sexta-feira, 6 de maio de 2016


Esdras: O Coração Disposto  

                O sacerdote Esdras conduziu um grupo de judeus da Babilônia para Jerusalém em 458 a.C. Os babilônicos tinham levado muitos judeus para o cativeiro entre 605 e 586 a.C. Aos poucos, muitos dos descendentes destes voltaram para Israel. Zorobabel conduziu o primeiro grupo no início do império persa (cerca de 536 a.C.). Quase 80 anos depois, Esdras voltou com um grupo menor.
Durante as duas gerações entre Zorobabel e Esdras, vários problemas apareceram entre os judeus que voltaram. Alguns problemas eram políticos, mas sempre devidos às fraquezas espirituais do povo. Esdras era sacerdote, descendente de Arão. Era "escriba versado na Lei de Moisés, dada pelo Senhor, Deus de Israel" (Esdras 7:6). Voltou à Jerusalém para ensinar o povo e para ornar o templo que foi construído na época de Zorobabel.
A atitude de Esdras descreve bem a disposição que cada cristão deve mostrar no serviço ao Senhor: "Porque Esdras tinha disposto o coração para buscar a Lei do Senhor, e para a cumprir, e para ensinar em Israel os seus estatutos e os seus juízos"(Esdras 7:10). Esse servo se ofereceu ao serviço de Deus com coração disposto. Mas, um coração bom precisa ser aplicado com toda reverência e respeito para com Deus. Observe as três coisas que Esdras fez: 1. Buscou a Lei. Antes de mais nada, o discípulo do Senhor precisa conhecer a palavra do Mestre. Jesus mandou que conheçamos a verdade, a palavra de Deus (João 8:32; 17:17). 2. Cumpriu a Lei. 3. Ensinou a Palavra

O escriba e sacerdote Esdras nos serve como excelente exemplo. Cada cristão deve imitar a atitude dele. Com corações dispostos, devemos buscar, cumprir e ensinar a palavra de Deus.

quinta-feira, 5 de maio de 2016



 

A edificação da igreja do Senhor


Construam, lembrando-se dos errosdo passado


Uma das tragédias da História da igreja é o desenvolvimento do conceito de "igreja histórica", com todas as suas implicações de hierarquização, centralização e religião institucionalizada. A cristandade não foi mais a mesma desde o momento em que os homens se afastaram da estrutura organizacional simples das igrejas do Novo Testamento. Os historiadores da igreja traçam uma lenta e gradual mudança. O padrão, na época dos apóstolos, pediu igrejas autônomas, cada uma das quais era supervisionada por um grupo de presbíteros ou bispos (se houvesse homens maduros, que fossem qualificados para servir -- Atos 14:23; 20:17,28; Filipenses 1:1; 1 Pedro 5:1-14; Tito 1:5-9). Nos anos logo após a era apostólica, contudo, o ofício de bispo foi logo desempenhado por apenas um homem na igreja local, e este único bispo monárquico presidia sobre um grupo de presbíteros. Conforme os séculos passaram, uma hierarquia começou a se cristalizar. Metropolitanos (bispos de uma cidade) foram distinguidos dos bispos menos proeminentes do interior. Ainda mais tarde, patriarcas nas igrejas mais proeminentes -- em Roma, Constantinopla, Antioquia, Alexandria e Jerusalém -- exerciam considerável influência sobre os bispos metropolitanos.


Foi uma questão de tempo antes que um eclesiástico expandisse o domínio do seu bispado à condição de jurisdição "universal". No fim do sexto século, uma grande controvérsia se levantou quando João o Jejuador, em Constantinopla, reivindicou o título de "bispo universal". Seu rival, Gregório o Grande, de Roma, recusou a usar o título, mesmo se o seu predecessor, Pelágio II, o tivesse usado. Provavelmente, esta recusa tenha sido dirigida nem tanto contra o título em si, quanto era um protesto contra o portador dele (João), e procedia provavelmente mais de ciúme de um rival em Constantinopla do que de uma sincera humildade (Schaff, History, III:329).  Em vez disso, diz-se que Gergório I foi o primeiro a usar o humilde e orgulhoso título de "servo de servos de Deus". Ainda mais, os sucessores de Gregório em Roma não esperaram muito para chamar a si mesmo bispos universais.

