sexta-feira, 21 de julho de 2017

Jim Carrey prega sobre salvação em Cristo em centro de recuperação


O famoso ator Jim Carrey fez um discurso recente sobre sua fé em Jesus Cristo em um ministério cristão que se dedica a ajudar na recuperação de usuários de drogas e ex-presidiários. Após ser apresentado pelo líder cristão que dirige o local, ele declarou: “Esta sala está cheia de Deus”.
Em seguida, afirmou que tem passado por momentos difíceis em sua vida nos últimos anos e que “o sofrimento leva à salvação.” Disse ainda que Jesus sofreu mais que todos na cruz, mas escolheu o caminho da submissão a Deus e o perdão e que todos deveriam fazer o mesmo.
Com o nome de Homeboy Industries, a organização visitada por Carrey fica em Los Angeles e seu foco é auxiliar pessoas que estiveram envolvidas em gangues. Além de oferecer ajuda com advogados, eles também pagam pela remoção de tatuagens com os nomes das gangues e auxiliam as pessoas a procurarem emprego e “começar de novo”.
“Vocês estão aqui e isso indica que estão tomando uma decisão: trilhar o caminho do perdão e graça. Assim como Cristo fez na cruz. Ele sofreu terrivelmente e deu tudo por nós, a ponto de morrer”, assegurou o ator em uma mistura de testemunho e pregação.
“Usar o sofrimento e transformá-lo em compaixão e perdão é o que abre as portas do céu para todos nós. Isto é o que eu desejo para todos vocês e eu quero isso para mim também”, assegurou, sento bastante aplaudido.
Carrey tem um histórico de envolvimento com drogas e deve ir a julgamento nos Estados Unidos pela morte de uma ex-namorada.
Embora ele não tenha vindo a público anunciar sua conversão a Cristo, o vídeo onde ele aparece pregando sobre Jesus tem chamado a atenção da mídia como um indício de que o ator teve uma mudança de vida recentemente. Com informações de Hello Christian

domingo, 16 de julho de 2017

CADVPR - IBCADVPR

A esposa deve ser a ajudadora de seu marido

Quando ensino (ou mesmo apenas comento) o fato do homem ser o cabeça do lar, lamentavelmente percebo que, aos olhos de alguns, tanto homens como mulheres, isso soa com um certo tom depreciativo, quase como se a mulher fosse uma mera espécie de “serviçal”.

