segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

O que significa ídolo?
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Tai uma palavra que a maioria das pessoas talvez diga que conheça. Mas em minha opinião, talvez seja hora de olharmos com um pouco mais de profundidade o seu significado, principalmente na modernidade.
Na Bíblia, iremos encontrar a palavra ídolo, normalmente apontando para objetos que eram adorados, representando as divindades ou os deuses que havia na época. Veja este versículo: “Porquanto deixaram o SENHOR e serviram a Baal e a Astarote [ídolos]” (Jz 2. 13)
Um dos dez mandamentos fala claramente sobre os ídolos, que eram representados por imagens: “Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não as adorarás, nem lhes darás culto” (Êxodo 20. 4-5)
Até nesse ponto acredito que não haja dúvida. O grande problema é que na modernidade surgiram novas modalidades de ídolos que se somaram as do passado. No passado, os ídolos eram normalmente deuses de culturas pagãs. Num passado não muito longínquo temos também a Igreja Católica canonizando “santos” que são abertamente adorados pela população [e por parte do clero], e por isso, são ídolos.
Na atualidade, porém, um ídolo pode ser qualquer coisa. Um computador pode ser adorado, uma pessoa, um artista, um carro, o dinheiro, a carreira, o status, o sexo, a força, o poder, uma religião, um líder, um animal, etc. Nunca tivemos tantos ídolos como na atualidade. Os ídolos são quase disfarçados, porém cumprem o mesmo papel que no passado: tomar o lugar de Deus como O único a ser adorado. E, diga-se de passagem, Deus proíbe essa prática.
Tudo que busca tomar o lugar de Deus em nossa vida se transformou em um ídolo que estamos adorando!
*Quanto a figura do Elvis Presley no início do artigo, sim, muitas pessoas o adoram! Por isso, ele é um ídolo para muitos.

O que significa hora terceira, hora sexta e hora nona citadas na Bíblia? 
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Quando lemos a Bíblia devemos ter em mente que se trata de um livro que relata fatos de uma cultura totalmente diferente da nossa. Por isso, é muito importante lermos tendo certas informações a respeito dessa cultura para que compreendamos com mais exatidão as citações que são feitas. Geralmente, muitos ficam confusos com as citações feitas com relação aos horários em que algumas coisas aconteceram, pois, os judeus marcavam de forma diferente de nós as horas do dia. Por exemplo, veja esse texto:
“Por volta da hora nona, clamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactâni? O que quer dizer: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” (Mateus 27:46).
A pergunta que fica é: nesse texto, a que horas Mateus está dizendo que Jesus morreu?
Para entender isso, vamos aprender agora como os judeus marcavam as horas do dia. Os judeus separavam o dia em duas partes: a primeira parte correspondia ao dia claro, e era contado desde o nascer do sol (por volta das 6 da manhã), até o pôr-do-sol (por volta das 18 horas), portanto, tinha 12 horas. Já a noite, era contada das 18 horas até as 6 da manhã do dia seguinte. Essas duas frações de 12 horas eram separadas da seguinte forma: 
Dia claro:
  • Primeira hora = 7 da manhã
  • Segunda hora = 8 da manhã
  • Terceira hora = 9 da manhã
  • Quarta hora = 10 da manhã
  • Quinta hora = 11 da manhã
  • Sexta hora = Meio dia
  • Sétima hora = 1 da tarde
  • Oitava hora = 2 da tarde
  • Nona hora = 3 da tarde
  • Décima hora = 4 da tarde
  • Décima primeira hora = 5 da tarde
  • Décima segunda hora = 6 da tarde
Já a noite, os judeus costumavam separar as horas em 3 vigílias de 4 horas cada uma. Veja este texto: “Quer ele venha na segunda vigília, quer na terceira, bem-aventurados serão eles, se assim os achar” (Lucas 12:38).
Dia a noite:
  • Primeira vigília da noite = das 18h até 22h
  • Segunda vigília da noite = das 22h até 2 da manhã
  • Terceira vigília da noite = das 2 da manhã até 6 da manhã
Ou seja, no texto de Lucas 12:38 Jesus está citando que esse senhor poderia chegar entre 22h (segunda vigília da noite) e 6 da manhã do dia seguinte (terceira vigília da noite).
Uma outra observação a ser feita é que em alguns textos é citada a quarta vigília da noite, vejamos: “Na quarta vigília da noite, foi Jesus ter com eles, andando por sobre o mar” (Mateus 14:25).
Os romanos, diferente dos judeus, contavam a noite em 4 vigílias, não em 3 como os judeus. Dessa forma, alguns autores usavam a forma de contar dos romanos, como nesse caso onde Mateus usou a forma romana de contar e não a dos judeus.
Vigílias da noite (contagem romana):
  • Primeira vigília da noite = das 18h até 21h
  • Segunda vigília da noite = das 21h até meia noite
  • Terceira vigília da noite = da meia noite até 3 da manhã
  • Quarta vigília da noite = das 3 da manhã até 6 da manhã
Dessa forma, no texto de Mateus 14:25 que citamos, Jesus anda por sobre o mar na quarta vigília da noite, ou seja, entre 3 da manhã e 6 da manhã.
Observação: Diferente de nós, que contamos o dia completo das 0h até às 24h, os judeus consideravam a contagem de 24 horas do dia do pôr-do-sol (18h) de um dia, até o pôr-do-sol (18h) do outro dia. É por isso, por exemplo, que o sábado judaico, na realidade, ia das 18h da sexta-feira (pôr-do-sol), até as 18h do sábado (pôr-do-sol).