O conceito de "bispo universal", por direito, pertence somente a Cristo (1 Pedro 2:25). A hierarquia que agora está centralizada na Cidade do Vaticano é totalmente estranha ao Novo Testamento. O apóstolo Paulo dirigiu-se assim à igreja em Filipos: "a todos os santos em Cristo Jesus, inclusive bispos e diáconos" (Filipenses 1:1).  É interessante notar que a igreja desta cidade da Macedônia tinha uma pluralidade de supervisores (ou "bispos", episkopois). Neste ponto, Max Zerwick, que foi um estimado "padre" na Igreja Católica Romana, escreve: "Plural, indicando que nenhuma distinção ainda tinha sido feita entre episkopos e presbuteros (An Analysis of the Greek New Testament, pág. 592). O autor está admitindo que, ao tempo em que Paulo estava escrevendo, ainda não havia uma distinção entre "bispo" e "presbítero". Esta é uma confissão significativa!

Quando estive em Roma, em setembro de 1985, comprei um livro por Fabrizio Mancinelli, intitulado Catacumbas e Basílicas: Os Cristãos Primitivos em Roma. Esse livro foi publicado em colaboração com a Pontificia Comissão de Arqueologia Sagrada e os Museus Vaticanos. Discutindo os primeiros séculos da igreja em Roma, o autor afirma:

"O constante crescimento da comunidade forçou seus dirigentes a adotar formas mais racionais de organização, um passo para acompanhar o espírito romano, especialmente durante o período quando todo o mundo civilizado era governado da cidade e a Igreja foi logo dividido em grupos, talvez segundo o modelo da enorme colônia judia que já existia em Roma" (pág. 4).

"Os crentes se reuniam em seus lares, para a execução dos ritos eucarísticos, para receber instrução religiosa e para ajudar aos necessitados. Durante o terceiro século, um certo número destes lares ricos tornou-se centros estabelecidos de cristianismo, muito parecidos com as modernas paróquias de hoje. No quarto século, havia vinte e cinco deles. Cada um destes 'tituli', como eram chamados, levava o nome do proprietário" (pág. 6).

"Os primeiros começos da organização eclesiástica datam desde o tempo do Papa Fabiano (236-250). Ele dividiu a cidade em sete distritos e incumbiu sete diáconos da supervisão das atividades culturais, instrutivas e caritativas que aconteciam nas 'tituli' de cada um" (pág. 7).

Muitos assuntos ficam claros com estas afirmações, ainda que não tivessem sido escritas num contexto de autoridade bíblica. Primeiro, podemos questionar se as novas formas de organização eram "mais racionais" (podemos melhorar a sabedoria de Deus?), mas não pode haver dúvida de que os chefes da igreja nos dias pós-apostólicos acreditassem que elas eram mais racionais. Segundo, a motivação que tinha levado a tais modificações não era a autoridade bíblica, mas o padrão do governo romano e talvez da "colônia judia que já existia em Roma".

Um comentário final: quando os escritos atuais argumentam pelo presbitério "para toda a cidade", que supervisiona uma pluralidade de igrejas em uma cidade, não somente eles apelam por algo que não está nas Escrituras, mas apelam para o mesmo tipo de desenvolvimento que resultou na hierarquia romana católica. Essas tendências são claros afastamentos da fé.

Avivamento começa com aluno pregando em escola

Mídia secular reconhece que há uma “força” em movimento
Skyler Miller pregando no corredor. B
O pequeno estado de West Virginia não aparece muito na mídia, mas nas últimas semanas, a presença de Deus está se fazendo notar no que já é chamado de ‘novo avivamento americano’. Até os jornais e TVs seculares estão dando espaço para esse mover.
Na cidade de Logan, o adolescente Skyler Miller começou a ministrar aos seus colegas nos corredores da escola de ensino médio onde estuda.
Ele relata que o ‘sermão’ não foi algo planejado, até por que a maioria das escolas públicas não permite orações em público. “Mas o Espírito Santo estava movendo dentro de mim e eu só falei o que sentia”, contou ele à KLTV, uma emissora local da rede ABC.