A mulher também tem deveres a cumprir no casamento. Suas responsabilidades matrimoniais incluem:
1. Ser ajudadora
2. Ser submissa
3. Ser administradora do lar
4. Ser amante
Destacaremos, como primeiro dever da esposa, a responsabilidade de ser uma ajudadora de seu marido, uma vez que esta é a primeira menção que o próprio Criador faz acerca de seu papel no matrimônio:
“Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea.” (Gênesis 2.18)
Isso não apenas reforça o fato de que a liderança do lar pertence ao homem na condição de cabeça, como também ressalta a importância da mulher no contexto matrimonial. Quando ensino (ou mesmo apenas comento) o fato do homem ser o cabeça do lar, lamentavelmente percebo que, aos olhos de alguns, tanto homens como mulheres, isso soa com um certo tom depreciativo, quase como se a mulher fosse uma mera espécie de “serviçal”. E o fato é que esta visão distorcida tem roubado não apenas aqueles que a possuem, como também ao seu próprio matrimônio! Creio que, ao definir a mulher como ajudadora, Deus não a estava rebaixando; pelo contrário, Ele estava justamente exaltando-a. Gosto de um termo que meu pai, ao pregar sobre família, usava em relação a este assunto; ele dizia que a mulher ocupa a função de “vice-presidente” do lar. Ou ainda, usando a analogia de um avião (onde agora escrevo este capítulo), ela poderia ser qualificada como “co-piloto” e não apenas como uma “comissária de bordo” (também não estou desmerecendo esta função, só destacando a distinção hierárquica que encontramos entre estas duas funções).
Ao reconhecer que o homem precisava de uma ajudadora, Deus definiu não apenas a incapacidade do homem de fazer tudo sozinho como também revelou que não havia ninguém mais qualificada para exercer este papel de ajudadora do que a mulher. Em outras palavras, Deus estava declarando que a mulher tem algo a oferecer para o andamento do lar que o homem não tem!
Estar sob um cabeça (uma autoridade) não desmerece ninguém! O marido tem como seu cabeça a Cristo e o próprio Cristo tem como cabeça a Deus Pai (1 Co 11.3) e, embora haja clara distinção na cadeia de comando e distribuição de tarefas entre a Trindade, nem Jesus e nem o Espírito Santo são apresentados como “menos-Deus” do que o Pai. Pelo contrário, a Bíblia os apresenta como um só Deus (Ef 4.4), assim como também diz que o marido e sua esposa são um.
Ajudando na tomada de decisões
Embora muitos maridos de “cabeça-dura” não entendam isto, Deus criou a mulher para ajudá-lo em tudo, até no governo do lar – obviamente não usurpando sua autoridade, mas contribuindo com a sugestão de bons conselhos. Precisamos desenvolver no lar a visão de equipe. Além da própria Trindade (modelo para nós nesta questão), vemos no Novo Testamento que as igrejas eram governadas pelos presbíteros (1 Tm 5.17) que compunham as equipes ministeriais; note o aspecto plural quando as Escrituras mencionam os presbíteros e você vai descobrir que ninguém estava no governo de uma igreja sozinho. Os lugares onde isto parece ter acontecido sempre demonstravam ter distorções (3 Jo 9). Contudo, vemos nos capítulos dois e três do livro de Apocalipse que, ao tratar com aquelas sete igrejas da Ásia, o Senhor Jesus se dirigia ao “anjo”, ao “mensageiro” da igreja. Este fato nos faz perceber que dentro de uma equipe ministerial há sempre o que chamamos de uma “voz maior”, alguém encarregado de uma responsabilidade maior (e que também será cobrado por Deus em um nível diferenciado). Em nossas igrejas, denominamos esta pessoa como o “presbítero-sênior”. Ele não governa sozinho, porque sabe que isto é contrário à sabedoria divina (Pv 18.1) que nos ensina que a sábia direção está na multidão de conselheiros” (Pv 11.14). Contudo, nenhum dos conselheiros podem usurpar sua autoridade e a responsabilidade de tomar a decisão correta será cobrada do líder, não de seus ajudadores.
Entendo que no casamento temos algo parecido. A visão bíblica do homem como cabeça do lar não é algo do tipo “o homem sabe tudo e a mulher fique de boca fechada”. Pelo contrário, a Palavra de Deus nos mostra claramente que o homem não está sempre certo, e precisa de conselhos (obviamente não de uma mulher que “tome as rédeas” do lar). Se Nabal tivesse ouvido sua mulher Abigail, não teria experimentado o fim trágico que teve por ser tão cabeça-dura (1 Sm 25.37,38). Penso que esta é a razão pela qual temos tantos exemplos bíblicos neste sentido que nos foram registrados.
Veja a questão de Pilatos, por exemplo. Tirando o fato de que a farsa de seu julgamento nos proporcionou o sacrifício de Cristo (o que nenhum de nós jamais achará ruim), vemos como Deus foi justo com ele. Sua mulher mandou-lhe um recado importantíssimo na hora do julgamento:
“E, estando ele no tribunal, sua mulher mandou dizer-lhe: Não te envolvas com esse justo; porque hoje, em sonho, muito sofri por seu respeito”. (Mateus 27.19)
Aquele governador romano estava para cometer o que, talvez, possa ser chamada de a maior injustiça não só da história dos tribunais de Roma, mas de toda a humanidade (e em todos os tempos) e, ainda assim, Deus procura usar a esposa deste homem para adverti-lo! O fato dela dizer que sofreu nos sonhos, chamar Jesus Cristo de justo, pedir ao esposo que não se envolvesse, tudo me faz entender que ela recebeu uma advertência divina. Paulo diz aos coríntios que, se os poderosos deste mundo (o que é clara referência às autoridades judaicas e romanas) tivessem conhecido ao Senhor da Glória, jamais o teriam crucificado. Isso mostra que, mesmo a Escritura prevendo como estes homens errariam, não foi Deus quem os induziu a isto. Ao contrário, Ele até mesmo advertiu Pilatos quanto ao que ele estava por decidir.
Mas o ponto principal que destacar neste ocorrido é o seguinte: se a mulher aconselhar e advertir seu esposo, quanto a uma decisão a ser tomada, ela está errando? Ela está desrespeitando sua autoridade? É claro que não! Se fosse errado Deus não teria falado com ela! E há outros exemplos na Palavra de Deus sobre a mulher participar (com sua opinião e conselho) da decisão a ser tomada pelo marido. É o caso de Abraão e Sara, por exemplo. Na hora de tomar a decisão de mandar Agar e Ismael para longe de Isaque, o patriarca fica com o coração pesado e sua esposa o encoraja a tomar a decisão; então Deus fala com ele acerca do assunto:
“Disse, porém, Deus a Abraão: Não te pareça isso mal por causa do moço e por causa da tua serva; atende a Sara em tudo o que ela te disser; porque por Isaque será chamada a tua descendência”. (Gênesis 21.12)
Ao dizer “atende a Sara em tudo o que ela te disser”, o Altíssimo, em outras palavras, estava dizendo a Abraão: “sua mulher está certa, está coberta de razão; e você deve ouvir seu sábio conselho”. Se fosse inaceitável que a mulher ajudasse ao marido, com sábios conselhos, quanto a tomar a decisão correta em seu governo do lar, você acredita que o Criador da família falaria assim com Abraão?
Isso não significa que a esposa tenha sempre a razão, da mesma forma como o marido também não tem, pois nenhum ser humano, em sua limitação e falibilidade, tem esta capacidade! O que estou dizendo é que há uma clara sinalização bíblica de que, no mínimo, a mulher possa opinar para ajudar seu marido nas escolhas. Falarei mais adiante acerca da importância do acordo entre o casal, mas aqui quero apenas destacar a participação da mulher como ajudante-conselheira do marido.
O papel de ajudadora da mulher é mais do que participar na distribuição de tarefas. Envolve também, além da função de conselheira, o aspecto de encorajadora. O marido não pode edificar seu lar sozinho, isso é algo muito claro na Palavra de Deus:
“A mulher sábia edifica a sua casa, mas a insensata, com as próprias mãos, a derriba”. (Provérbios 14.1)
Algo que a mulher, na condição de ajudadora, deve entender é que ela tem uma grande capacidade de edificar ou derrubar sua casa (não o prédio onde moram, mas o lar). Infelizmente, algumas esposas não tem sabedoria alguma – nem reconhecem que deveriam estar buscando por sabedoria através de conselhos de pessoas mais experientes (Tt 2.3-5) e mediante oração (Tg 1.5).
Muitos maridos não recebem nenhum encorajamento e motivação para nada na vida por parte de suas esposas; elas são, mulheres insensatas que estão, aos poucos, levando seu lar abaixo! Por outro lado, a mulher sábia sempre ajudará na edificação do seu lar, fazendo jus ao célebre ditado: “por trás (eu prefiro a expressão ‘ao lado’) de um grande homem, sempre há uma grande mulher”. O que me faz lembrar a declaração de Matthew Henry: “A mulher foi feita de uma costela tirada do lado de Adão; não de sua cabeça para governar sobre ele, nem de seu pé para ser pisada por ele; mas de seu lado, para ser igual a ele, debaixo de seu braço para ser protegida, e perto de seu coração para ser amada.”


Os deveres da esposa
Seja uma auxiliadora para seu marido (Gênesis 2:18). Esta é a finalidade pela qual você foi criada. Nunca se esqueça disso. Nenhum cônjuge deve servir a si mesmo de maneira egoísta, mas deve servir ao outro. Isto é principalmente verdadeiro para você como esposa. “Porque o homem não foi feito da mulher, e sim a mulher, do homem. Porque também o homem não foi criado por causa da mulher, e sim a mulher, por causa do homem” (1 Coríntios 11:8-9).
Seja submissa ao seu marido em tudo, assim como a igreja é submissa a Cristo (Efésios 5:22-24; Colossenses 3:18; 1 Pedro 3:1-6). Nós não precisamos procurar saber se isso ainda é apropriado ou se está ultrapassado. Os movimentos de libertação feminina podem levantar-se e cair, mas a Bíblia ainda diz: “Mulheres, sede vós, igualmente, submissas a vosso próprio marido” (1 Pedro 3:1).
Seja uma boa dona de casa (Tito 2:4-5; 1 Timóteo 5:14). O mundo nunca voltará a Deus até que, de algum modo, colocarmos as donas de casas de volta nos lares em vez de se dedicarem às carreiras. A mão que balança o berço governa o mundo.
Tenha um espírito manso e tranqüilo (1 Pedro 3:4). Talvez há mulheres hoje que gostariam mais que pensassem nelas como “pessoas” e não “mulheres”. Ao protestar e queixar-se são barulhentas, tumultuosas e conseqüentemente disonrosas. É honorável ser uma mulher (1 Pedro 3:7), e ter "um espírito manso e tranqüilo, que é de grande valor diante de Deus" (1 Pedro 3:4).
Conceda ao seu marido o afeto que lhe é devido (1 Coríntios 7:3). Em uma base igual, ambos os partidos são obrigados, entre outras coisas, a satisfazer os desejos sexuais do outro.
Não prive seu marido de seu corpo, porque pertence a ele (1 Coríntios 7:4-5). Não cumprir suas obrigações conjugais com seu marido é roubar o que lhe é devido.
“O que acha uma esposa acha o bem e alcançou a benevolência do Senhor” (Provérbios 18:22)

