terça-feira, 11 de julho de 2017


Criada a primeira Igreja em Vila Pacheco da Rocha  no Município de Nova Iguaçu Rio de Janeiro, Presidida pelo Pastor Presidente Josias Pacheco Meirelles da Catedral das Assembleias de Deus em Vila Pacheco da Rocha - CADVPR  sua esposa Missionária  Fatima Helena Victorino Meirelles Presidenta do Instituto Beneficente da Catedral das Assembleias de Deus em Vila Pacheco da Rocha - IBCADVPR. O intuito é promover a musica através do ensino instrumental e musica através do louvor. Tomamos por empréstimo de Israel e do Velho Testamento. Originalmente, “levita” significa descendente de Levi, que era um dos 12 filhos de Jacó.
Os levitas começaram a se destacar entre as 12 tribos de Israel por ocasião do episódio do bezerro de ouro. Quando Moisés desceu do monte e viu o povo entregue à idolatria, encheu-se de ira e cobrou um posicionamento dos israelitas.
Então, muitas das vezes em que se fala sobre os levitas no Velho Testamento, a referência se aplica aos ajudantes dos sacerdotes. Seu serviço era cuidar do tabernáculo e de seus utensílios, inclusive carregando tudo durante a viagem pelo deserto (Núm. capítulos.3, 4, 8, 18).
Naquele tempo, os levitas não eram responsáveis pela música no tabernáculo. Afinal, não havia uma parte musical no culto estabelecido pela lei de Moisés, embora as orações e sacrifícios incluíssem o sentido de louvor, adoração e ações de graças.
Muito tempo depois, Davi inseriu a música como parte integrante do culto. Afinal, ele era músico e compositor desde a sua juventude (I Sm.16.23), então, atribuiu a alguns levitas a responsabilidade musical.


Em I Crônicas (9.14-33; 23.1-32; 25.1-7), vemos diversas atribuições dos levitas:
No bairro existem vários jovens e crianças que podem ser ensinados promovendo assim a ação social da igreja naquele local. Também as irmãs receberam alimentos após o termino do culto das Irmãs Beneficentes.

Imã pede que muçulmanos matem judeus para "apressar o juízo final"

O imã Mundhir Abdallah é líder da mesquita Masjid Al Faruq, uma das maiores de Copenhague, capital da Dinamarca. É sabido que o local tinha vínculo com correntes do Islã radical no país.
Durante uma reunião de oração recente, o líder religioso citou uma hadith – tradição baseada em citações de Maomé – lembrando que “o Dia do Juízo não chegará até que os muçulmanos combatam e matem os judeus”.
Segundo a tradução do árabe para o inglês, divulgada pelo Instituto Americano Middle East Media Research (MEMRI), o hadith diz: “Os judeus se esconderão atrás de rochas e de árvores, mas as árvores e as rochas dirão: ‘Oh, muçulmano, Oh, servidor de Alá, há um judeu atrás de mim, venha matá-lo'”.
A comunidade judaica na Dinamarca, pediu à polícia a abertura de uma investigação por incitação ao ódio. Seu líder, Dan Rosenberg Asmussen, afirmou “Tememos que esse tipo de pregação seja visto como um chamado para se praticar atos de violência ou terror contra os judeus”.
No começo de maio, a Dinamarca publicou uma lista de estrangeiros expulsos do país acusados de incitação ao ódio, que incluía cinco pregadores muçulmanos.

Católicos são estimulados a adorar ídolos pagãos em nome do "diálogo interreligioso"