As imagens de Miller pregando no corredor foram compartilhadas e comentadas centenas de milhares de vezes nas redes sociais. O jovem recuperou-se da leucemia (câncer no sangue), e tem dado testemunho de como sua fé foi importante na cura.
O estudante conta que estava em um culto de jovens na igreja que participa quando “Deus colocou novamente no meu coração que eu preciso pregar o evangelho”.  Alguns dias depois, ele conta que andava pela escola quando tomou uma decisão. “Deus me disse, ‘Skyler, hoje é o dia. Eu quero que você pregue nos corredores da Logan High School”, relata.
A atitude de Miller, que prega com regularidade em sua igreja local, teve um impacto na escola toda. Em pouco tempo, reuniões de oração em escolas de região começaram a ganhar “força” graças aos comentários positivos e mobilizações nas redes sociais.
Cultos especiais de “avivamento” começaram a ser realizados, primeiramente focados nos jovens que começaram a procurar as igrejas para saber mais. Nas últimas semanas eles se tem sido realizado diariamente e são centenas de novos convertidos.
O assunto foi capa do jornal State Journal de West Virginia. O pastor Wayne R. Crozier, do Ministério Vida Abundante, declarou: “A mensagem de esperança ressoa em todos. As pessoas querem esperança, e é isso que recebem da igreja. A Bíblia descreve a igreja como uma cidade que está fundada sobre uma colina. As pessoas podem olhar para cima ver que existe esperança lá”.
Segundo o jornal, já são 20 escolas (públicas e particulares) do estado que foram impactadas com essa “força” que parece ter despertado entre os estudantes. Há registros que está se espalhando, tendo chegado aos estados vizinhos de Kentucky e Tennesse.
site das Assembleias de Deus de West Virginia entrevistou o pastor Billy Carrico, da Igrejas AD Bethel, da cidade de Nolan. Ele afirma que a “atmosfera espiritual” em sua região atingiu um nível surpreendente.
“Nós entramos em um restaurante e as pessoas estão falando sobre Deus”, diz Carrico. Conta que alguns cultos estão atraindo mais de 2.000 pessoas para o ginásio de uma escola – em um município com apenas 27.000 habitantes.
“As pessoas não estão necessariamente indo à igreja para falar sobre isso. Todas as igrejas estão sendo afetadas”, comemora. Conta ainda que, entre existem relatos de milagres nas últimas semanas, incluindo uma pessoa quase cega cuja visão melhorou após as orações e uma mulher estéril, agora está grávida. 

México quer proibir evangelização de “porta em porta”

Lei será votada no Senado este mês
México quer proibir evangelização de “porta em porta” 
 Senado do México irá votar uma nova lei que versa sobre a privacidade domiciliar e a liberdade religiosa no país. O objetivo seria “prevenir e eliminar as dificuldades a que muitas pessoas estão sujeitas em suas casas por causa dos fanáticos religiosos”.
A nova legislação, chamada de Ley para la Protección Doméstica, prevê sanções sob a forma de “multa ou prisão para pessoas que exerçam assédio domiciliar para fazer propaganda religiosa”. A justificativa é o resultado de uma pesquisa nacional que mostrou que este é um “problema grave” em algumas cidades.
Para a maioria das pessoas, essa prática de bater-se ‘de porta em porta’ com uma mensagem de cunho religioso causa desconforto de vários tipos. As queixas incluem os métodos utilizados pelos evangelizadores, como voltar várias vezes no mesmo endereço, acordar as pessoas na manhã de domingo e a insistência quando alguém diz que não têm interesse de ouvir sua mensagem.
Caso seja aprovada, a lei prevê punições para quem “forçar uma pessoa a ler a Bíblia e ofender outras formas de culto”.
Segundo os senadores mexicanos, uma lei não só protegerá as casas de tais abusos, mas para muitos trata-se de um “método de controle social”. De ampla maioria católica, os mexicanos se queixam especialmente das ações de grupos evangélicos, além dos Testemunhas de Jeová.

Campanha quer ganhar 20 mi de pessoas num único dia

Dia Mundial da Evangelização ocorre dia 28 de maio
Campanha quer ganhar 20 mi de pessoas num único dia 
O objetivo do Global Outreach Day (GOD, na sigla original), ou Dia Mundial da Evangelização, é ser a maior campanha evangelística da história. Com apoio de lideranças evangélicas conhecidas como David Yonggi Cho, Cunningham Loren (fundador da JOCUM), Reinhard Bonnke (CfaN) e Rick Warren, seu objetivo é que todo cristão dedique um dia para falar de sua fé a outros.
Surgida no seio de uma campanha mundial de oração, o GOD já conta com colaboradores em quase todos os países do mundo, incluindo o Brasil. Em 2016 o evento será em 28 de maio, um sábado. Segundo a organização do GOD, cerca de 20 milhões de pessoas ouvirão a mensagem do evangelho num único dia.
A página em português do GOD traz uma mensagem de unidade: “Imagine o dia em que o mundo inteiro ouvir falar do amor de Jesus. Isso é o Dia de Alcance Global. Cristãos do mundo inteiro levando o Amor de Jesus aos 4 cantos do planeta. Seja nas ruas, hospitais, prisões, casas, escolas, campos… Ninguém ficará sem ouvir do amor de Jesus. João 17:21 fala sobre o mundo crer que Jesus foi enviado, e que isso acontecerá quando nós nos tornarmos UM”