Abuso de 1 Coríntios 7:3-5
Abusando daquilo que Paulo disse. Há duas maneiras que alguns abusam daquilo que Paulo disse: ➊ não obedecendo o mandamento, ➋ distorcendo o que ele disse para justificar o sexo forçado. O primeiro é desobediência total. O segundo é repugnante e desatencioso. Ambos são pecaminosos! Para refrescar sua memória, aqui estão os deveres que eu mencionei com esta passagem: 
●     Conceda ao seu marido o afeto que lhe é devido (1 Coríntios 7:3). Em uma base igual, ambos os partidos são obrigados, entre outras coisas, a satisfazer as necessidades e os desejos sexuais do outro. 
●     Não prive seu marido de seu corpo, porque pertence a ele (1 Coríntios 7:4-5). Não cumprir suas obrigações conjugais com seu marido é roubar o que lhe é devido.
Definindo o que Paulo disse. Meus comentários eram apenas para definir literalmente o que Paulo disse. Vamos examinar a frase, "conceda ... o que lhe é devido”. Qualquer dicionário mostrará que "conceder" significa "dispor para que (alguém) faça uso de (um direito seu)”. Isso implica que a outra pessoa tem direito de “usar” aquilo, assim tornando “obrigado” que o outro permita. Também, na frase, "não priveis um ao outro", "privar" significa "Impedir(-se) de ter a posse ou gozo de alguma coisa ou de algum bem, abster-se de”. Ou seja, não “pagar” é "roubar" o que é "devido" o outro cônjuge.
Não Seja Egoísta! Paulo está incentivando a consideração sem egoísmo para o outro cônjuge. Deve haver um consentimento de ambos os cônjuges, sobre ter ou não relações sexuais. Se não houver sexo, deve haver consentimento (versículo 5). Do mesmo modo, se o sexo ocorrer, deve haver consentimento. Nenhum cônjuge deve reter o sexo do outro de maneira egoísta. Por outro lado, cada cônjuge precisa levar em consideração o outro e não abusar dessa passagem para própria satisfação egoísta. O ponto: "Não seja egoísta, de nenhuma das duas maneiras!"

