se refere aos judeus no versículo seguinte.
Efésios 2: 2 . nos quais outrora andastes, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos de desobediência,
(Efésios, 2) Onde você andou no passado – Os efésios foram notáveis, no meio de todo o seu aprendizado, por um personagem mais abandonado. Eles baniram Hermodoro apenas por sua virtude; assim, com efeito, fazendo uma lei, para que todo homem modesto e temperado os deixe. A palavra a???, mundo renderizado , pode ser observado no Novo Testamento para significar o estado duradouro e a constituição das coisas nas grandes tribos ou coleções de homens, consideradas em referência ao reino de Deus; dos quais havia dois mais eminentes, e principalmente destinados à palavra a???e?, quando isso é usado sozinho; e isso é Agora , este mundo atual, que é levado para o estado do mundo em que os filhos de Israel eram o povo de Deus, e constituiu seu reino na terra; os gentios, isto é, todas as outras nações do mundo, estando em estado de apóstolo e revolta dele, os vassalos professos e súditos do diabo, a quem prestaram homenagem; e a??? µe????, o mundo vindouro – ou seja , o tempo do evangelho, em que Deus, por Cristo, derrubou o muro de separação entre judeus e gentios e abriu um caminho para reconciliar o resto da humanidade e levar os gentios novamente ao seu reino, sob o Senhor Jesus Cristo, sob cuja regra peculiar ele a havia colocado. A frase, príncipe do poder do ar, o que quer que isso signifique além disso, sugere que Satanás possuía grande poder; e, conseqüentemente, que a virtude de nosso Salvador, que foi capaz de lutar e conquistá-lo, tanto no deserto quanto no jardim do Getsêmani, era inconcebivelmente grande e extraordinariamente ilustre. O original, que reproduzimos, agora trabalha nos filhos da desobediência, é muito forte e enfático, tanto na denominação que dá aos pagãos em geral, como filhos da rebelião e obstinação, que não cederiam a nenhuma persuasão que os pressionaria. para um melhor curso da vida (como a etimologia da palavra ape??e?a importações) e da maneira forçada em que expressa a influência de Satanás sobre eles – como inspirado ou possuído por ele. As palavras podem ser traduzidas aqui, mesmo o Espírito que agora opera poderosamente nos filhos da desobediência.
Colossenses 2:20 ; Se morrestes com Cristo quanto aos rudimentos do mundo, por que vos sujeitais ainda a ordenanças, como se vivêsseis no mundo,
João 7: 7 . 7. O mundo não vos pode odiar; mas ele me odeia a mim, porquanto dele testifico que as suas obras são más.
“ Apocalipse 13: 8 “ . 8. E adorá-la-ão todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo.
De acordo com o curso deste mundo – A palavra curso traduzido significa adequadamente uma longa série de vezes, em que uma era corrupta segue outra.
Segundo o príncipe do poder do ar – cujo efeito todos podem perceber, embora nem todos compreendam a causa: um poder indescritivelmente penetrante e amplamente difundido; mas, no entanto, quanto a suas influências repulsivas, sob a esfera dos crentes. Os espíritos malignos estão unidos sob uma cabeça, cuja sede está no ar. Aqui, ele às vezes levanta tempestades, às vezes faz representações visionárias e está continuamente movendo-se para lá e para cá. O espírito que agora opera – Com grande poder; e assim o fez, e em todas as épocas.Nos filhos da desobediência – em todos os que não crêem e obedecem ao evangelho.