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Projeto quer acabar com o feriado no dia dos evangélicos, segundo deputado


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O deputado Heitor Júnior (PDT-AC) está elaborando um projeto de lei para ser apresentado nesta terça na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), que visa acabar com o feriado no dia dos evangélicos, em 23 de janeiro, e dos católicos, no dia 20 do mesmo mês, ambos comemorados no estado do Acre.

Para o deputado Heitor, que é evangélico, a intenção não é eliminar as datas comemorativas, mas sim a folga nesses dias. Segundo ele, não é justo que o comércio seja prejudicado por conta do feriado:
“O projeto vai ter a data comemorativa, mas não vai ser mais feriado. Não justifica algo que atrapalha os comerciantes, o andamento normal do comércio. Sou evangélico e estou propondo a extinção das datas. Já conversei com meus colegas e estão de acordo”, disse ele em publicação no G1, dizendo também que já tem o apoio dos colegas para aprovação da medida.
“Estou fazendo os embasamentos jurídicos, porque as comissões ainda não foram formadas nesta legislatura de 2017. Estou esperando a construção dessas comissões”, acrescentou.

O dia dos evangélicos em um ano especial

O dia dos evangélicos no Brasil é comemorado em 30 de novembro, mas alguns estados possuem datas diferentes. No caso do Acre, a data foi criada em 2010 pelo então deputado Helder Paiva. Seguindo a mesma iniciativa, em novembro de 2015 o também deputado Manoel Moraes (PSB-AC) elaborou outro projeto pedindo a criação do dia dos católicos, o qual teve aprovação da maioria dos parlamentares.
Dessa vez, se aprovada a proposta do deputado Heitor Júnior, ambos os feriados serão extintos, mas o dia dos evangélicos continuará existindo para recordação tanto em 23 de janeiro, no Acre, como em 30 de novembro no Brasil inteiro.
Esse ano em especial a data possui um motivo a mais para comemoração, porque em 31 de outubro a Reforma Protestante vai completar 500 anos de história. Portanto, os evangélicos em 2017 terão entre outubro e novembro um mês inteiro de muitas comemorações, e isso, claro, independente de ser feriado ou não.



Milhares de cristãos nigerianos se unem em oração pela recuperação da saúde do presidente do país


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O presidente da Nigéria, Muhammadu Buhari, vem passando por problemas de saúde, e um grupo de mais de 65 mil cristãos iniciou uma campanha de jejum e oração durante sete dias pela recuperaçao do mandatário.
Muhammadu Buhari foi eleito presidente da Nigéria em abril de 2015, em um pleito marcado por problemas de segurança e ameaças dos extremistas muçulmanos do Boko Haram. Embora Buhari seja muçulmano, ele é apontado pelos cristãos locais como o único político capaz de interromper a perseguição implacável dos terroristas.
O vice-presidente de Buhari é um ex-procurador-geral membro de uma Igreja no sul da Nigéria. A aliança política entre os dois derrotou o presidente anterior, o cristão Jonathan Goodluck, eleito em 2011, e criticado por pouco fazer para interromper a ascensão do Boko Haram.
A iniciativa de oração partiu da Associação Cristã da Nigéria (CAN, na sigla em inglês) na última segunda-feira, 20 de fevereiro, com diversos de membros do estado de Katsina, no norte do país. O presidente da CAN, Nelson Chukwu, as reuniões de orações estão concentradas em sete igrejas de Katsina.
De acordo com informações do Pulse, a campanha de jejum e oração será finalizada no próximo domingo, 26 de fevereiro, na Igreja Anglicana de São João. Chukwu frisou que a proatividade dos cristãos na situação se deve ao reconhecimento em relação às ações do presidente, que tem beneficiado o país e a segurança de todos.
“Estamos orando pela rápida recuperação do nosso presidente por causa das boas obras que ele iniciou no país”, disse Chukwu.
Oficialmente, o governo afirma que o presidente tem seu estado de saúde estável, mas recentemente prolongou sua licença para continuar recebendo atenção médica em Londres, na Inglaterra, o que levou os nigerianos a especularem se o mandatário, de 75 anos, estaria debilitado demais para reassumir o mandato.