Apocalipse 6. Os Eventos que sucederão quando da Abertura dos Sete Selos do Livro do Cordeiro
“Vi quando o Cordeiro abriu um dos sete selos e ouvi um dos quatro seres viventes dizendo, como se fosse voz de trovão: Vem! Vi, então, e eis um cavalo branco e o seu cavaleiro com um arco; e foi-lhe dada uma coroa; e ele saiu vencendo e para vencer.” Apocalipse 6:1,2
No estudo anterior: Apocalipse 5. O Livro na Mão do Cordeiro, já identificamos que livro é este que se encontra nas mãos do Senhor Jesus Cristo. E neste presente estudo, como havíamos prometido, falaremos sobre os eventos que sucederão quando da abertura de cada um dos sete selos, os quais são sinais de que o fim se aproxima, como veremos neste estudo.
Este presente capítulo 6 do Apocalipse é um dos mais notáveis capítulos do último dos livros da Bíblia, pois dele depende a compreensão de quase tudo o que virá a seguir neste livro da Revelação de Jesus Cristo.
Também é, como teremos de ver adiante, uma reafirmação de tudo o que o Senhor Jesus Cristo nos fala a respeito do fim nos Evangelhos. Há uma indissociável e tremenda relação entre os relatos de Cristo sobre o fim, os relatos dos profetas Daniel, Joel e Zacarias e este capítulo 6 do Apocalipse. Portanto, é indispensável que ouçamos, primeiramente, o relato do Senhor Jesus nos Evangelhos, para podermos entender com maior precisão este capítulo 6 do Apocalipse.
Quando o Senhor estava assentado no Monte das Oliveiras, seus discípulos lhe fizeram uma importantíssima pergunta, a qual foi:
“Dize-nos quando sucederão estas coisas e que sinal haverá da tua vinda e da consumação do século.” Mateus 24:3
Observem a profundidade e a complexidade da pergunta, a qual foi dirigida ao Senhor Jesus após ele ter dito que não ficaria pedra sobre pedra que não fosse derrubada do segundo Templo, construído em 516 AC, e que foi destruído (porém não completamente, parte dos muros permanece de pé, até hoje, em Jerusalém) pelos romanos no ano 70 AD. Os discípulos estavam indagando sobre quando viria o fim e sobre que sinal haveria da volta de Cristo. Atentemos bem para o fato de que os discípulos indagaram sobre os sinais da vinda de Cristo! E ele lhes respondeu.
Respondendo o Senhor, disse-lhes, em primeiro lugar, que se acautelassem dos falsos profetas e dos falsos cristos que surgiriam e que enganariam a muitos. Esta é, portanto, mais uma solene declaração do Senhor Jesus a fim de advertir a Igreja sobre as muitas mentiras que Satanás tem propagado, e que ainda propagará, com vistas a enganar os incrédulos e, se possível, os próprios cristãos (referimo-nos aqui aos cristãos verdadeiros, aos nascidos de novo, e não a meros simpatizantes do Evangelho, como é, lamentavelmente, o caso da esmagadora maioria dos católicos e que também, ainda mais infelizmente ainda, é o caso de muitos que a si mesmos chamam de evangélicos).
Em seguida, o Senhor Jesus Cristo passa a apresentar um compreensível relato sobre os eventos que sucederão no mundo até que ele retorne. E o capítulo 6 do Apocalipse reitera e acrescenta detalhes sobre estes eventos. A chave para que se possa compreender a cronologia desses eventos, os quais começarão a ocorrer após a abertura do primeiro dos sete selos, é precisamente este relato do Senhor contido nos Evangelhos.
Paciência, dedicação, humildade diante de Deus e fé são elementos indispensáveis à compreensão dos mistérios de Deus, portanto, lhe pedimos que leia, atentamente, todo o capítulo 24 do Evangelho Segundo Mateus, antes de você prosseguir com este estudo. Fazendo assim, sua compreensão sobre o capítulo 6 do Apocalipse será bem mais fácil e precisa.
No capítulo 24 do Evangelho Segundo Mateus, o Senhor faz um amplo relato que vai desde a sua advertência sobre os falsos cristos e falsos profetas, passando pela perseguição da Igreja, pelas guerras e pelos rumores de guerras que ainda haverá no mundo, fomes, terremotos e morte, até a sua segunda vinda, quando ocorrerá o arrebatamento da Igreja e a desgraça dos que forem deixados para trás. Ele também menciona o surgimento da besta, o abominável da desolação, o qual se assentará em Jerusalém buscando passar-se por Deus, e quão terríveis serão aqueles dias, os quais não tivessem sido abreviados pelo Pai, ninguém se salvaria. E aqui reafirmamos, não há como bem compreender o Apocalipse sem que bem se compreendam os Evangelhos.
O Cavalo Branco e o Cavaleiro com um Arco
“Vi quando o Cordeiro abriu um dos sete selos e ouvi um dos quatro seres viventes dizendo, como se fosse voz de trovão: Vem! Vi, então, e eis um cavalo branco e o seu cavaleiro com um arco; e foi-lhe dada uma coroa; e ele saiu vencendo e para vencer.” Apocalipse 6:1,2
A abertura do primeiro dos sete selos que selam o Livro da Vida dá início ao último período da história humana, ou seja, com a abertura do primeiro selo se inicia o irreversível processo rumo ao fim do mundo e à chegada do juízo de Deus. Para nossa alegria, é também uma como que contagem regressiva até que tenha, finalmente, chegado a hora da nossa redenção e salvação eterna, o que acontecerá quando o Senhor vier em grande glória.
Este cavaleiro montado sobre um cavalo branco recebeu uma coroa e está com um arco. E, observemos bem, a sua chegada antecede toda uma séria de eventos trágicos que sobrevirão ao mundo, a saber, guerras, fome, pestes e morte, terremotos, a queda das estrelas do céu, e o grande temor que sobrevirá aos que habitam sobre a terra, devido à chegada do dia da ira do Cordeiro e do juízo de Deus.
A coroa que foi dada a esse cavaleiro significa um reino e o arco significa guerra e perseguição. Este cavaleiro é a besta descrita no capítulo 13 do Apocalipse, o qual trará guerra sobre a terra e empreenderá a mais atroz de todas as perseguições que já houve contra os cristãos em toda a história da Igreja. Se você desejar saber melhor sobre o que e quem é a besta, sugerimos-lhe que leia este artigo que já publicamos sobre este assunto.
Sobre a coroa que ele receberá e sobre as guerras que trará sobre o mundo, isto já foi profetizado pelo profeta Daniel. Daniel fala sobre ambas estas coisas, a saber, sobre as guerras e sobre a perseguição aos cristãos, chamados por ele de o povo santo:
“Levantar-se-á um rei de feroz catadura e especialista em intrigas. Grande é o seu poder, mas não por sua própria força; causará estupendas destruições, prosperará e fará o que lhe aprouver; destruirá os poderosos e o povo santo. Por sua astúcia nos seus empreendimentos, fará prosperar o engano, no seu coração se engrandecerá e destruirá a muitos que vivem despreocupadamente; levantar-se-á contra o Príncipe dos príncipes, mas será quebrado sem esforço de mãos humanas.” Daniel 8:23-25
Este cavaleiro, que aparecerá após a abertura do primeiro dos sete selos do Livro do Cordeiro, é o governo da besta, que será uma aliança de dez nações, sobre a qual também falou o profeta Daniel. A besta será uma confederação de dez nações, cujos dez reis são representados por dez chifres, e esta confederação será liderada por sete cabeças, as quais também serão sete reis, porém cada um a seu tempo, ou seja, a aliança dos dez reis - os chifres - será liderada por sete cabeças (reis) que virão em uma sequência cronológica, um após o outro. Serão sete reis, sendo a última das cabeças a besta do capítulo 13 do Apocalipse, o oitavo rei que procede dos sete.
“Aqui está o sentido, que tem sabedoria: as sete cabeças são sete montes, nos quais a mulher está sentada. São também sete reis, dos quais caíram cinco, um existe, e o outro ainda não chegou; e, quando chegar, tem de durar pouco. E a besta, que era e não é, também é ele, o oitavo rei, e procede dos sete, e caminha para a destruição. Os dez chifres que viste são dez reis, os quais ainda não receberam reino, mas recebem autoridade como reis, com a besta, durante uma hora. Têm estes um só pensamento e oferecem à besta o poder e a autoridade que possuem. Pelejarão eles contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se acham com ele.” Apocalipse 17:9-14
