quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Netflix abre espaço ao Evangelho e disponibilizará sermões aos usuários; Pastor comemora

Netflix abre espaço ao Evangelho e disponibilizará sermões aos usuários; Pastor comemora 

A Netflix anunciou que está disponibilizando em seu catálogo pregações de pastores evangélicos, embora o número de temas ainda seja limitado.
A empresa, que oferece um serviço de streaming que cresce avassaladoramente em todo o mundo, está incluindo sermões de quatro pastores norte-americanos renomados para os usuários dos Estados Unidos e Canadá. O número deverá aumentar em breve, conforme a procura.
“Acredito que se Jesus vivesse na Terra hoje, certamente estaria na Netflix”, disse o pastor Ed Young, um dos que já definiu a disponibilização de seus programas no serviço.
A decisão de Young foi tomada a partir de uma reflexão sobre a forma como Jesus conduziu seu próprio ministério: indo até as pessoas. “Jesus foi o comunicador mais criativo na história. Se nós precisamos imitar seu modo de agir em tudo, a igreja deve ser a entidade mais criativa no universo”, opinou o pastor.
No entanto, a decisão da empresa foi criticada por algumas pessoas: “Isso se encaixa com padrões antigos da TV”, disse Stewart M. Hoover, diretor do Centro de Mídia, Religião e Cultura da Universidade do Colorado em Boulder, de acordo com informações do Christian Headlines.
Para ele, as igrejas estão repetindo tudo o que já fizeram ao longo das últimas décadas, adaptando-se ao rádio, à televisão e internet, conforme seu surgimento, respectivamente.
Fazendo um contraponto, Hoover afirma que a disponibilização de sermões no Netflix vai funcionar mais para atrair cristãos como novos usuários, do que para evangelizar os usuários que ainda não conhecem o Evangelho.
Além de Young, os demais pastores que já garantiram a exibição de suas pregações são Steven Furtick, Andy Stanley e a renomada escritora Joyce Meyer, que optou por seguir o modelo que exibia na TV, com pregações em grandes auditórios.

Música secular no culto: confira a opinião de pastores sobre a nova tendência entre evangélicos

Música secular no culto: confira a opinião de pastores sobre a nova tendência entre evangélicos 

Há, ao redor do mundo, uma nova tendência surge entre igrejas evangélicas: usar músicas seculares como parte da liturgia durante os cultos. Em geral, as canções escolhidas possuem letras que não contradizem a fé cristã, mas a ideia não passou livre de polêmicas.
No Brasil, a ideia não demorou a ser abraçada. No Facebook, o bispo Hermes C. Fernandes, que lidera a igreja Reina (Rede Internacional de Amigos) costuma compartilhar vídeos de momentos de louvor e adoração permeados com músicas seculares nacionais, numa iniciativa chamada de “Rastros da Graça”. Entre os intérpretes escolhidos estão Luiz Gonzaga, Raul Seixas e Lulu Santos, além de alguns cristãos, como Rebanhão e Oficina G3.
Em seu blog, Fernandes defende a iniciativa como forma de enxergar sinais do favor divino em toda a expressão humana, mesmo que essa não seja pautada pela fé: “Os puros hão de perceber sinais de esperança dentro da cultura. Rastros inequívocos da graça que nos fazem apostar que um novo mundo começa a emergir diante dos nossos olhos. Enganam-se os que pensam que por estarmos cantando canções seculares nos cultos, estamos traindo nossa fé e introduzindo o mundo na igreja. Não! Estamos apenas trazendo nos lábios sinais de esperança”, argumenta.
No entanto, a ideia não tem unanimidade e recebe críticas. O pastor Renato Vargens, líder da Igreja Cristã da Aliança, comenta que, mesmo reconhecendo a graça comum sobre toda a humanidade, e ciente de que é possível ver a manifestação de Deus em uma música não religiosa, o culto é momento de adoração ao Pai.
“Antes de qualquer coisa é preciso afirmar que não sou dualista sacralizando algumas atitudes e comportamentos, bem como demonizando outros. Aliás, como reformado, acredito que Deus estabeleceu o conceito de graça comum, e que esta é a fonte de toda cultura e virtude que encontramos entre os homens. Isto é, em outras palavras […] significa que Deus em sua infinita graça e bondade concedeu aos homens a capacidade de fazer coisas boas, dentre as quais podemos enumerar os talentos para a arte, música, oratória, literatura, arquitetura, comércio, invenções e etc”, contextualiza Vargens.
Para ele, “o fato da graça comum ser uma doutrina no meu ponto de vista inquestionável, isso não me dá o direito de entoar canções seculares no culto”, pois estas “não foram compostas para a glória de Deus”, e sim, pensadas “exclusivamente no bem estar humano”.
Listando outros motivos pelos quais se opõe à execução de músicas seculares durante os cultos, Vargens observa que elas “não servem para adoração congregacional, visto não terem sido compostas por alguém regenerado pelo Espírito Santo”, e explica: “Nessa perspectiva o mesmo que entoa uma canção cuja letra dignifica Deus ou as causas do reino, é o mesmo que canta cânticos com impropérios e blasfêmias absolutamente antagônicas ao modelo de adoração ensinado pelas Escrituras”.
Mais adiante, o pastor destaca que “o simples fato de entoá-las em nossos ajuntamentos aponta para a secularização da igreja, bem como a implementação dos valores deste mundo”, o que seria uma oposição à função do louvor na Bíblia: “Todas as vezes que louvores congregacionais foram entoados pelo povo de Deus (tanto no Antigo Testamento, como Novo Testamento,), foram feitos por aqueles que o Senhor anteriormente havia salvado. Para confirmarmos essa premissa basta olharmos para o livros de Salmos e Apocalipse que não veremos um louvor sequer com músicas não compostas por crentes no Senhor”.
Para Vargens, a nova tendência entre evangélicos é um equívoco: “Mais do que nunca devemos referendar nossas liturgias e comportamentos na infalível Palavra do Senhor, contrapondo-nos assim, a qualquer ensino que fira a santidade de Deus. Lembre-se: culto, oferecemos a Deus e não a nós mesmos! Que tem que ser glorificado é Ele!”, conclui.