Incomodados com pregação dura, líderes religiosos boicotam Cruzada Evangelística de Billy Graham

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A Cruzada Evangelística Minha Esperança, promovida pela Associação Billy Graham, está enfrentando séria oposição de líderes religiosos progressistas, ligados à Igreja Católica e também denominações evangélicas, por conta da postura conservadora do evento.
A próxima edição da cruzada será realizada entre os dias 03 e 05 de março, em Vancouver, no Canadá, e alguns dos líderes religiosos locais se opõem à escalação do pastor Franklin Graham, filho de Billy, para a preleção, por causa de sua postura intransigente no que se refere à homossexualidade e à religião islâmica.
Franklin vem liderando as cruzadas desde que seu pai – hoje com 98 anos de idade – se aposentou. Mas os canadenses veem com reservas a postura conservadora do pastor, que fez séria oposição à candidata democrata Hillary Clinton nas últimas eleições presidenciais.
De acordo com informações do Christian Today, Gregor Robertson, prefeito da cidade, reuniu líderes católicos e evangélicos progressistas para alertar sobre suas “preocupações” relacionadas à segurança com a visita de Franklin Graham à cidade, pois o pastor é contundente em suas opiniões sobre muçulmanos, gays, ateus e simpatizantes do Partido Democrata.
A ideia da Associação Evangelística Billy Graham é reunir 25 mil pessoas, com o apoio de igrejas locais. No entanto, a dissidência de alguns dos líderes das denominações da cidade pode prejudicar a organização e divulgação.
“O prefeito está preocupado com a segurança. As declarações que [o pastor Franklin] Graham faz sobre muçulmanos e gays realmente podem causar problemas”, afirmou o vereador Tim Stevenson, que foi o primeiro homossexual a ser ordenado pastor pela Igreja Unida do Canadá.
O pastor gay criou uma petição, com apoio de outros 14 líderes religiosos, para que o evento seja mantido, mas sem a presença de Franklin Graham. A ideia seria escalar outro pregador. “Os recentes comentários públicos de Franklin Graham comprometem a missão de justiça e amor de Jesus para com todos […] Por exemplo, ele disse que todos os muçulmanos deveriam ser banidos dos Estados Unidos porque o Islã é uma ‘religião muito má e perversa’ em guerra com o Ocidente cristão”, diz trecho da petição.
Outros líderes religiosos consideram Franklin Graham como “conservador extremista”, e critica sua postura quanto aos homossexuais: “Ele desumaniza a comunidade LGBT”, afirmou um dos envolvidos, expondo a influência do pensamento humanista no meio cristão.
Realmente, Franklin Graham é uma das vozes mais corajosas dentre os líderes evangélicos dos Estados Unidos. Recentemente, afirmou que as pessoas transexuais são “estranhas” e afirmou que sabia que sua definição não era politicamente correta, mas pontuou: “Jesus não era muito amoroso às vezes. Ele chamou os fariseus de víboras, serpentes e sepulcros caiados”.

Orar em línguas é a arma mais efetiva para derrotar o diabo, afirma ex-bruxa convertida ao Evangelho