Será este o rei que virá contra Cristo, quando este se encontrar em Jerusalém, na guerra do Armagedom. Também sobre esse oitavo rei, o Apocalipse fala que fará guerra contra os santos e os vencerá. A identificação deste cavaleiro, o qual tem uma coroa e um arco (reino e guerra), com a besta dos capítulos 13 e 17 do Apocalipse não é difícil, pois o Apocalipse menciona dez reis que enfrentarão o Príncipe dos príncipes, que é o Senhor Jesus Cristo, e que somente um deles terminará liderando toda a confederação das dez nações, as quais virão contra Cristo no dia do Armagedom. Vejamos a semelhança do relato do profeta Daniel com o relato do apóstolo João no Apocalipse:
“Os dez chifres correspondem a dez reis que se levantarão daquele mesmo reino; e, depois deles, se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis. Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei; e os santos lhe serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade de um tempo.” Daniel 7:24,25
“Vi emergir do mar uma besta que tinha dez chifres e sete cabeças e, sobre os chifres, dez diademas e, sobre as cabeças, nomes de blasfêmia. A besta que vi era semelhante a leopardo, com pés como de urso e boca como de leão. E deu-lhe o dragão o seu poder, o seu trono e grande autoridade. Então, vi uma de suas cabeças como golpeada de morte, mas essa ferida mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou, seguindo a besta; e adoraram o dragão porque deu a sua autoridade à besta; também adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem pode pelejar contra ela? Foi-lhe dada uma boca que proferia arrogâncias e blasfêmias e autoridade para agir quarenta e dois meses; e abriu a boca em blasfêmias contra Deus, para lhe difamar o nome e difamar o tabernáculo, a saber, os que habitam no céu. Foi-lhe dado, também, que pelejasse contra os santos e os vencesse. Deu-se-lhe ainda autoridade sobre cada tribo, povo, língua e nação; e adorá-la-ão todos os que habitam sobre a terra, aqueles cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo.” Apocalipse 13:1-8
“Os dez chifres que viste são dez reis, os quais ainda não receberam reino, mas recebem autoridade como reis, com a besta, durante uma hora. Têm estes um só pensamento e oferecem à besta o poder e a autoridade que possuem.Pelejarão eles contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se acham com ele.” Apocalipse 17:12-14
Importante entendermos aqui que o momento do surgimento da aliança das dez nações - os dez chifres, ou dez reis que dela farão parte - não é o mesmo momento quando se levantará o oitavo rei de que fala o capítulo 17 do Apocalipse. O oitavo rei será a besta que agirá juntamente com o falso profeta, também chamado de besta. O oitavo rei é aquele que o Senhor Jesus chama de o abominável da desolação, o qual estará em Jerusalém e buscará ser adorado como se fosse Deus. Este oitavo rei será lançado vivo dentro do lago do fogo, juntamente com o falo profeta, no dia do retorno do Senhor Jesus.
Segundo o Apocalipse, a Besta, o oitavo rei, procederá das sete cabeças, e não dos dez chifres que serão os líderes da aliança de dez nações, hoje já se configurando no movimento imperialista global, a Nova Ordem Política, Militar e Econômica Global, ou simplesmente, a Nova Ordem Mundial. Acreditamos que esta confederação das dez nações sairá do que hoje conhecemos como G8. Confira, novamente e atentamente, este trecho bíblico a seguir:
“Aqui está o sentido, que tem sabedoria: as sete cabeças são sete montes, nos quais a mulher está sentada. São também sete reis, dos quais caíram cinco, um existe, e o outro ainda não chegou; e, quando chegar, tem de durar pouco. E a besta, que era e não é, também é ele, o oitavo rei, e procede dos sete, e caminha para a destruição. Os dez chifres que viste são dez reis, os quais ainda não receberam reino, mas recebem autoridade como reis, com a besta, durante uma hora. Têm estes um só pensamento e oferecem à besta o poder e a autoridade que possuem. Pelejarão eles contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se acham com ele.” Apocalipse 17:9-14
O Cavalo Vermelho e seu Cavaleiro com uma grande Espada
“Quando abriu o segundo selo, ouvi o segundo ser vivente dizendo: Vem! E saiu outro cavalo, vermelho; e ao seu cavaleiro, foi-lhe dado tirar a paz da terra para que os homens se matassem uns aos outros; também lhe foi dada uma grande espada.” Apocalipse 6:3,4
Na sequência dos eventos finais, agora surge um cavaleiro montado em um cavalo vermelho, simbolizando sangue, e o fato de lhe ter sido dado tirar a paz da terra e uma grande espada, significa GUERRAS. Isto está em conformidade perfeita com a sequência dos eventos anunciada pelo Senhor Jesus em Mateus 24, e com tudo o que já foi explicado acima. Eis a sequência dos eventos de que nos fala o Senhor e observem a harmonia entre Mateus 24 e Apocalipse 6.
“E, certamente, ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; vede, não vos assusteis, porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, reino contra reino, e haverá fomes e terremotos em vários lugares; porém tudo isto é o princípio das dores.” Mateus 24:6-8
O Cavalo Preto e seu Cavaleiro com uma Balança
“Quando abriu o terceiro selo, ouvi o terceiro ser vivente dizendo: Vem! Então, vi, e eis um cavalo preto e o seu cavaleiro com uma balança na mão. E ouvi uma como que voz no meio dos quatro seres viventes dizendo: Uma medida de trigo por um denário; três medidas de cevada por um denário; e não danifiques o azeite e o vinho.” Apocalipse 6:5,6
Em Mateus 20, vemos o Senhor nos apresentando a Parábola dos Trabalhadores, e nesta parábola, um dia inteiro de trabalho equivalia a um denário. Já neste versículo 6 do capítulo 6 do Apocalipse, vemos que será necessário um denário para se adquirir uma medida de trigo ou três medidas de cevada. Pelo estudo das medidas antigas, uma medida de trigo (choinix) equivalia, aproximadamente, a um quilo. Então vemos uma situação onde temos o equivalente de um dia de trabalho para que se possa comprar apenas um quilo de trigo. Para se ter uma idéia do que isto significa, um quilo de trigo bruto, hoje, custa cerca de R$ 1,50 a preço de mercado. Se dividirmos o valor mensal do salário mínimo de hoje por 20 dias trabalhados, teremos o equivalente ao quilo de trigo custando R$ 23,25, o que significaria um aumento de 1550% sobre o valor do trigo. E isto só pode significar uma coisa: FOME. Não acreditamos que haverá falta de comida na terra por falta de provisão da parte de Deus, todavia, a miséria está se alastrando sobre o mundo inteiro, e estima-se que hoje a metade da população mundial (estimada em cerca de 7 bilhões de pessoas) esteja vivendo em profunda pobreza ou em absoluta miséria. A atual crise econômica e a tensão internacional tenderão, à semelhança do que ocorreu na segunda guerra mundial, a conduzir o mundo inteiro à guerra e à fome. Sendo que no período da abertura dos sete selos, a situação será irreversível. Novamente, vejamos como o capítulo 6 do Apocalipse repete a sequência de eventos anunciada pelo Senhor Jesus:
“E, certamente, ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; vede, não vos assusteis, porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, reino contra reino, e haverá fomes e terremotos em vários lugares; porém tudo isto é o princípio das dores.” Mateus 24:6-8
O Cavalo Amarelo e o seu Cavaleiro chamado Morte
“Quando o Cordeiro abriu o quarto selo, ouvi a voz do quarto ser vivente dizendo: Vem! E olhei, e eis um cavalo amarelo e o seu cavaleiro, sendo este chamado Morte; e o Inferno o estava seguindo, e foi-lhes dada autoridade sobre a quarta parte da terra para matar à espada, pela fome, com a mortandade e por meio das feras da terra.” Apocalipse 6:7,8