O progressismo e o envenenamento da juventude

Os jovens cristãos precisam ser amparados porque precisam matar um leão por dia para empunhar sua fé
  
O progressismo e o envenenamento da juventude 
Segundo pesquisa da economista e analista comportamental inglesa Noreena Hertz, 30% dos jovens entre os 13 e os 20 anos possuem dúvidas sobre o casamento.
Norrena está debruçada sobre os costumes da nova geração, a primeira a nascer totalmente conectada, tendo as redes sociais como modelo principal de interação, e seus resultados, bem como o de outros pesquisadores focados no mesmo nicho, mostra que o chamado progressismo de esquerda tem se destacado na formação intelectual destes jovens.
O que nos permite entrever que temas como aborto e casamento gay receberão em breve o “reforço” deste contingente de adolescentes, produzidos em larga escala pela pedagogia esquerdista.
Em reportagem especial sobre a chamada “geração touch” em sua edição 2459, a revista Veja também clarificou este fenômeno, considerando o positivo, sinal de um avanço cultural.
Também se baseando em pesquisas sobre o fenômeno, a reportagem atesta que mais de 80% dos adolescentes apoiam movimentos transgêneros e 20% assumem terem tido relações com pessoas de ambos os sexos.
Uma adolescente entrevistada expressa com simplicidade singular o morticínio moral e cultural a que nossos jovens estão sendo submetidos:
“Pessoas me atraem, independente do gênero”, diz.
Provavelmente ela não sabe, mas sua inclinação bissexual foi semeada por décadas, numa estratégia detalhada, criada e orientada por grupos militantes, focados em protagonizar uma revolução cultural que promovesse a normatização multissexual  e a destruição dos valores conservadores, para caminhar rumo à destruição do cristianismo e seu legado.
Sou professor de história e vejo nas escolas brasileiras a evolução deste plano pérfido, através de professores mais comprometidos com panfletagem ideológica do que com ensino de conteúdo.
Durante a faculdade de história, disciplina tradicionalmente conhecida como reduto da esquerda, tive pouquíssimas aulas focadas no efetivo ensino histórico. Tudo estava calcado no sentido de nos doutrinar a ponto de desfazer quaisquer pudores prévios, para que, cooptados pelo relativismo, concordássemos que qualquer prática, mais que perdoável, fosse permitida, quando não estimulada.
Os jovens cristãos precisam ser amparados porque precisam matar um leão por dia para empunhar sua fé perante professores que os afrontam, colegas que os ofendem e cristãos metidos a moderninhos que relativizam o que a Bíblia trata como pecado.
O engajamento deles com as redes sociais torna o fluxo informacional massivo, com falácias e vãs sutilezas constantes e infindas.
Precisamos estar atentos. Nós, cristãos conservadores, estamos tentando garantir nossas posições focando o hoje.

