quarta-feira, 15 de agosto de 2018




CADVPR.BLOGGER


Pesquisador acredita ter encontrado cidade bíblica de Betsaida e relicário de Pedro, Filipe e André

As pesquisas arqueológicas vêm, ao longo dos anos, trazendo cada vez mais informações para esclarecer dúvidas e questionamentos sobre a narrativa bíblica. Em muitos casos, as descobertas funcionam para validar a existência de pessoas, lugares e eventos registrados nas Escrituras. Agora, um arqueólogo está indicando ter encontrado os restos mortais de apóstolos de Jesus Cristo.
O professor Mordechai Aviam, da Faculdade Acadêmica Kinneret, revelou ter descoberto um bloco de basaldo com 661 quilos nas ruínas da antiga cidade de Betsaida. Segundo ele, é possível que esse artefato arqueológico contenha um relicário com os restos mortais dos apóstolos Filipe, André e Pedro.
De acordo com informações do portal Haaretz, o bloco tem três compartimentos no topo. “Sugerimos, com cautela, que este poderia ser o relicário de Pedro, Filipe e André”, disse o arqueólogo.
A cidade onde o artefato foi localizado é mencionada em João 1:44, como a cidade natal dos três apóstolos. Nesse contexto, o professor Aviam admitiu que ainda há uma avaliação mais aprofundada em andamento, com o objetivo de determinar se o local onde foi encontrado o blogo, el-Araj, é de fato a antiga Betsaida.
Mesmo com essa pendência, o professor garantiu que este é o local mais provável onde a cidade teria sido estabelecida no passado, em comparação com outros sítios arqueológicos que foram propostos por outros pesquisadores.

A descoberta

O bloco com relicário foi descoberto enquanto as ruínas de uma igreja eram escavadas, totalmente por acaso. “Não encontramos na escavação. [O bloco] foi encontrado nos escombros de uma casa de dois andares da era otomana construída por um homem rico de Damasco, que possuía toda a terra local no final do século XIX”, relatou
A partir das evidências, a equipe do professor acredita que o relicário tenha sido colocado no piso abaixo do altar da igreja, pois o fundo da pedra era áspero e não esculpido como no topo, repetindo o que se sabe dos templos construídos na era bizantina, com os relicários com itens sacros sendo posicionados exatamente dessa forma.
Para embasar seu palpite a respeito da descoberta, o professor Mordechai Aviam citou um peregrino bizantino do século VIII chamado São Willibald, que viajou e escreveu sobre a área ao redor do Mar da Galileia, mencionando tanto a Igreja dos Apóstolos quanto Betsaida. “Eles foram a Betsaida, o lugar nativo de Pedro e André. Uma igreja agora ocupa o lugar onde ficava sua casa”, relatou o peregrino em seus registros.
Aviam explicou que isso significa que, naqueles dias, acreditava-se que a área de el-Araj era Betsaida. “Willibald apenas mencionou a igreja de dois apóstolos, Filipe e André: ele não mencionou Pedro nesse contexto. Ainda sinto que era a igreja dos três apóstolos”, disse o arqueólogo, observando os três compartimentos na rocha de basalto.
A cidade que existiu na localização onde está el-Araj se destacava no primeiro século a.C., e se manteve importante até o quarto século. “A assembleia inteira nos permite propor com segurança isso como a localização da aldeia de Betsaida. É uma vila de pescadores na margem do Lago Kinneret, que durante o primeiro século expandiu e se tornou um assentamento urbano, ao qual pertence a casa de banhos e que agora está sendo exposta na escavação”.
O balneário de estilo romano é uma descoberta anterior revelada, em agosto de 2017, que levou os pesquisadores a acreditarem que haviam encontrado Betsaida, e a universidade Kinneret destacou que os restos de uma igreja bizantina na cidade indicam ser o antigo local onde os apóstolos viviam.




CADVPR.BLOGGR


Motoqueiros de Cristo evangelizam pelas ruas do país: “Em cada passeio, uma missão”