Uma diocese católica no Reino Unido está encorajando seus fiéis a visitar santuários pagãos para “se prostrar” diante de imagens e comer alimentos “abençoados” nos rituais pagãos. A atitude seria para promover o “ecumenismo” e “diálogo inter-religioso”.
Nas diretrizes divulgadas em seu site oficial, a diocese Católica de Hallam, liderada pelo bispo Ralph Heskett, encoraja os cristãos a levar flores para Buda, reverenciar os murtis hindus (imagem de deuses) e se curvarem diante do livro sagrado dos sikh. Os fiéis também são encorajados a comer alimentos que foram “abençoados” nos rituais hindus e sikhs e são normalmente oferecidos aos visitantes.
O bispo Heskett evitou responder ao site LifeSiteNews, que lhe questionou como ele justificava esses ensinamentos à luz dos Primeiros Mandamentos, que afirmam: “não terás outros deuses diante de Mim” e “Não farás para ti imagem esculpida… Não te encurvarás diante delas”.
Muitos católicos ingleses não estão satisfeitos com essa postura. O presidente do Instituto Lepanto, Michael Hichborn, lembra que essas diretrizes não apenas desviariam os cristãos, mas desonravam os primeiros mártires.
“Os primeiros mártires cristãos recusaram a oferecer até mesmo uma pitada de incenso aos demônios pagãos, sofrendo terríveis torturas e morte”, desabafou.
Hichborn aponta ainda que a diocese de Hallam vem sofrendo com a queda de mais de 50% da frequência às missas desde o estabelecimento da diocese (de 30.000 para 12.000).
Ele acredita que o liberalismo está gerando uma crise dentro da Igreja Católica.
“O bispo parece estar vivenciando uma dissonância cognitiva, na medida em que não vê como honrar as divindades pagãs tem ligação com uma diminuição da fé cristã em seu próprio rebanho e o declínio resultante no comparecimento às missas”, disse ele.
Finalizou dizendo que “Nosso Senhor perguntou se o Filho do Homem acharia fé quando voltasse à Terra. Com bispos como esse defendendo a veneração de ídolos pagãos e promovendo doações para templos budistas, esta é uma questão que podemos começar a perguntar desde agora. Pode haver uma indicação mais clara de que nossa Igreja está sofrendo uma crise de fé, até o ponto de apostasia?”.

Fome, seca e perseguição religiosa marcam países africanos

Stephen O’Brien, um dos líderes humanitários da Organização das Nações Unidas (ONG), afirmou que mais de 20 milhões de pessoas residentes em países como Sudão do Sul, Somália, Nigéria e Iêmen estão em risco de fome.
Uma de suas declarações foi destacada pela Portas Abertas, instituição que promove apoio a cristãos perseguidos pelo mundo. “Estamos vivendo um momento muito crítico nessas nações. Já no início do ano estamos enfrentando a maior crise humanitária desde a criação das Nações Unidas”, afirmou Stephen.
A Portas Abertas reconhece a situação de crise humanitária em países como a Nigéria, e também estuda as perseguições religiosas. “Logo, entre os projetos desenvolvidos está incluso também a ajuda de socorro extensiva e consta no orçamento para 2017. Os cristãos mais afetados recebem ajuda especial”, disse a instituição.
Ainda, disseram que o envolvimento é limitado. “Somente onde há conexões de perseguição é que há permissão para nos envolvermos. Na atual crise do Sudão do Sul, não há elemento de perseguição, mas podemos orar por eles”.
“Nosso compromisso agora é apoiar a formação teológica e fornecer outros programas que já existem no país”, completam. Ainda, de acordo com a Portas Abertas, a situação da Somália é semelhante à do Sudão do Sul.

Cristãos laosianos necessitam de orações

Recentemente, recebemos um pedido de oração pelos cristãos que vivem em Laos. O povo conhecido como Hmong (grupo étnico asiático, também chamado de “povo da montanha”), tem enfrentado algumas dificuldades por lá. Nossos colaboradores relataram que há carência de estudos bíblicos entre eles.
Segundo alguns cristãos, alguns temas não são bem explicados, principalmente por aqueles que vieram do contexto religioso animista, como o que crê em todos os elementos são passíveis de possuírem: sentimentos, emoções, vontades ou desejos, e até mesmo inteligência. Algumas dessas pessoas agora dirigem igrejas. A comunidade cristã, no geral, é monitorada pelas autoridades do país. Só no dia 2, as autoridades já visitaram pelo menos cinco igrejas, a fim de supervisioná-las.
Durante um dos treinamentos da Portas Abertas, um líder da juventude expressou sua preocupação sobre a atual situação da igreja no país. Ore pela igreja em Laos e pelos líderes cristãos, para que sejam sábios na ministração da palavra de Deus.