A cor amarela se refere ao livor cadavérico dos corpos mortos, os quais assumem uma coloração amarelada quase que imediatamente após a morte.
O capítulo 21 do Evangelho Segundo Lucas é o equivalente em narrativa ao capítulo 24 do Evangelho Segundo Mateus. E lá vemos a sequência dos eventos do fim dada pelo Senhor Jesus:
“Então, lhes disse: Levantar-se-á nação contra nação, e reino, contra reino; haverá grandes terremotos, epidemias e fome em vários lugares, coisas espantosas e também grandes sinais do céu.” Lucas 21:10,11
Neste momento, quando da abertura do quarto selo, a situação se agrava bastante. Já estão em ação os três cavaleiros anteriores, a BESTA, as GUERRAS e as FOMES. Agora não somente entram em ação as EPIDEMIAS, bem como a este cavaleiro amarelo é dado matar pela guerra, pela fome, por epidemias e por meio das feras da terra a quarta parte da população. Como já dito anteriormente, a população mundial já está nos 7 bilhões de pessoas. Sendo assim, a quarta parte da população da terra sendo morta, teremos cerca de 1 bilhão e 750 milhões de mortos, o equivalente a quase dez vezes a população do Brasil composta de cadáveres. A palavra fera (do grego therion = besta, selvagem, feroz) usada neste capítulo 6 do Apocalipse, é a mesma palavra usada para se referir à besta que virá quando o primeiro selo for aberto. Entendemos que a mortandade causada pelas feras da terra não se refere a animais ferozes, como tigres ou leopardos, mas sim a homens criminosos, sanguinários e assassinos, os quais se multiplicarão no decorrer dos anos adiante de nós. Haverá uma extraordinária multiplicação do número de criminosos, de corruptos e de corruptores, de ladrões e de assassinos, e haverá muita violência sobre a terra. E isto está em conformidade com o que disse o Senhor sobre a multiplicação do pecado e da maldade nos últimos dias que antecederão o fim. E isto ele diz no mesmo lugar onde ele nos apresenta a sequência dos eventos do fim.
“E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de quase todos.”  Mateus 24:12 
Nesse tempo, haverá também uma intensa e feroz ação dos demônios, os quais estarão possuindo os corpos de muitas dessas feras da terra.
O Quinto Selo e a Perseguição da Igreja
“Quando ele abriu o quinto selo, vi, debaixo do altar, as almas daqueles que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que sustentavam. Clamaram em grande voz, dizendo: Até quando, ó Soberano Senhor, santo e verdadeiro, não julgas, nem vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra? Então, a cada um deles foi dada uma vestidura branca, e lhes disseram que repousassem ainda por pouco tempo, até que também se completasse o número dos seus conservos e seus irmãos que iam ser mortos como igualmente eles foram.” Apocalipse 6:9-11
Na magnífica sabedoria e na grandiosidade do amor de Deus, ele nos adverte e alerta sobre a perseguição que teremos de padecer, ao mesmo tempo em que nos apresenta uma poderosa consolação. Neste cenário do capítulo 6 do Apocalipse vemos as almas dos cristãos perseguidos por causa do testemunho de Cristo conscientes e falando com o Senhor. O fato de estarem debaixo do altar significa que foram salvas e que estão em conforto. A cada um deles é dada uma vestidura branca. Estas vestiduras brancas possuem um significado belíssimo, pois significam santidade e o fato de que suas mortes por causa do testemunho de Cristo não foram em vão, pois seus atos de justiça (suas boas obras) os acompanham até os céus. Vejamos onde isto está nas Escrituras.
“Alegremo-nos, exultemos e demos-lhe a glória, porque são chegadas as bodas do Cordeiro, cuja esposa a si mesma já se ataviou, pois lhe foi dado vestir-se de linho finíssimo, resplandecente e puro. Porque o linho finíssimo são os atos de justiça dos santos.” Apocalipse 19:7,8
Estas vestiduras brancas, de linho finíssimo, resplandecente e puro significam também a preparação para o momento das bodas do Cordeiro, o que sucederá quando ocorrer a ressurreição da vida, onde as almas dos justos serão reunidas a seus próprios corpos ressuscitados e assim, em corpos celestiais e eternos, nos alegraremos com o Senhor Jesus nas bodas do Cordeiro. Estas vestes também significam o preparo para o momento quando seremos reunidos nas nuvens com o Senhor Jesus Cristo e seus exércitos de anjos no dia do arrebatamento da Igreja, que é o dia da ressurreição e da volta de Cristo, o último dia.
“Vi o céu aberto, e eis um cavalo branco. O seu cavaleiro se chama Fiel e Verdadeiro e julga e peleja com justiça. Os seus olhos são chama de fogo; na sua cabeça, há muitos diademas; tem um nome escrito que ninguém conhece, senão ele mesmo. Está vestido com um manto tinto de sangue, e o seu nome se chama o Verbo de Deus; e seguiam-no os exércitos que há no céu, montando cavalos brancos, com vestiduras de linho finíssimo, branco e puro. Sai da sua boca uma espada afiada, para com ela ferir as nações; e ele mesmo as regerá com cetro de ferro e, pessoalmente, pisa o lagar do vinho do furor da ira do Deus Todo-Poderoso. Tem no seu manto e na sua coxa um nome inscrito: REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES.” Apocalipse 19:11-16
Novamente, e mais esta vez, advertimos a Igreja, em nome do Senhor Jesus Cristo, que se prepare para ser perseguida, pois é disto o que estão tratando estes versículos de 9 a 11 do capítulo 6 do Apocalipse, e pela cronologia dos eventos bíblicos, quando da abertura do quinto selo, o Senhor ainda NÃO TERÁ RETORNADO, logo o arrebatamento da Igreja não poderá ter ocorrido ainda! Está escrito que a besta fará perseguição contra os santos e que prevalecerá, levando muitos cristãos aos cárceres e à morte. Não é motivo para nenhum desespero, mas para a aceitação do plano de Deus tal como ele o traçou, sendo loucura a tentativa de criarmos escapes fantasiosos e falsos para não admitirmos a realidade que está à nossa frente. Perseguição e dor, sim, mas um final tremendamente glorioso para a Igreja, o qual não será propriamente um final, mas o começo do dia eterno, quando herdaremos o Reino de Deus e veremos o Senhor Jesus Cristo face a face, e o ouviremos nos chamar pelo nosso novo nome, de sua própria boca. Antes, porém, será necessário que a Igreja seja embranquecida pelo fogo do sofrimento da perseguição pela qual terá de passar.
“Alguns dos sábios cairão para serem provados, purificados e embranquecidos, até ao tempo do fim, porque se dará ainda no tempo determinado.” Daniel 11:35
“Foi-lhe dado, também, que pelejasse contra os santos e os vencesse. Deu-se-lhe ainda autoridade sobre cada tribo, povo, língua e nação; e adorá-la-ão todos os que habitam sobre a terra, aqueles cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo. Se alguém tem ouvidos, ouça. Se alguém leva para cativeiro, para cativeiro vai. Se alguém matar à espada, necessário é que seja morto à espada. Aqui está a perseverança e a fidelidade dos santos.” Apocalipse 13:7-10
Se alguém leva para cativeiro, para cativeiro vai” significa a prisão de cristãos e Se alguém matar à espada, necessário é que seja morto à espada” significa a morte de cristãos por causa do testemunho de Cristo, por isso neste mesmo lugar está escrito: Aqui está a perseverança e a fidelidade dos santos”.
Estas coisas também estão alinhadas com o relato sobre os eventos do fim apresentado pelo Senhor Jesus Cristo em Mateus 24 e em Lucas 21:
“Então, sereis atribulados, e vos matarão. Sereis odiados de todas as nações, por causa do meu nome.” Mateus 24:9
“E sereis entregues até por vossos pais, irmãos, parentes e amigos; e matarão alguns dentre vós.” Lucas 21:16
No relato do Evangelho Segundo Lucas, temos ainda a revelação de que o princípio das dores será PRECEDIDO pela perseguição aos cristãos.