Para muitos, a imagem de motoqueiros vestidos com jaquetas escuras de couro, acessórios de metal, brincos e tatuagens, pode assustar e trazer a ideia de rebeldia  e oposição à religião, mas esse paradigma já foi superado por um grupo de motoqueiros cristãos que existe há mais de 10 anos em várias partes do mundo e também no Brasil.
Presente em 12 países, o grupo se reúne regularmente para fazer viagens pelas ruas do país, com o objetivo de evangelizar, testemunhar o amor de Jesus Cristo em suas vidas e também confraternizar com os amigos. Na prática, é a união da paixão pelas motos com o dever cristãos de ser missionário em todo tempo.
“Além de nossa vestimenta, a quebra de paradigmas é fundamental para o sucesso do evangelismo”, comenta Jeferson Cassali, de 43 anos, integrante do grupo que tem como lema “Em cada passeio, uma missão”.
Ele explica que ao entrar em contato com outros grupos de motoqueiros, que não são cristãos, eles procuram demonstrar através do testemunho que Cristo os ama mesmo da forma como estão, superando os preconceitos que geralmente esse público sofre por conta do estilo de vida e aparência.
“Nós fazemos amizade com eles sem nenhum preconceito: se são tatuados, se usam piercing, se bebem ou usam drogas, pois nós mostramos interesse e amor por eles e isso tem feito toda a diferença”, disse Jeferson, que é diretor de uma unidade do grupo que fica localizada no estado de São Paulo.
A existência de grupos de motoqueiros cristãos aumenta pelo mundo. Em março desse ano foi realizado o evento “MotoMadrid Show” na capital da Espanha entre os dias 9 e 11.
No evento foram distribuídas 35 mil “Bíblias do motoqueiro”, uma versão voltada para a identificação desse público com alguns termos comuns e influências culturais entre eles.
No Brasil, o grupo ECMM, fundado pelo pastor “Geleia” (André), da Igreja Batista Cristã de Brasília, é outro exemplo de como esse movimento vem crescendo e conseguindo espaço entre os fãs de motocicletas.





Placa que consagra Nova Iguaçu a Jesus vira polêmica entre adeptos de religiões afro


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Mais uma vez, uma saudação a quem chega a uma cidade tornou-se o centro de uma polêmica entre religiosos. Uma placa, colocada na entrada de Nova Iguaçu (RJ), com a frase “Essa cidade pertence ao Senhor Jesus”, está no centro do debate sobre a laicidade do Estado na esfera municipal.
A placa de boas-vindas a quem chega a Nova Iguaçu foi colocada na avenida Baltimore, próximo à rodovia Presidente Dutra. Nas redes sociais, religiosos adeptos a cultos de origem africana e outros moradores da cidade criticaram a mensagem, e a prefeitura se recusou a comentar a polêmica.
De acordo com informações do jornal Extra, um dos principais críticos é o babalorixá Adailton Moreira, do terreiro Ilê Omiojuáro e coordenador da campanha “Luto na luta contra o racismo religioso”. Para Moreira, a placa é um descaso com quem não é cristão: “É um processo de invisibilidade a outras expressões que compõem o cenário inter-religioso da cidade e, antes de tudo, fere a laicidade do Estado brasileiro”.
Moreira – que é mestrando em Educação pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) – declarou que “a cidade pertence a cidadãos e cidadãs que cumprem seus deveres e pagam seus impostos”, acrescentando que “um gestor público não pode fazer proselitismo religioso”.
Do lado cristão, o padre Renato Chiera, fundador da Casa do Menor São Miguel Arcanjo, comentou o episódio dizendo que “o Estado não deve casar com nenhuma religião”.
“Dizer que pertence a Jesus soa um pouco pretensioso porque parece querer impor uma religião cristã. Devemos ter cuidado para não sermos intolerantes e radicais como o Estado Islâmico. A tradição cristã pertence às raízes brasileiras, mas o Estado deve ser laico, respeitando todas as religiões”, disse o padre, fazendo comparação com o terrorismo.
Menos extremo, o bispo de Nova Iguaçu, dom Luciano Bergamin, preferiu evitar a polêmica: “Espero que todos os lugares sejam de Jesus. Não quero guerra religiosa nem vou apagar o que está escrito, mas é importante que quem escreveu repeite as religiões dos outros e aqueles que não têm religião”.
Entre os moradores, as opiniões se dividem. A técnica de enfermagem Patrícia de Carvalho, 41 anos, entende que há preocupações mais urgentes em Nova Iguaçu do que fazer placas: “Na cidade, há várias pessoas de outras religiões. Mesmo que estivesse escrito um nome relacionado à minha religião, eu discordaria. A cidade está uma bagunça: violência, ruas que alagam. Então, essa placa é um desrespeito às outras religiões”.
Por outro lado, a evangélica Larissa da Anunciação, 23 anos, feirante, disse que não há ofensas na placa: “Sou suspeita para falar porque sou evangélica desde criança. Mas acho que não ofende ninguém. As outras religiões, independentemente de quais sejam, respeitam Jesus”, concluiu.


