sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Parlamentar alerta autoridades europeias contra “genocídio de cristãos” feito pelo Estado Islâmico

As denúncias de perseguição religiosa contra cristãos feitas por líderes como o papa Francisco e o pastor Franklin Graham, dentre outros, e ignoradas pela grande mídia, ganharam atenção de um parlamentar sueco, que classificou a ação de extremistas muçulmanos, como o Estado Islâmico, de genocídio.

Lars Adaktusson, do partido Democrata-Cristão da Suécia, publicou uma carta aberta afirmando que há evidências claras de que o Estado Islâmico quer erradicar todos os cristãos dos territórios que ocupou na Síria e no Iraque.

A carta, publicada no jornal sueco Svenska Dagbladet, pede aos países-membros da União Europeia que reconheçam os contornos de genocídio que a perseguição religiosa perpetrada contra cristãos ganhou nos últimos anos no Oriente Médio.
O parlamentar fez questão de lembrar as “ações letais [do Estado Islâmico] contra os cristãos no ano passado, as quais inclusive forçaram todos os cristãos a fugir da cidade iraquiana de Mosul, tendo suas casas marcadas com a letra do alfabeto árabe correspondente ao ‘N”, a qual faz menção a Nazaré, cidade onde Jesus cresceu e foi criado”.
Adaktusson frisou que “assim como seus irmãos cristãos na Síria, os habitantes de Mosul fugiram do massacre brutal e mortal, promovido pelo Estado Islâmico” para salvar suas vidas e tradições religiosas. “Quando confrontados com a ordem da patrulha de terroristas, para escolherem entre o pagamento de um imposto abusivo, se converter ao islamismo ou a decapitação, um desenraizamento, a dramática fuga era a única saída”, acrescentou.
“Com igrejas de Mosul sendo esvaziadas, não havia mais cultos naqueles templos e, pela primeira vez em 1.700 anos, os sinos das igrejas foram silenciados. As pessoas fugiram, deixando suas casas, suas propriedades e suas tradições cristãs, mas também um patrimônio cultural de valor inestimável”, concluiu, lamentando
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quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

“A Bíblia diz que vai piorar”, diz pastor Franklin Graham, comentando os ataques terroristas


“A Bíblia diz que vai piorar”, diz pastor Franklin Graham, comentando os ataques terroristas
Na semana seguinte aos atentados terroristas do Estado Islâmico em Paris, o arcebispo de Canterbury, Justin Welby, principal líder da Igreja da Inglaterra, afirmou que chegou muito perto de duvidar de Deus, já que a ação dos extremistas não indicava outra resposta que não a maldade pura.
Nesse contexto, o pastor e evangelista Franklin Graham usou sua página no Facebook para afirmar que, de acordo com a Bíblia Sagrada, as coisas ainda vão piorar.
“Houve muitas vezes que eu perguntei a Deus sobre a razão disso tudo. Mas a Bíblia nos adverte claramente que, à medida que nós avançarmos na presente época, as coisas vão piorar. Vão haver guerras e rumores de guerras, fomes, doença, terremotos, pestilência e isto é apenas o começo”, afirmou Graham, fazendo referência aos casos de perseguição religiosa e terrorismo em nome de religiões.
A frase marcante de Welby sobre seu choque pessoal com as mortes perpetradas pelos terroristas foi manchete em diversos veículos de imprensa. “Sábado de manhã, eu estive fora e enquanto eu caminhava, eu orava dizendo ‘Deus, por que? Por que isso está acontecendo? Onde está você em tudo isso?’”, afirmou o arcebispo inglês durante entrevista programa Songs of Praise (“canções de adoração”), da BBC. “Ele [Deus] disse que estava ‘no meio disso’”, acrescentou Welby, lembrando do Salmo 56: “Ele guarda as nossas lágrimas em uma garrafa, nenhum de nossos sofrimentos são em vão”.
Por outro lado, o pastor norte-americano, em referência indireta às declarações de Welby, afirmou que perguntar “por que” a Deus não é exatamente duvidar d’Ele, e que ao longo de sua caminhada de fé, já se perguntou “por que”, mas sem nunca duvidar: “Eu não duvido nem por um segundo que eu sou um pecador, que fui salvo e perdoado por Sua graça. Não por causa de quem eu sou, mas porque Jesus Cristo derramou Seu sangue há dois mil anos numa cruz por meus pecados e Deus o ressuscitou dentre os mortos – e Ele está vivo para sempre”, disse.
Lembrando de sua conversão ao Evangelho, Graham afirmou que tem confiado em Deus todos os dias: “Quando eu tinha 22 anos, eu pedi a Jesus Cristo que entrasse em meu coração, e eu não duvidei d’Ele nem por um momento, desde aquele dia”.
Graham, que é conhecido por sua fala clara e objetiva quando se trata do islamismo, responsabilizou a religião pela ascensão do terrorismo em nome da fé: “O Islã declarou guerra contra o mundo e é chegado o momento de reconhecê-lo e responder decisivamente […] Eu não sei quanto a vocês, mas eu não quero viver sob o Islã. Eu não vou dobrar os meus joelhos para ninguém, exceto Deus, o Todo-Poderoso”, concluiu
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Incomodados, pastores lançam campanha divulgando origem do Natal: “Tudo se refere a Jesus”