“Então, lhes disse: Levantar-se-á nação contra nação, e reino, contra reino; haverá grandes terremotos, epidemias e fome em vários lugares, coisas espantosas e também grandes sinais do céu. Antes, porém, de todas estas coisas, lançarão mão de vós e vos perseguirão, entregando-vos às sinagogas e aos cárceres, levando-vos à presença de reis e governadores, por causa do meu nome; e isto vos acontecerá para que deis testemunho.” Lucas 21:10-13
A seguir veremos o que sucederá quando da abertura do sexto selo do Livro do Cordeiro. Este tem sido considerado um dos mais difíceis trechos do Apocalipse, principalmente pela aparente dificuldade de se compreendê-lo cronologicamente em relação às sete trombetas e às sete taças da cólera de Deus. Sendo assim, o estudo deste trecho do Apocalipse requer de nós uma atenção e um cuidado todo especial. Lembremo-nos de que o Apocalipse faz menção de sete selos que serão abertos, sete trombetas que serão tocadas e sete taças da cólera de Deus que serão derramadas sobre a terra. Todavia, o Apocalipse não foi escrito de modo que estas sequências e suas cronologias sejam facilmente compreendidas pelo simples exercício do intelecto humano. É necessária a direta intervenção de Deus para a sua compreensão, pois se tratam de mistérios a serem revelados.
A Abertura do Sexto Selo, a Anunciação da Chegada do Dia do Senhor
“Vi quando o Cordeiro abriu o sexto selo, e sobreveio grande terremoto. O sol se tornou negro como saco de crina, a lua toda, como sangue, as estrelas do céu caíram pela terra, como a figueira, quando abalada por vento forte, deixa cair os seus figos verdes, e o céu recolheu-se como um pergaminho quando se enrola. Então, todos os montes e ilhas foram movidos do seu lugar. Os reis da terra, os grandes, os comandantes, os ricos, os poderosos e todo escravo e todo livre se esconderam nas cavernas e nos penhascos dos montes e disseram aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós e escondei-nos da face daquele que se assenta no trono e da ira do Cordeiro, porque chegou o grande Dia da ira deles; e quem é que pode suster-se?” Apocalipse 6:12-17
O que sucederá quando da abertura do sexto selo também já havia sido dito pelo Senhor nas sequências dos capítulos 24 de Mateus e 13 de Marcos. Vejamos:
Logo em seguida à tribulação daqueles dias, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados. Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória. E ele enviará os seus anjos, com grande clangor de trombeta, os quais reunirão os seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus.” Mateus 24:29-31
“Mas, naqueles dias, após a referida tribulação, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados. Então, verão o Filho do Homem vir nas nuvens, com grande poder e glória. E ele enviará os anjos e reunirá os seus escolhidos dos quatro ventos, da extremidade da terra até à extremidade do céu.” Marcos 13:24-27
Aqui neste ponto, não podemos nos esquecer do que foi dito pelo profeta Joel e repetido pelo apóstolo Pedro no livro dos Atos dos Apóstolos. Vejamos:
“Mas o que ocorre é o que foi dito por intermédio do profeta Joel: E acontecerá nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei do meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos jovens terão visões, e sonharão vossos velhos; até sobre os meus servos e sobre as minhas servas derramarei do meu Espírito naqueles dias, e profetizarão. Mostrarei prodígios em cima no céu e sinais embaixo na terra: sangue, fogo e vapor de fumaça. O sol se converterá em trevas, e a lua, em sangue, antes que venha o grande e glorioso Dia do Senhor. E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.” Atos 2:16-21
Ora, porque o profeta Joel e o apóstolo Pedro dizem que O sol se converterá em trevas, e a lua, em sangue, antes que venha o grande e glorioso Dia do Senhor”? Porque esse ANTES está ali? Isto está assim dito porque eventos ainda se sucederão antes do momento exato da volta de Cristo, que é o Dia do Senhor, e um desses eventos é o Armagedom. Recorramos, pois, ao livro do profeta Zacarias, o qual também fala sobre o Dia do Senhor e sobre o Armagedom.
“Eis que vem o Dia do SENHOR, em que os teus despojos se repartirão no meio de ti. Porque eu ajuntarei todas as nações para a peleja contra Jerusalém; e a cidade será tomada, e as casas serão saqueadas, e as mulheres, forçadas; metade da cidade sairá para o cativeiro, mas o restante do povo não será expulso da cidade. Então, sairá o SENHOR e pelejará contra essas nações, como pelejou no dia da batalhaNaquele dia, estarão os seus pés sobre o monte das Oliveiras, que está defronte de Jerusalém para o oriente; o monte das Oliveiras será fendido pelo meio, para o oriente e para o ocidente, e haverá um vale muito grande; metade do monte se apartará para o norte, e a outra metade, para o sul. Fugireis pelo vale dos meus montes, porque o vale dos montes chegará até Azal; sim, fugireis como fugistes do terremoto nos dias de Uzias, rei de Judá; então, virá o SENHOR, meu Deus, e todos os santos, com eleAcontecerá, naquele dia, que não haverá luz, mas frio e gelo. Mas será um dia singular conhecido do SENHOR; não será nem dia nem noite, mas haverá luz à tarde.” Zacarias 14:1-7
O que o profeta Zacarias está afirmando quando diz que o Dia do Senhor não será nem dia nem noite, mas que haverá luz à tarde? O que a Bíblia está dizendo é que entre o período que vai desde a abertura do sexto selo até o Armagedom e o juízo de Deus, eventos apocalípticos ainda terão lugar, dentre eles o cerco de Jerusalém pela besta e pelos seus exércitos e a batalha do Armagedom propriamente dita. Então o Senhor descerá dos céus para ressuscitar os seus eleitos e arrebatar a sua Igreja, e para pelejar contra a besta e seus exércitos, salvando Jerusalém da completa aniquilação. E vejamos como o Senhor Jesus, ainda faz uma das últimas advertências à Igreja sobre o momento da sua vinda. E isto ocorrerá quando o sexto anjo derramar uma das sete taças da cólera de Deus.
“Derramou o sexto a sua taça sobre o grande rio Eufrates, cujas águas secaram, para que se preparasse o caminho dos reis que vêm do lado do nascimento do sol. Então, vi sair da boca do dragão, da boca da besta e da boca do falso profeta três espíritos imundos semelhantes a rãs; porque eles são espíritos de demônios, operadores de sinais, e se dirigem aos reis do mundo inteiro com o fim de ajuntá-los para a peleja do grande Dia do Deus Todo-Poderoso. (Eis que venho como vem o ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se veja a sua vergonha.) Então, os ajuntaram no lugar que em hebraico se chama Armagedom.” Apocalipse 16:12-16
O profeta Zacarias nos está dizendo que o Dia do Senhor não será um dia tal como o conhecemos, com manhã, tarde e noite, mas um período de tempo singular, onde eventos apocalípticos terão lugar. Por isso está escrito: Mas será um dia singular conhecido do SENHOR; não será nem dia nem noite, mas haverá luz à tarde.” Zacarias 14:7. E é, precisamente, pelo fato de o Dia do Senhor ser um período singular de tempo que tantos eventos ocorrerão naquele dia. E esta é uma das chaves para que se possa entender a cronologia do Apocalipse.
No próximo estudo, trataremos da abertura do Sétimo Selo, cujo relato não se encontra no capítulo 6 do Apocalipse, mas no capítulo 8. E pensamos que seja melhor desta forma, pois teremos de falar sobre as Sete Trombetas e sobre as Sete Taças da Cólera de Deus, as quais serão derramadas sobre a terra. E cremos, a cronologia desses eventos será ainda melhor compreendida, bem como o significado do período de tempo que a Bíblia chama de o Dia do Senhor. Não é por acaso que o relato sobre a abertura do sétimo selo é precedido por diversos outros relatos no Apocalipse, e teremos de falar sobre eles. Sugerimos-lhe que releia este estudo, confrontando-o com a Bíblia, que o examine cuidadosamente, a fim de que você esteja melhor preparado para o estudo seguinte.