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Gênesis 17:7,8,24-26
Estabelecerei minha Aliança entre mim e ti, e teus futuros descendentes, de geração em geração, uma Aliança perpétua, para ser o teu Deus e o Deus te tua raça, depois de ti.…

Bebê terá documento sem identificação de sexo para 'decidir gênero quando crescer'



Um bebê canadense de oito meses é provavelmente o primeiro caso no mundo de recém-nascido 
que recebeu um cartão de saúde sem um identificador de gênero.
Segundo imprensa canadense, este pode ser o primeiro caso do mundo de um cartão de saúde de 
um bebê sem uma definição de gênero.
A pessoa que gerou o bebê diz que uma inspeção visual na hora do nascimento não é
 capaz de determinar o gênero de alguém
Seu progenitor Kori Doty - uma pessoa transgênero não binária que não se identifica com 
pronomes nem no masculino nem no feminino - afirma que quer dar oportunidade ao filho de 
descobrir seu próprio gênero.
O cartão de saúde da criança terá um "U" no espaço reservado para "sexo", letra que 
simbolizará "indeterminado" ou "não atribuído".
Kori Doty agora está tentando omitir o gênero do filho também da certidão de nascimento.
Doty dey à luz Searyl Atli em novembro no Estado de Colúmbia Britânica. Doty, que se refere
 à criança com o pronome "they" (que pode ser traduzido como "eles" ou "elas" em português), 
em vez de "ele" ou "ela", argumenta que não é necessariamente pelo gênero determinado ao 
nascer que uma pessoa se identificará ao longo da vida.
El quer tirar a categoria sexo de todos o documentos oficiais de Searyl.
"Eu estou criando Searyl de modo que até que elx tenha seu senso de si e capacidade de 
vocabulário para me dizer quem é, eu x reconheço como bebê e tento dar a elx todo o 
amor e apoio para ser a pessoa mais inteira que puder fora das restrições que vêm com o
 rótulo menino ou o rótulo menina", disse Doty à rede de TV CBC.
Kori Doty, que trabalha com educação comunitária e é parte da Coalizão de Identidade
 sem Gênero, disse que aqueles que se sentem diferentes da indicação de gênero feita no
 momento do nascimento enfrentam vários problemas ao tentar mudar seus documentos 
mais tarde na vida.
"Quando eu nasci, médicos olharam para os meus genitais e fizeram suposições sobre 
quem eu seria, e essas suposições me seguiram e seguiram minha identificação ao 
longo da vida", afirma. "Essas suposições estavam erradas e eu acabei tendo que fazer 
vários ajustes desde então".
No caso de Searyl Atli, Doty diz que as autoridades se negaram a emitir a certidão de 
nascimento sem uma designação de gênero. O caso foi decidido judicialmente.
A advogada da família, barbara findlay, que prefere escrever seu nome sem maiúsculas,
 disse ao site Global News que "a designação de gênero nesta cultura é feita quando 
um(a) médico(a) abre as pernas e olha para os genitais de um bebê. Mas nós 
sabemos que a identidade de gênero do bebê só será desenvolvida alguns anos após
 o nascimento".
A imprensa canadense disse que o cartão de saúde do bebê pode ser o primeiro do 
mundo sem uma definição de gênero.

segunda-feira, 6 de agosto de 2018



A ESTÁTUA DE NABUCODONOSOR 

E O TABERNÁCULO




O que a teologias, não viram e nem ouviram.

Bom estudo, Deus te abençoe em Graça e em conhecimento.

“Tu, ó rei, estavas vendo, e eis aqui uma grande estátua, que era grande e cujo esplendor era excelente, estava em pé diante de ti, e sua vista era terrível.
A CABEÇA DAQUELA ESTÁTUA ERA DE OURO FINO; o seu peito e os seus braços de prata; o seu ventre e suas coxas de cobre;
As pernas de ferro; os seus pés em parte de ferro e em parte de barro".
Estavas vendo isto, quando UMA PEDRA foi cortada, sem mão, a qual feriu a estátua nos pés de ferro e de barro, e os esmiuçou.” Dn.2:31-34

O DUPLO SIGNIFICADO DAS PROFECIAS ESCATOLÓGICAS:
Deus, na sua infinita sabedoria, através do Evangelho de Cristo, nos revela o dinamismo do seu plano, trazendo “DUAS MENSAGENS PROFÉTICAS DE TEMPOS DIFERENTES”; seguidas também de “DUAS INTERPRETAÇÕES DE TEMPOS DIFERENTES”:



As profecias do Antigo Testamento:
Para os profetas do A.T. Deus revelou as profecias, apenas em parte, em espelho e em enigma:
“Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos". 1Cor. 13:9 e v. 12.

Sendo a eles revelada numa primeira etapa, apenas os acontecimentos históricos futuros dos seus dias, que seriam cumpridos até a vinda do Messias.
Em razão disso, que Daniel não entendeu totalmente, mas apenas em parte as visões proféticas (Dn. 12:8-9).
“Aos quais foi revelado que, NÃO PARA SI MESMOS, (mas para nós), eles ministravam estas coisas que AGORA VOS FORAM ANUNCIADAS por aqueles que, pelo Espírito Santo enviado do céu, vos pregaram o evangelho: para quais coisas os anjos desejam bem atentar”. 1Pe. 1:12.