Atriz tem sua fé restaurada após papel em filme cristão

Jennifer Garner participou de um culto na igreja do popular bispo T.D. Jakes e contou como sua fé foi restaurada após atuar no filme.
 Atriz tem sua fé restaurada após papel em filme cristão
Enquanto está na estrada promovendo seu novo filme, “Miracles from Heaven” (Milagres do Paraíso, em tradução livre), a popular atriz de Hollywood Jennifer Garner, conhecida por seu papel protagonista na série “Alias” e no filme “De repente 30”, encontrou tempo para visitar a igreja do bispo T.D. Jakes e assistir ao culto de domingo.
Na ocasião, a atriz comentou o impacto que o papel no filme cristão teve em sua vida:
“Ahhh… Eu não posso nem ver o trailer, eu não posso mesmo vê-lo que começo a chorar”, disse Garner enquanto se juntava no púlpito a Jakes e Christy Beam, que trabalhou com ela no filme.
“Eu estou tão apaixonada por esta família, estou tão apaixonada pelo amor que um tem pelo outro. Eu estou apaixonada por essa fé. Foi uma experiência transformadora fazer o papel dessa mulher. Ela me fez mais forte”, confessou a atriz sobre Christy.
Garner, o produtor Devon Franklin e a família no qual o filme é baseado participaram do culto na Igreja Potter’s House, fundada por Jakes. A igreja fica em Dallas, Texas, cidade onde aconteceu a première do filme.
Jennifer Garner em Christy

A obra está prevista para chegar aos cinemas americanos no dia 16 de março e conta como Anna, filha de 12 anos de Christy, foi curada de uma grave doença após sobreviver a um acidente quase fatal.
Anna tinha distúrbio de motilidade, que a incapacitava de comer. Ela utilizou tubos de alimentação para nutrição durante anos. Sua mãe, Christy, falou no palco sobre a provação horrível que ela e sua família enfrentaram ao atravessar tudo isso.
Enquanto Garner nunca havia falado sobre sua fé no passado, em um vídeo feito pelo DeWayneHamby.com durante a viagem a Dallas, ela revelou que sua vida religiosa mudou. Garner contou que em Los Angeles, onde vive, as pessoas não falam muito sobre fé e religião e o tema se tornou político. Ela disse ainda que as pessoas que externam sua fé são geralmente consideradas estranhos.
“Eu diria que isso começou em torno desta comunidade, enquanto eu sempre ia à igreja em West Virginia e quando voltei para Los Angeles, estava conversando com meus filhos sobre o filme e eles disseram: ‘Mãe, você não vai levar a gente para a igreja?’. Nós fomos naquele domingo e eles foram hoje sem mim. Essa decisão foi um presente direto deste filme e por isso sou muito grata”, disse Garner.
Quando os convidados do filme estavam no palco, Jakes declarou: “Não se preocupe, nossa igreja já reservou alguns cinemas. Vamos fechar todos eles! Estamos chegando lá com nossos jeans, nossos tênis e não nos importamos com o que vem pela frente, vamos assumir os cinemas e nós vamos fazer tremer esse lugar. Porque a igreja quer ir para os cinemas. Vamos transformar esse lugar”, disse.
Antes de Garner deixa o palco da igreja, Jakes fez com que o coral entoasse uma canção que eles tinham em comum, uma vez que são ambos de West Virginia, “Take me Home, Country Home”, de John Denver. A congregação riu e cantou junto.

Jennifer Garner visita igreja em Los Angeles

A atriz voltou a frequentar os cultos após interpretar Christy Beam no filme Milagres do Paraíso
Jennifer Garner visita igreja em Los Angeles 
Neste final de semana a atriz Jennifer Garner foi vista com uma Bíblia nas mãos entrando em uma igreja em Los Angeles.
Vestida calça, tênis e casaco, a atriz entrou na igreja sozinha pela manhã. A frequência de Jennifer nos cultos aumentou consideravelmente depois que ela interpretou Christy Beam no filme “Milagres do Paraíso”.
Mas a atriz, recém separada de Ben Affleck, afirmou em entrevista ao “Good Morning Texas” que sempre foi cristã, mas que a carreira e a vida em Los Angeles a afastaram da igreja.
“Cresci indo pra igreja todo domingo”, disse ela. Ao conhecer a história real que serviu como base para o livro e o filme Milagres do Paraíso, a fé de Jennifer foi renovada e ela voltou a frequentar os cultos.
Além disso, como ela mesmo revelou em entrevistas, os três filhos do ex-casal, Violet, Seraphina e Samuel também passaram a se interessar por Deus.
“Compartilhar a história desse filme com os meus filhos me fez perceber que eles estavam buscando a estrutura [emocional] que a igreja oferece”, revelou Jennifer.