terça-feira, 11 de julho de 2017


Criada a primeira Igreja em Vila Pacheco da Rocha  no Município de Nova Iguaçu Rio de Janeiro, Presidida pelo Pastor Presidente Josias Pacheco Meirelles da Catedral das Assembleias de Deus em Vila Pacheco da Rocha - CADVPR  sua esposa Missionária  Fatima Helena Victorino Meirelles Presidenta do Instituto Beneficente da Catedral das Assembleias de Deus em Vila Pacheco da Rocha - IBCADVPR. O intuito é promover a musica através do ensino instrumental e musica através do louvor. Tomamos por empréstimo de Israel e do Velho Testamento. Originalmente, “levita” significa descendente de Levi, que era um dos 12 filhos de Jacó.
Os levitas começaram a se destacar entre as 12 tribos de Israel por ocasião do episódio do bezerro de ouro. Quando Moisés desceu do monte e viu o povo entregue à idolatria, encheu-se de ira e cobrou um posicionamento dos israelitas.
Então, muitas das vezes em que se fala sobre os levitas no Velho Testamento, a referência se aplica aos ajudantes dos sacerdotes. Seu serviço era cuidar do tabernáculo e de seus utensílios, inclusive carregando tudo durante a viagem pelo deserto (Núm. capítulos.3, 4, 8, 18).
Naquele tempo, os levitas não eram responsáveis pela música no tabernáculo. Afinal, não havia uma parte musical no culto estabelecido pela lei de Moisés, embora as orações e sacrifícios incluíssem o sentido de louvor, adoração e ações de graças.
Muito tempo depois, Davi inseriu a música como parte integrante do culto. Afinal, ele era músico e compositor desde a sua juventude (I Sm.16.23), então, atribuiu a alguns levitas a responsabilidade musical.


Em I Crônicas (9.14-33; 23.1-32; 25.1-7), vemos diversas atribuições dos levitas:
No bairro existem vários jovens e crianças que podem ser ensinados promovendo assim a ação social da igreja naquele local. Também as irmãs receberam alimentos após o termino do culto das Irmãs Beneficentes.

Imã pede que muçulmanos matem judeus para "apressar o juízo final"

O imã Mundhir Abdallah é líder da mesquita Masjid Al Faruq, uma das maiores de Copenhague, capital da Dinamarca. É sabido que o local tinha vínculo com correntes do Islã radical no país.
Durante uma reunião de oração recente, o líder religioso citou uma hadith – tradição baseada em citações de Maomé – lembrando que “o Dia do Juízo não chegará até que os muçulmanos combatam e matem os judeus”.
Segundo a tradução do árabe para o inglês, divulgada pelo Instituto Americano Middle East Media Research (MEMRI), o hadith diz: “Os judeus se esconderão atrás de rochas e de árvores, mas as árvores e as rochas dirão: ‘Oh, muçulmano, Oh, servidor de Alá, há um judeu atrás de mim, venha matá-lo'”.
A comunidade judaica na Dinamarca, pediu à polícia a abertura de uma investigação por incitação ao ódio. Seu líder, Dan Rosenberg Asmussen, afirmou “Tememos que esse tipo de pregação seja visto como um chamado para se praticar atos de violência ou terror contra os judeus”.
No começo de maio, a Dinamarca publicou uma lista de estrangeiros expulsos do país acusados de incitação ao ódio, que incluía cinco pregadores muçulmanos.