Assim, o plano de Deus, já previa numa segunda etapa, a do N.T. a revelação total das profecias (cada uma ao seu tempo), anunciando o outro lado delas: O OCULTO, (Det. 29:29 – Jer. 33:3), pelo Evangelho de Cristo, “A IMAGEM EXATA DAS COISAS” (Heb. 10:1). Por isso, que o Espírito Santo, ensinou aos cristãos, uma importante chave de discernimento das profecias: Comparar sempre, as coisas espirituais (do A.T.), com as espirituais do (N.T.), para não incorrer a erros de interpretações e ensino de heresias.
“As quais também falamos, não com palavras de sabedoria humana, mas com as que o Espírito Santo ensina, COMPARANDO AS COISAS ESPIRITUAIS COM AS ESPIRITUAIS”. 1Cor. 2:13.

A MÉTODO SIMBÓLICO E HISTÓRICO DE INTERPRETAÇÃO
As teologias de um modo geral, têm interpretado o sonho de Nabucodonosor, apenas no seu teor histórico, baseando-se nos aspectos individuais e nas datas da ascensão e queda de cada reino da estátua, acreditando que o cumprimento de uma profecia ocorre, quando são manifestos os fatos históricos profetizados por ela. No entanto, não consideram que, na área profética, tais fatos acontecem primeiro para "testemunho" (Rom. 3:21), para cumprimento figurativo menor, antes do cumprimento “maior e total da profecia”.

Por não conhecer este segredo, e na ânsia de querer mostrar um conhecimento profético que não possuem, a maioria dos teólogos históricos contemporâneos, acabam desqualificando as Escrituras, por não entender que, nas profecias de maiores relevâncias, existe um outro lado: O espiritual (Rm. 7:14), que condiciona duas formas diferentes de cumprimentos, em tempos diferentes:
A forma histórica e a total.
"O que foi, isso é O QUE HÁ DE SER; e o que se fez, ISSO SE TORNARÁ A FAZER...” Ec. 1:9

As denominações que mais usam o método histórico de interpretação são: A.S.D, e os TJ; diga-se de passagem, em parte até que irresponsáveis; pois ensinam que esta e outras profecias já foram cumpridas pela história no passado, quando na verdade a maioria delas,  aguardam ainda seu desfecho final.
Tais denominações têm admitido de longa data, esta forma de interpretação errônea em seu meio; sendo assimiladas também por muitas outras teologias evangélicas, que pegaram carona neste método pouco conclusivo de discernimento das profecias.

A INTERPRETAÇÃO ESPIRITUAL E TOTAL
Deus fez o primeiro concerto da circuncisão na carne com Abraão e sua semente (Gn. 17:9-14), para que esse, servisse de fato figurativo histórico menor, até a plenitude dos tempos, quando seria cumprido o fato “maior e perpétuo daquela profecia”, a verdadeira circuncisão: “A DE CRISTO“. Cl. 2:11.
“Ora tudo isto lhes sobreveio COMO FIGURAS (fatos menores) e estão escritas PARA AVISO NOSSO (fatos maiores para a Igreja) para quem já são chegados os fins dos séculos.” Rm. 10:11

-Deus fez o primeiro concerto testamentário com Moisés e os israelitas, dando-lhes a lei no Sinai (os estatutos, juízos e os Dez mandamentos (Êx. 24:7-8), consagrado com sangue de animais, para servir de fato figurativo histórico menor até a plenitude dos tempos, quando viria se cumprir o fato “maior e perpétuo”: o segundo e verdadeiro Concerto: O DO SANGUE DE CRISTO (Mt. 26:28 – Hb. 8:6), E A MANIFESTAÇÃO DO SEU EVANGELHO. Mc. 15:15-16.

Da mesma forma também a profecia da estátua de Nabucodonosor, somente será selada ou cumprida após os últimos acontecimentos, na sua abrangência MAIOR E TOTAL no fim dos dias, conforme disse Daniel:
“Mas há um Deus nos céus, o qual revela os segredos; ele pois fez saber ao rei Nabucodonosor O QUE HÁ DE ACONTECER NO FIM DOS DIAS...” Dn. 2:28.

A PREFIGURAÇÃO DESSA PROFECIA NO ANTIGO TESTAMENTO
Deus anunciou a Daniel de forma parcial, o sonho de Nabucodonosor rei da Babilônia, entre os anos 605 a.C e 539 a.C; tanto na sua interpretação figurativa histórica menor, quanto no seu fato maior, mostrado acima nos fins dos dias. Como também, o Senhor permitiu ao rei, ser o personagem principal do seu próprio sonho profético, no papel figurativo do verdadeiro CABEÇA DE OURO – CRISTO E SEU REINO, o qual viria mais tarde.
"Tu, ó rei, és o rei de reis: pois o Deus do céu te tem dado O REINO, O PODER E A FORÇA, E A MAJESTADE.
E onde quer que habitem filhos dos homens, animais do campo, e aves do céu, ele tos entregou na mão, e fez que dominasses sobre todos eles; TU ÉS O CABEÇA DE OURO". Dn. 2:37