Cristãos egípcios enfrentam dificuldades por causa do Ramadã
A celebração muçulmana do Ramadã costuma ser uma verdadeira luta para os cristãos. Um fiel egípcio decidiu compartilhar sua experiência durante esse período. Segundo ele, os desafios são diários. “Homens e mulheres cristãos sentem a presença do Ramadã não só pelos alto-falantes das mesquitas, mas também pelos olhares dos muçulmanos que estão em jejum”, disse. Segundo ele, ao contrário dos dias normais, nessa época é comum ver a maioria dos muçulmanos se dedicando à leitura do Alcorão, até mesmo em transportes públicos.
“Dentro do ônibus, muitas vezes, eles fazem a leitura em voz alta, principalmente quando são textos que se referem aos cristãos e judeus. Fazendo isto, eles acreditam que estão ganhando pontos com Deus. E os cristãos devem ouvir tudo calados, até chegar a sua parada”, explica. Ele também conta que, certo dia, uma cristã viajava entre os muçulmanos e, porque não estava coberta com o hijab (véu islâmico), ficou indefesa contra os olhares desprezíveis que recebeu. “Embora a cortesia comum dite que uma mulher geralmente é convidada por homens para se sentar no ônibus, essa cortesia foi negada a essa dama cristã”, observou.
O cristão conta sobre a tensão nos locais de trabalho e sobre o alívio que sente durante a primeira hora, quando o sol se põe, é anunciada a quebra do jejum dos muçulmanos e o país todo fica em paz. “Durante a oração do pôr do sol as ruas estão quase vazias, não há muitos veículos circulando, todas as lojas estão fechadas. Às vezes, eu aproveito para sair em minha pequena varanda para desfrutar a calmaria da noite e então oro pelos muçulmanos e desejo que Deus se revele a eles através do amor de Jesus”, conclui o cristão egípcio.
Motivos de oração
- Ore também pelos muçulmanos. Que aqueles que ainda não tiveram a oportunidade de sentir a alegria de Cristo dentro deles, um dia possam sentir.
- Agradeça a Deus pela força da igreja no Egito e ore para que ela continue crescendo a cada dia.
- Clame ao Senhor pela vida dos perseguidores e que haja ainda muitas transformações e conversões no Oriente Médio.

Cristãos vivem tempo de restauração no Iraque
Centenas de iraquianos aguardavam em seus carros, impacientemente, até que os soldados saíssem do caminho para eles passarem. Em seus veículos havia móveis e colchões que estavam sendo levados para o reinício de suas vidas em Qaraqosh, de onde tiveram que fugir quando o Estado Islâmico (EI) chegou para dominar a cidade. George*, um líder cristão atuante dessa região está colaborando para que este recomeço aconteça da melhor maneira.
Ele guia os cristãos pelas ruas que já estão liberadas. Segundo ele, ainda é cedo para dizer que a cidade se levantou das cinzas, mas devagar isto vai acontecendo até que tudo volte ao seu lugar. Antes da invasão do EI, havia cerca de 50 mil cristãos vivendo ali. Ele explica que o recomeço não é fácil, pois a região ficou totalmente devastada. "Nós examinamos a situação, tivemos que desenhar novamente os mapas, já que todos desapareceram durante a ocupação dos jihadistas. Depois, utilizamos imagens de satélite e um arquiteto fez o plano da nossa cidade", explicou o líder.
Ele conta também que Qaraqosh teve que ser dividida em dez distritos e foi organizada por números. "Uma equipe de especialistas visitou as casas para analisar os danos e levantar um orçamento do dinheiro necessário para a restauração", disse George. Depois de dois meses de trabalho, decidiram restaurar primeiro as casas que estavam perto de uma igreja, no centro. "Precisamos recriar o senso de comunidade, começamos por aqui por que há comércios na proximidade", disse ele. "O EI roubou nossos pertences e quebrou tudo, mas nós temos a obrigação de voltar, essa é a nossa cidade, tudo aqui é nosso, as lojas, as casas e as escolas", disse um dos cristãos. "É encorajador ver os cidadãos limpando e restaurando suas casas, como um primeiro passo em direção a uma nova vida, depois de tudo", conclui o líder.