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A luta contra os principados e potestades é constante para o cristão, mas segundo uma ex-bruxa convertida ao Evangelho, o “orar em línguas” é a arma mais efetiva contra os inimigos do mundo espiritual.
Beth Eckert se entregou a Jesus Cristo após anos de dedicação à bruxaria, e desde que se converteu, vem usando parte de seu tempo para esclarecer questões que permaneciam nas sombras dos bastidores desses rituais. De acordo com informações do Charisma News, Beth afirmou em um vídeo no YouTube (em inglês) que vem se empenhando para entender como o enfrentamento ao diabo no mundo espiritual pode ser mais eficaz: “Decidi me aprofundar mais sobre a diferença entre falar e orar em línguas, e no que as Escrituras dizem sobre essas coisas”.
Embora entre os cristãos não exista consenso teológico sobre o “falar em línguas” – grande parte dos teólogos não-pentecostais recusa a ideia de uma manifestação do Espírito Santo em línguas estranhas -, a ex-bruxa frisa que é necessário ter obtido o dom para fazê-lo.
“O Espírito Santo é quem determina quem recebe o dom e quando. Quando alguém fala em línguas, não fala aos homens, mas ao próprio Deus. Ninguém entende as línguas, porque é um mistério para a mente humana”, afirmou.
Beth Eckert acredita, ainda, que falar em línguas e orar em línguas são coisas distintas, e usa a referência de I Coríntios 14 para formar seu argumento: “A oração em línguas, assim como a adoração em línguas, é usada para edificar a nós mesmos. Podemos usar esta linguagem de oração quando não conseguimos encontrar palavras para orar, porque somos muito fracos”, teorizou.
O conceito presente na Bíblia de distribuição dos diferentes dons, por parte do Espírito Santo, para diferentes membros do corpo de Cristo, também foi usado pela ex-bruxa em sua argumentação sobre o assunto.
“Falar em línguas é um papel atribuído a um membro do corpo para entregar mensagens à igreja […] Ao entregar uma mensagem em línguas, é preciso haver ordem e propósito na reunião: apenas duas ou três pessoas devem entregar a mensagem em línguas, uma de cada vez e com uma interpretação. É importante ter ordem para não criar confusão na igreja, conforme direciona o apóstolo Paulo”, enfatizou.
Aproximando-se de sua conclusão, a ex-bruxa orienta os irmãos na fé a se dedicarem ao estudo das Escrituras para entender a profundidade dos dons: “Se deixarmos de permitir que Jesus nos ensine, estaremos permitindo que o inimigo dê forma aos nossos corações e mentes. Jesus apenas nos entregou bons dons e o diabo adoraria roubá-los, matá-los e destruí-los. Os dons do Espírito trazem o Reino dos Céus para a terra. Essa foi a intenção de Deus ao criá-los”.
“Cada dom é especial e tem um propósito especial atribuído a ele. Deus quer que a gente deixe de lado tudo o que permitimos que o mundo nos ensine sobre Deus e, em vez disso, que possamos estar cheios de Sua verdade. Permita que Deus entre em seu coração e responda todas as suas perguntas. Ele é bom”, concluiu.

Bruxas se unem para lançar feitiços contra Donald Trump

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No início parecia apenas mais uma das muitas “fake news” envolvendo Donald Trump. Contudo, está comprovado que existe um movimento de bruxas e feiticeiros para fazer o presidente dos Estado Unidos perder o cargo.
Uma das maiores divulgadoras é a cantora Lana Del Rey, que afirma que vai se juntar ao movimento. Um documento que tem circulado pela comunidade esotérica pede para que seus membros façam um feitiço por mês contra Trump. O objetivo não é mata-lo, apenas vê-lo destituído de seu cargo.
Segundo o Huffington Post, o feitiço funciona apenas se foi feito a cada lua crescente, exatamente à meia-noite. Em poucos dias a “receita” viralizou e já existe até um grupo no Facebook para responder a todas as perguntas sobre o assunto.
Na execução do feitiço, são necessários itens como a carta da “Torre” no tarô, a ponta de uma vela laranja, um prego, uma vela branca, tigelas com água e sal, uma pena, isqueiros e um cinzeiro. O ingrediente principal é uma foto de Trump, que deve ser queimada.
Como as dezenas de protestos e petições não deram certo, o movimento místico resolveu apelar para o sobrenatural. A primeira tentativa será na noite dessa sexta-feira (24). Já estão marcados outros iguais para 26 de março, 24 de abril e 23 de maio. A proposta inicial envolvia apenas bruxas norte-americanas, mas logo foram sendo anunciadas cerimônias em várias partes do mundo.

Pastores começam campanha de oração

Diversos líderes cristãos acreditam que esses tipos de ameaças espirituais devem ser levados a sério, condenados e combatidos. Há grupos inclusive convocando uma vigília de oração pelo presidente na noite de hoje e em todas as outras datas anunciadas pelas bruxas.
Jan Markell, do Ministério Olive Tree disse “esse nível de ódio contra Donald Trump é gerado pelo próprio Satanás”. Ela vai mais longe, afirmando que “A esquerda parece hipnotizada por questões que afligem o coração de Deus. Donald Trump não tem o poder de neutralizar essas pessoas e sua agenda, mas ele está tentando fazer avanços significativos para evitar que nosso país caminhe definitivamente para o lado negro.”
Já o pastor Karl Payne, que mantém um ativo ministério de libertação, explica que essa não é uma “brincadeira”. Ele lembrou que a Bíblia alerta sobre a realidade da batalha espiritual e que esses ataques não são apenas contra Trump, mas pelo que ele defende. No caso, uma agenda contrária a questões defendidas pelas bruxas como o feminismo e o aborto.
Para Payne, orar pelo país e seus líderes é um mandamento bíblico comumente ignorado pelos cristãos. “Muitas igrejas estão mais preocupados em fazer amigos e mudaram sua pregação, focando apenas em questões morais e éticas na esperança de serem politicamente correto em vez de serem biblicamente corretos”.