CRISTO: O CUMPRIMENTO DA CABEÇA DE OURO DA ESTÁTUA
Na plenitude dos tempos, depois de sua morte e ressurreição e depois que foi GLORIFICADO NO CÉU (Mt. 28:18), Cristo cumpriu o fato profético MAIOR da cabeça de ouro, figurativa histórica menor; sendo apresentado no Evangelho, como o verdadeiro Cabeça de ouro: O CABEÇA DA IGREJA.
"Que manifestou em Cristo, ressuscitando-o dos mortos, e pondo-o à sua direita nos céus.
Acima de todo principado, e poder, e potestade, e domínio, e de todo o nome que se nomeia, não só neste século, mas também no vindouro.
E sujeitou todas as coisas a seus pés, e sobre todas as coisas O CONSTITUIU COMO CABEÇA DA IGREJA." Ef. 1:20-22.

O CUMPRIMENTO DO FATO MENOR E DO MAIOR: SOBRE O REI NABUCODONOSOR E SOBRE O REI JESUS
-O Rei Nabucodonosor: Deus lhe deu apenas o poder sobre todos os reinos e animais da terra, sob céu atmosférico. Dn. 2:37

-O REI JESUS: Deus lhe deu todo o poder: No céu e na terra, debaixo da terra e no mar.
“E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É ME DADO TODO O PODER NO CÉU E NA TERRA.” Mt. 28:18.

"Que com grande voz diziam: Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber O PODER, E RIQUEZAS, E SABEDORIA, E FORÇA, E HONRA, E GLÓRIA, E AÇÕES DE GRAÇAS.
E ouvi a toda criatura que está NO CÉU, E NA TERRA, E DEBAIXO DA TERRA, E QUE ESTÁ NO MAR, e todas as coisas que neles há, dizer: Ao que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro, sejam dadas açõe de graças, e honra, e glória, e poder para todo o sempre". Ap. 5:12-13.

-O Rei Nabucodonosor: Foi apenas “rei de reis” Dn. 2:37.

-O REI JESUS CRISTO: É “O REI dos reis e SENHOR dos senhores”. 
"E no manto e na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores". Ap. 19:16.

-O Rei Nabucodonosor: Seu reino era apenas de consistência material. Dn. 2:37-38

-O REI JESUS CRISTO: Seu reino, primeiro foi manifesto em sua consistência espiritual"...O Reino de Deus NÃO VEM COM APARÊNCIA EXTERIOR." Lc. 17:20

No futuro, seu Reino manifestar-se-á de forma "literal e na terra"
“E a lua se envergonhará, e o sol se confundirá quando o Senhor dos Exércitos REINAR NO MONTE DE SIÃO E EM JERUSALÉM; e então perante os seus anciãos haverá glória.” Is. 24:23.

-O Rei Nabucodonosor: Ele e seu reino, foram apenas transitórios, morreu e não reviveu. Dn. 2:39

-O REI JESUS CRISTO: Ele e Seu reino são eternos.
“Mas nos dias destes reis, o Deus do céu levantará UM REINO QUE NÃO SERÁ JAMAIS DESTRUÍDO...” Dn. 2:44

"...FOI MORTO E REVIVEU". Ap. 2:8.

-O Rei Nabucodonosor: Foi apenas o primeiro rei da estátua figurativa da lei e os profetas.

-O REI JESUS CRISTO: É O PRIMEIRO REI, O CABEÇA DO CORPO DA IGREJA E O QUINTO E ÚLTIMO REI - a Pedra do Evangelho Mt.21:44 –At. 4:11.
Em se tratando das promessas de Deus, qualquer simbologia, prefiguração, testemunho na Bíblia, Cristo sempre foi e será: O PRIMEIRO E O ÚLTIMO. 
"Isto diz O PRIMEIRO E O ÚLTIMO... Ap. 2:8

“Porque todas quantas promessas há de Deus, SÃO NELE SIM, E POR ELE O AMÉM, para a glória de Deus por nós.”  2Co. 1:20.

O TABERNÁCULO E A ESTÁTUA

Tanto o modelo do Tabernáculo, quanto a figura da estátua, trazem uma mesma linguagem e um mesmo desfecho profético, tendo em vista que foi inspirados pelo mesmo Espírito:
O ouro se apresenta em primeiro lugar, dentro da mesma ordem e significado, prefigurando A OBRA PERFEITA DE CRISTO, confirmado também, pela mesma ordem e significado no Evangelho.