Incomodados, pastores lançam campanha divulgando origem do Natal: “Tudo se refere a Jesus”
A origem das festas natalinas é a celebração do nascimento de Jesus. Essa é a mensagem que um grupo de pastores, liderados por Jimmy Terry, quer propagar ao longo desse mês.
Usando diversos cartazes, impressos em vermelho e branco, o pastor da Tabernacle Baptist Church quer alcançar os 95 condados do estado norte-americano do Tennessee com a campanha “Christmas is All About Jesus” (“tudo no Natal se refere a Jesus”, em tradução livre).
A iniciativa tem como objetivo minar a ideia de que a origem das comemorações natalinas se refere apenas à mitologia do Papai Noel e/ou à cultura de troca de presentes, incentivada pela publicidade.
“Este ano estamos pedindo aos cristãos em todo o estado de Tennessee para nos ajudar a espalhar a nossa mensagem. No próximo ano, nós esperamos que este movimento no Tennessee possa influenciar o resto da nação”, afirmou o pastor, segundo informações do USA Today.
Jimmy Terry expressou seu incômodo com a forma como as celebrações do Natal e da Páscoa foram distorcidas ao longo dos anos, tornando-se apenas datas comerciais: “Os dois dias mais sagrados da história humana foram profanados. No Natal, nós mostramos aos nossos filhos um homem vestido de vermelho, e na Páscoa, um coelho e alguns ovos”, queixou-se.
O fato de o foco do Natal já não ser voltado ao nascimento de Jesus é como se os cristãos aceitassem passivamente que “satanás destronasse Jesus Cristo”.
Um colaborador da campanha, Dwight Dickson, diácono da First Baptist Church in Clarksville, criticou o uso comercial que as empresas fazem em cima do Natal: “Nós deixamos que esses dias santos se tornassem feriados comerciais. Ele acabou se transformando em uma maneira de os comerciantes lucrarem. Perdemos o significado do Natal”, lamentou.
Os organizadores da campanha ainda não divulgaram números relativos à quantidade de cartazes distribuídos, mas a meta é espalhar 100 deles em cada um dos condados do estado, totalizando 9.500
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“Os caminhos de Deus não são os nossos”, diz candidato à presidência dos EUA sobre terrorismo


“Os caminhos de Deus não são os nossos”, diz candidato à presidência dos EUA sobre terrorismo
O senador Marco Rubio, 44 anos, pré-candidato do Partido Republicano à presidência dos Estados Unidos em 2016, afirmou que os ataques terroristas foram permitidos por Deus e fazem parte de seus complexos caminhos.
Durante um comício no estado de Iowa, Rubio afirmou que percorrendo o país em campanha logo após os atentados da sexta-feira 13 de novembro em Paris, foi questionado “onde estaria Deus nos atentados de 11 de setembro de 2001 e Paris”, e que respondeu a essa pergunta reconhecendo que nem sempre é possível entender os planos divinos.
“Eu respondi: ‘onde Deus está sempre. No Seu trono, no Céu’. A questão é: ‘como Deus poderia permitir que essas coisas ruins aconteçam?’. Ele sempre nos desafia a entender que os caminhos d’Ele não são os nossos caminhos. O que podemos interpretar como ruim e certamente o é, no caso de Paris ou do 11 de Setembro, mesmo que faça parte de um plano mais amplo para o universo e para a nossa vida, é que nós simplesmente não vamos saber a resposta. Os caminhos de Deus não são os nossos caminhos”, disse o senador da Flórida.
De acordo com informações do Christian Post, Rubio afirmou em seguida que muitas pessoas se portam como crianças pequenas, comportando-se perante a soberania de Deus como quem acredita que “seus pais deixariam médicos prejudica-lo com agulhas, quando vão receber uma vacina”.
“Tudo o que a criança compreende nos seus 3 ou 4 anos de idade é que seu pai e sua mãe a ama, mas está permitindo que um estranho enfie uma agulha em seu braço – ou alguma outra região do corpo – e isto dói, dói muito. ‘Por que eles estão permitindo que eu seja ferido por esse estranho? Eu não entendo isso’. Mas eu entendo. Enquanto essa agulha fere o braço da criança durante 3 ou 4 segundos, ela o faz para impedir que algo muito mais perigoso, muito mais doloroso e muito mais difícil aconteça mais tarde”, contextualizou.
Em terceiro lugar nas pesquisas de intenção de voto entre os pré-candidatos do Partido Republicano, Rubio reconheceu que “não busca a orientação de Deus tanto quanto deveria”, e que frequentemente sente-se tentado a duvidar de sua crença: “Você duvida de sua fé quando você é confrontado com um desafio ou problema e você começa a ter profunda ansiedade sobre isso. Somos biblicamente ordenados a não ter medo. Você sabe por que? Porque Deus está nos dizendo que ‘não importa o que aconteça, isto [desafio] é parte do meu plano. Vou dar-lhe a força para suportá-lo, quer você goste ou não’”.
Por fim, o senador uma compreensão da mensagem bíblica que vem se tornando rara: “Somos encorajados a ter paz. A paz que nos foi prometida não é a que nos diz que ‘tudo vai dar certo sempre’. Não foi isto que nos foi prometido. Aqueles entre nós que compartilham a fé cristã, só têm a certeza de que irão passar por adversidades. Somos informados de que seremos discriminados, odiados, perseguidos. Obviamente, temos a sorte de viver em um país onde a perseguição é relativa em comparação com outras partes do mundo […] A nenhum de nós está prometida prosperidade. A paz que nos é prometida é aquela capaz de lidar com o que quer que aconteça em nosso caminho, mantendo o espírito de felicidade e alegria, sabendo que tudo isso vem de Deus e é parte de Seu plano, que nós não entendemos completamente”, concluiu
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Governador do RJ ataca “pastores de R$ 1,99 de rede de televisão” e compra briga com Record, diz jornalista