Presidente do Egito pede desculpas aos cristãos

Presidente do Egito pede desculpas aos cristãos 

O presidente do Egito, Al-Sisi, participou da comemoração de Natal da principal igreja do Cairo. A visita do religioso chamou a atenção da imprensa local, que noticiou que o líder político pediu perdão aos cristãos.
Um analista de perseguição do ministério Portas Abertas comentou esse momento histórico: “O momento foi exclusivo, já que ele é o único presidente que visitou uma igreja simplesmente para cumprimentar os cristãos do país. Ele também é o primeiro líder na história do Egito que pediu desculpas aos cristãos, publicamente, pelos ataques violentos que sofreram nos últimos dois anos, mostrando algum respeito, lutando pela paz e condenando os crimes cometidos pelos muçulmanos radicais”.
Os cristãos egípcios receberam o presidente com alegria e alguns jogaram flores no presidente no final do discurso. Alguns, porém, se rebelaram e jogaram objetos em uma árvore de natal que estava decorando o evento.
“Os ataques contra os cristãos se contradizem com o posicionamento do presidente Al-Sisi”, disse o analista. Mesmo com o posicionamento do presidente que se mostra aberto para receber bem os cristãos, alguns religiosos ainda se levantarão contra este grupo.

Igreja do Reino Unido realiza o primeiro “batismo para transgêneros”

Igreja do Reino Unido realiza o primeiro “batismo para transgêneros” 

Uma igreja do Reino Unido anunciou que está realizando batismos de membros “transgêneros”. A iniciativa foi tomada após um casal que frequentava o templo explicar a situação do seu filho, a quem identificavam como menina.
Jean Clements, o líder da New Chapel Unitarian and Free Christian Church, na região de Manchester, explicou à imprensa que sua congregação “está muita disposta a aceitar a mudança e o progresso da sociedade”. Também ressaltou que unitários como um todo são “defensores da liberdade e da tolerância”.
“Senti-me triste pelo fato de esta família sentir-se julgada por muitas igrejas tradicionais”, explica Clements. “Eu gostaria de agradecer a essa menina corajosa por me inspirar a pensar cuidadosamente sobre esta questão”.
Derek McAuley, líder da denominação Assembleia Geral Unitariana no Reino Unido, que reúne 170 igrejas, comunicou que as outras congregações devem seguir o mesmo caminho. A cerimônia serviria para “oficializar” a troca do nome e de gênero.
A Igreja da Inglaterra (Anglicana), maior denominação do Reino Unido, já anunciou que pretende realizar esse tipo de cerimônia para “transgêneros”.
Chris Newlands, pastor de denominação na cidade de Lancaster Priory, propôs a adição ao Sínodo Geral no ano passado. Na ocasião, relatou que pretendia ajudar uma menina que se identifica como menino que queria ser batizada de novo com seu nome masculino.
“Eu disse, ‘Depois que você foi batizado, está batizado'”, lembrou Newlands. “[Mas] ele disse, ‘Eu foi batizado como uma menina, com um nome diferente.'” Sua decisão foi fazer uma cerimônia que reafirmava os votos batismais. Assim, pudemos apresentá-lo a Deus com o seu novo nome e sua nova identidade”, disse ele.
A proposta de Newlands de oficializar esse tipo de batismo já foi aprovado pelo conselho da igreja, pela Diocese de Blackburn e pelo Sínodo local. Consta na agenda de assuntos a serem debatidos no próximo Sínodo Geral. A tendência é que seja aprovada, uma vez que a denominação já ordena transgêneros como pastor.
Por enquanto, a proposta encontra resistência de uma minoria, a qual acredita que ela vai contra os valores cristãos. “Reconhecer todas as pessoas é algo que a igreja deve fazer, mas dar sua bênção para alguém que mudou de sexo?”, questiona o pastor Andrew Symesn. “A fé cristã sempre ensinou que Deus criou macho e fêmea”, lembra.
Para ele e outros líderes, há o reconhecimento que muitas pessoas estão mudando de gênero, mas “isso vai contra os ensinamentos da igreja até agora.”
A ideia de um batismo para transgêneros não é nova. Uma denominação luterana dos Estados Unidos já faz isso.