“E, se alguém sobre este fundamento formar UM EDIFÍCIO DE OURO, PRATA...” 1Co. 3:12


O OURO foi escolhido para o Tabernáculo, por ser o metal de maior valor e símbolo de perfeição. Foi designado para adornar o segundo santuário – o Santo dos Santos  (Hb. 9:3-5), determinado por Deus na lei e os profetas.
Todos os utensílios desse Tabernáculo foram feitos de ouro e ficavam depois do segundo véu, onde habitava a glória de Deus.

Conforme já dissemos, esse segundo santuário juntamente com todos seus utensílios de ouro, trazia consigo uma mensagem profética da OBRA PERFEITA DE CRISTO, na RECONCILIAÇÃO DO HOMEM COM DEUS E COM TODAS AS COISAS.
“E que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz, POR MEIO DELE RECONCILIASSE consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra como as que estão nos céus.” Cl. 1:20

SIMBOLOGIAS REFERENTES AO CABEÇA DE OURO E SEU REINO
O leão. Dn. 7:4.
O carneiro com duas pontas. Dn. 8:3-4.
A Luz do mundo. Jo. 12:46
O 1º selo - o Cavaleiro do cavalo branco. Ap. 6:2
A resplandecente Estrela da Manhã. Ap. 22:16
O quinto Rei. Ap. 17:11

A DURAÇÃO DO REINADO DO CABEÇA DE OURO DA IGREJA
É de eternidade a eternidade, e o seu Reino não terá fim.
"Mas, nos dias destes reis, o Deus do céu levantará um reino que NÃO SERÁ JAMAIS DESTRUÍDO e esse reino não passará a outro povo: Esmiuçará e consumirá todos estes reinos, E SERÁ ESTABELECIDO PARA SEMPRE". Dn. 2:44

“E o reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo: O seu reino será UM REINO ETERNO, e todos os domínios o servirão, e lhe obedecerão”. Dn. 7:27.

“E eis que em teu ventre conceberás e darás à luz um filho, e por-lhe-ás o nome de Jesus.
Este será grande, e será chamado o filho do Altíssimo; e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi seu pai;
E REINARÁ ETERNAMENTE na casa de Jacó, E O SEU REINO NÃO TERÁ FIM”. Lc. 1:31-33.

“...PREPARA-TE, Ó ISRAEL, PARA TE ENCONTRARES COM O TEU DEUS.” Am. 4:12b.

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Voltando de Emaús

“E na mesma hora, levantando-se, tornaram para Jerusalém, e acharam congregados os onze, e os que estavam com eles, Os quais diziam: Ressuscitou verdadeiramente o Senhor, e já apareceu a Simão. E eles lhes contaram o que lhes acontecera no caminho, e como deles fora conhecido no partir do pão.” Lucas 24:33-35
Há algum tempo, em um culto realizado pela manhã em minha igreja, meu pastor pregou sobre estes dois discípulos que iam pelo caminho de Emaús. Suas palavras foram voltadas para a questão da solidão, do abandono, e foi um sermão que muito nos consolou a alma.
São versículos conhecidos, e não foram poucas as vezes que já ouvi pregações sobre estes textos do evangelho de Lucas. Entretanto, conforme o sermão era desenvolvido no púlpito da igreja neste dia, o Senhor fez com que meu coração atentasse para alguns pontos acerca destes versos, e são estes detalhes que desejo partilhar neste artigo.
Um Pouco de Contexto
Este capítulo 24, do evangelho de Lucas, é o último da “carta” que o médico, amigo de Paulo, escreve a um homem chamado Teófilo. O autor narra que pareceu-lhe bem expor, depois de uma acurada investigação, e em ordem, os fatos que aconteceram no decorrer do ministério de Cristo (Lc 1.1-4).
Como meu desejo neste artigo é de falar dos fatos que aconteceram após a morte de Jesus, creio ser necessário analisar de forma mais próxima o final deste livro, onde vemos que logo no capítulo 22 dá-se início às conspirações para matar a Cristo (22.1-6). Desde então, o Messias vai ao Getsêmani (22.39-53), Pedro nega sua fé (22.54-62), Cristo é julgado e, então crucificado (22.63 até 23.56). O capítulo 24, então, trata sobre a ressurreição do Mestre.
A Palavra nos narra, então, que no mesmo dia em que Pedro correu ao sepulcro e não viu seu Senhor- ele viu apenas os lençóis de linho- estes dois homens, discípulos de Cristo, seguidores do Caminho, dirigiam-se à aldeia de Emaús, que distava aproximadamente 11 quilômetros da cidade de Jerusalém.
Enquanto caminhavam, conversavam e discutiam sobre os acontecimentos recentes. Debatiam sobre a morte de Cristo, até que se lhes aparece um homem, aparentemente desinformado das notícias. Lucas nos narra ainda que este homem era o assunto da conversa destes dois, o próprio Mestre. Entretanto, o mesmo autor demonstra que “seus olhos estavam como que impedidos de o reconhecer”.
Cristo, então, interfere no diálogo e indaga aos caminhantes o que lhes preocupava, o que afligia seus corações. Entristecidos, ambos param e calam-se, até que Cleopas (o único que a Palavra faz menção do nome) responde ao até então “desconhecido”, perguntando-o se era o único que, vindo de Jerusalém, ignorava as ocorrências dos últimos dias. O Senhor, promovendo o diálogo, pergunta novamente “quais?”. E, na resposta dos dois discípulos é que desejo fazer meu primeiro comentário.
Estes dois homens respondem a Cristo contando toda a história do que aconteceu, porém, citam algo que muito me entristece o coração. Eles eram seguidores de Cristo, e não duvido que tinham um coração sincero batendo em seus peitos. Eram discípulos do Senhor, pois assim a Palavra nos narra, porém aparentemente não entenderam qual a missão principal de Jesus na terra. Quando, no versículo 24, lemos sua afirmação de que Cristo viria para “redimir a Israel”, podemos notar que as esperanças dos dois restavam no fato de serem livres de Roma, o império que afligia seu povo.
Entenda, com este parêntese que abro agora, que Cristo veio nos libertar do pecado, do jugo a que antes estávamos submetidos por sermos representados, diante de Deus, por Adão. Esta era a mensagem central da pregação de nosso Senhor. Quando vemos que Cristo, pelas diversas vezes que discursou, trouxe à tona a Lei de Moisés e o testemunho dos profetas, notamos que ele apontava para a incapacidade do homem de, pelos seus méritos, ser justo diante de Deus e salvar-se (pois para tornar isso claro que servia a Lei), e que a salvação viria pelo Messias, aquele único que teria o poder de cumprir a Lei do Senhor e oferecer a si mesmo como oferta pelo pecado do povo (que é precisamente a mensagem dos profetas, como vemos em Is 53).
Digo que o versículo 24 me dói no peito, pois, quando olhamos para a realidade atual da igreja evangélica brasileira, podemos notar que muitas pessoas afirmam seguir um Cristo que elas não conhecem. De forma irracional, obedecem aos mandamentos que não foram impostos pelo Senhor, mas falham no tocante ao amor a Deus e ao próximo, por exemplo, que segundo Cristo são o resumo da Lei. Tal como os discípulos que iam no caminho de Emaús, alguns de nossos irmãos não entendem a mensagem central do evangelho.
Prosseguimos, então, com a análise destes trechos e nos deparamos com a resposta de Cristo. Ah, e que resposta! No versículo 27 Lucas nos afirma o seguinte:
“E, começando por Moisés, e por todos os profetas, explicava-lhes o que dele se achava em todas as Escrituras.” Lucas 24:27
A resposta do Mestre para toda a falta de conhecimento, toda a incredulidade, medo e dúvida que estavam alojados nos corações dos dois discípulos é “está escrito”. Cristo, passo a passo, ensina aos discípulos toda a trajetória do “Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29). Desde a Lei (Moisés) até ao que dito pelos profetas, a respeito do Messias, foi tratado naquela caminhada. E, daqui, vejo ser necessário apontar alguns fatos:
1) Em primeiro lugar, e creio que mais importante, toda pregação da Palavra deve culminar em apenas um único alvo: Cristo. Vemos, na passagem acima exposta, que o próprio Senhor Jesus falava daquilo que “dele se achava em todas as Escrituras”. Bênçãos materiais, uma vida estável e conselhos sobre o que fazer ou não fazer não podem ser o ápice de nossas pregações. Tudo começa em Cristo, e deve terminar em Cristo. Devemos pregar para glória de Deus, demonstrando Cristo em cada Palavra, cada passagem. É evidente que assuntos do cotidiano podem – e devem – ser tratados no seio da Igreja, mas lembrando sempre que nada pode eclipsar o nome de nosso Senhor.
2) Em segundo lugar, a certeza da nossa fé não deve estar firmada nas coisas passageiras que vemos, nos boatos que ouvimos ou nos feitos das pessoas que nos cercam. Nossa fé precisa estar firmada na Palavra. É apenas com os pés cravados na Rocha Eterna que poderemos sobreviver aos constantes açoites do vento e das ondas, que tentam nos desviar do Santo Caminho.
3) Em terceiro lugar, vemos o resultado da pregação fiel das Escrituras – elas dão vida ao coração. Observando o versículo 32, notamos que o coração dos discípulos era esquentado quando Cristo com eles conversava. Como disse o apóstolo Paulo, a “fé vem pelo ouvir, e o ouvir vem pela palavra de Cristo” (Rm 10.17).
Assim, para concluir este texto, visto que não desejo alongá-lo ainda mais, creio ser necessário tecer uma pequena consideração sobre os versículos iniciais. Lá, notamos que os discípulos levantam-se, saem da casa onde estavam reunidos e voltam de Emaús a caminho de Jerusalém. Lembra de quando o Senhor Jesus os abordou? Cristo encontrou-os enquanto caminhavam para longe daquilo que lhes trazia sofrimento, a cruz e morte do Mestre, e agora eles percorrem este mesmo caminho, mas em sentido contrário, à Jerusalém, ao túmulo de Cristo, para levar as boas novas do Evangelho aos demais discípulos.