“Anjos são reais”, diz evangelista Billy Graham. “Mas não devem ser adorados”, alerta

“Anjos são reais”, diz evangelista Billy Graham. “Mas não devem ser adorados”, alerta 

Existe, em setores do meio evangélico, uma certa fixação a respeito dos anjos. E essa curiosidade sobre os seres celestiais mencionados na Bíblia, mas ainda assim, misteriosos, levou o evangelista Billy Graham a abordar o assunto.
Aos 97 anos de idade, Graham vem publicando artigos no jornal Kansas City Star, e em uma edição de perguntas e respostas, um leitor o questionou sobre a natureza dos anjos: “Que aparência os anjos têm? Será que eles se parecem com as imagens que vemos em cartões de Natal? Ou eles são mesmo reais? Eu sempre fui curioso a respeito disso”, perguntou o leitor identificado apenas como E. K.
O evangelista baseou-se nos relatos bíblicos para tentar esclarecer as dúvidas: “Sim, os anjos são reais, tão reais quanto eu e você. Apesar de serem, em grande parte, invisíveis para nós, eles existem em grande número. A Bíblia fala sobre ‘milhares e milhares de anjos se alegrando em conjunto’ (Hebreus 12:22). Também quando o nascimento de Jesus foi anunciado aos pastores em Belém, ‘uma grande multidão do exército celestial apareceu… louvando a Deus’ (Lucas 2:13)”, escreveu Graham.
Indo mais a fundo na questão, Billy Graham destacou que, mesmo não tendo corpos físicos, os anjos “de vez em quando aparecem como seres humanos comuns ou seres celestiais gloriosos que refletem a majestade de Deus”.
“Quando Deus deu ao profeta Isaías uma visão de sua glória, seu trono foi cercado por anjos de grande esplendor e poder: ‘Ao som das suas vozes os batentes das portas tremeram’ (Isaías 6: 4)”,acrescentou.
Billy Graham pontuou que os anjos foram criados por Deus com um propósito: “Como tal, eles trabalham de formas ocultas para realizar a vontade de Deus e proteger o povo de Deus. Mesmo quando não estamos cientes deles, eles ainda são parte de nossas vidas. Eles também são parte de um grande exército invisível que luta constantemente contra Satanás e seus servos do mal. As promessas de Deus devem trazer conforto para cada crente: ‘Ele ordena a seus anjos, que te guardem em todos os teus caminhos’ (Salmo 91:11)”.
Em sua conclusão, o evangelista alertou contra os desvios de doutrina, frisando que os anjos jamais devem ser objeto de culto ou gratidão: “Não adoramos aos anjos; Somente Deus é digno de nossa adoração. Podemos agradecer a Deus por eles. E algum dia no céu vamos perceber o quanto eles fizeram por nós, obedecendo a ordem de Deus. ‘Não são todos eles espíritos ministradores, enviados para servir aqueles que hão herdar a salvação?’ (Hebreus 1:14)”.

“Mão de Deus” em chamas é fotografada nos céus de Portugal e gera comoção nas redes sociais

“Mão de Deus” em chamas é fotografada nos céus de Portugal e gera comoção nas redes sociais  


A “mão de Deus” é pop. Uma formação de nuvens fotografada nos céus de Portugal invadiu as redes sociais e diversos sites de notícia por causa de sua beleza e também pela semelhança que muitos enxergam com as formas de uma mão.
Fotografada pelo blogueiro Rogério Pacheco, 32 anos, a formação de nuvens havia dominado a paisagem na Ilha da Madeira. O brilho do sol ao nascer na parte de baixo das nuvens, com tons avermelhados e dourados, e as sombras em tons de cinza no que seriam o “braço”, formaram uma bela imagem, e a repercussão foi instantânea e ampla nas redes sociais.
De acordo com informações do Daily Mail, Pacheco compartilhou a imagem em seu blog e redes sociais, porém, sem a pretensão de repercutir de forma tão barulhenta.
“Assim que vi o céu, eu fiquei imediatamente intrigado e eu simplesmente peguei minha câmera para tirar uma foto”, disse o blogueiro português.
Rapidamente a imagem foi apelidada de “mão de Deus”, pois muitos internautas viram as nuvens formando uma mão de punho cerrado em chamas, como uma expressão de poder e fúria.
A associação de nuvens, manchas, sombras e outros objetos a formas conhecidas é chamada pela ciência de pareidolia. Há inúmeros relatos de casos em que pessoas associaram desde fezes de pombos até manchas de queimado em torradas à imagem popular que se faz de Jesus Cristo, com cabelos longos e barba.
Em março de 2015, um desbarrancamento na Colômbia “revelou” Jesus aos moradores da zona rural de San Francisco Putumayo.
O local virou destino de peregrinação de fiéis e fonte de arrecadação para o proprietário do terreno, que cobrava 2 mil pesos (o equivalente a R$ 2,50) para que os fiéis tivessem acesso ao rosto de Jesus no barranco: “Se você acredita em Jesus, você vai ver a sua imagem”, disse Ximena Rosero Arango, que visitou o local