Febe, a mulher que protegeu Paulo

Recomendo-vos, pois, Febe, nossa irmã, a qual serve na igreja que está em Cencreia, para que a recebais no Senhor, como convém aos santos, e a ajudeis em qualquer coisa que de vós necessitar; porque tem hospedado a muitos, como também a mim mesmo”. (Romanos 16.1-2 ACF)
Quando uma pessoa está buscando um novo emprego no mercado de trabalho, geralmente ela leva um curriculum vitae e apresenta referências comerciais a fim de certificar ao possível empregador sobre o seu caráter e capacidade profissional.
No mundo antigo não era muito diferente, as pessoas portavam cartas de apresentação ou recomendação. Estas cartas eram conhecidas como sustatikai epistolai.
Paulo escreve uma sustatikai epistolai para apresentar e recomendar Febe à Igreja em Roma. Febe procedia de Cencreia, que era o porto de Corinto.
O próprio nome “Febe” significa “radiante”, “brilhante”.
Essa atitude de Paulo faz cair por terra o pensamento de alguns que dizem que Paulo era machista. Este capítulo refuta a ideia de que Paulo não gostava de ver mulheres trabalhando nas igrejas.
Na verdade, além de Febe, entre as pessoas saudadas estão oito mulheres e Paulo comenta sobre essas mulheres:


Maria, v.6
Priscila, uma cooperadora, v.3
Trifena e Trifosa, v.12
Pérside, v.12
A mãe de Rufo, v.13
E Júlia e Irmã de Nereu, v.15

Mas voltemos para Febe, o apóstolo dos gentios e autor de quase metade do Novo Testamento, simplesmente pede aos romanos que a recebam no Senhor, como convém aos santos e que a ajudem em tudo que vier a precisar.
Paulo declara, porque tem sido protetora de mim e de muitos. Tem sido coluna, base, referência.
Já li muitos artigos sobre Ester, Débora, Rebeca, Maria, mas por que uma mulher chamou tanta a atenção do apóstolo Paulo, a ponto de adjetivá-la de forma tão contundente?

Febe desempenhava um ministério de servir na Igreja com excelência.

Tudo indica que Febe era diaconisa, provavelmente oficial da igreja. Para ser diaconisa suas credenciais eram: deveria ser respeitável, não maldizente, temperante e fiel em tudo, conforme Paulo escreveu a Timóteo, capítulo 3, versículo 11.
Ou seja, Febe possuía excelência naquilo que fazia, pois era uma mulher de Deus, cheia do Espírito Santo.

Febe cuidava de Paulo e dos demais, sendo hospitaleira e cuidadosa.

Febe também era generosa e hospitaleira, tendo ajudado a muitos crentes, incluindo o próprio apóstolo. Acredita-se esse cuidado de Febe incluía assistência financeira e obras de caridade.
Nesse grupo de investir financeiramente na obra de Deus, o médico Lucas nos apresenta, no capítulo 8: Maria Madalena, Joana, Suzana e outras mulheres anônimas que prestavam assistência a Jesus com os seus bens.

Febe tinha vida com Deus.

Naqueles dias havia um grande número de cristãos impostores, que fingiam ser cristãos. Esses pseudos-cristãos exploravam a bondade das pessoas, pedindo doações financeiras, narrando histórias fraudulentas. Logo, a carta de apresentação servia como garantia do caráter do indivíduo.
É uma verdade irrefutável que Febe era uma cristã genuína, uma mulher de Deus.

Febe estava na vanguarda das mulheres do seu tempo.

Em meio a uma cultura extremamente machista, em que a maioria das mulheres tinha a sua vida social dedicada a servir ao marido e dar-lhe descendentes, nota-se que Febe fez parte de um seleto time de mulheres que fizeram a diferença, quebrando paradigmas da sua época, mulheres que não se contentaram em ficar com águas nos tornozelos, antes, mergulharam em águas profundas, permitindo-se serem usadas na mão de Deus .
Se Paulo olha-se para a sua vida, será que ele te recomendaria assim como fez com Febe.  Será que ele diria que vocês muito trabalham como Trífena e Trifosa? Ou mesmo Pérside, Júlia e Priscila?
Oxalá, Deus faça de você uma Febe para esta geração, mulher de excelência que conseguiu arrancar elogios de ninguém menos que o apóstolo Paulo, tendo o seu nome eternizado na Sagrada Escritura com a autorização do Espírito Santo.