Governador do RJ ataca “pastores de R$ 1,99 de rede de televisão” e compra briga com Record, diz jornalista
As eleições municipais do Rio de Janeiro voltaram a ter, no centro das discussões, citações a lideranças evangélicas. O governador do estado, Luiz Fernando Pezão (PMDB), afirmou, na última segunda-feira, 23 de novembro, que não teme “picaretas e pastores de R$ 1,99”.
O contexto da declaração envolve uma reportagem da TV Record veiculada no dia anterior detalhando as acusações feitas contra o pré-candidato do PMDB à prefeitura do Rio de Janeiro, Pedro Paulo Carvalho.
Pedro Paulo, como é conhecido na cidade, é acusado de agredir a ex-esposa a socos e pontapés durante discussões em 2008 e 2010. A emissora, assim, aproveitou a revelação do caso para expor o político.
Segundo informações do jornalista Lauro Jardim, de O Globo, Pezão “não deu nome aos bois” quando bradou que iria para o confronto, mas referia-se à Record.
“Pedro, você pode ter certeza, essas fofocas cada vez vêm de um jeito. Agora nossos adversários estão colocando a cara para fora mais cedo. Não temos medo de picareta, de pastor de R$ 1,99 de rede de televisão. Se tiver que ir para o pau, a gente vai para o pau”, disse Pezão.
A emissora, de propriedade do bispo Edir Macedo, está veiculando, nesta semana, uma série de reportagens intitulada “O Rio de lama”, em que detalha escândalos de corrupção e acusações contra a administração do PMDB no estado e na cidade.
Como Edir Macedo, dono da Record e líder da Igreja Universal do Reino de Deus, é tio do senador e bispo Marcelo Crivella (PRB), é provável que a troca de farpas tenha relação com a provável candidatura de Crivella à prefeitura do Rio de Janeiro em 2016.
Pezão e Crivella se enfrentaram na disputa pelo governo do estado em 2014, e durante o segundo turno, a temperatura da campanha esquentou entre ambos, com troca de acusações e disputa pela quantidade de líderes evangélicos que cada um conseguia atrair.
O impacto da declaração de Pezão sobre os “pastores de R$ 1,99” entre os líderes evangélicos ainda não pôde ser mensurado
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Pastor analisa fenômeno dos “desigrejados” e aponta fardo institucional como motivo de fuga


Pastor analisa fenômeno dos “desigrejados” e aponta fardo institucional como motivo de fuga

Os “desigrejados” são um grupo de cristãos que, por diferentes motivos, abandonaram a rotina de frequentar cultos e integrar uma comunidade formada a partir de uma igreja, e que geralmente são vistos de forma preconceituosa pelos fiéis mais fervorosos.
Esse fenômeno, que não se limita ao Brasil, tem atraído o interesse de pesquisadores, fato esse que tem permitido a descoberta de informações valiosas para compreender os motivos que levam a essa ruptura.
Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos mostrou que 31% dos norte-americanos que antes eram frequentadores de alguma igreja hoje se encaixam no perfil dos “desigrejados”.
Esses números foram apresentados pelo sociólogo Josh Packard, durante uma conferência sobre “O Futuro da Igreja”, que contou com a presença de 130 líderes cristãos, segundo informações do Charisma News.
A discussão em torno desse fenômeno propõe uma reflexão sobre o que pode estar errado com o atual formato da Igreja, e as diversas respostas que podem surgir não parecem ser simples.
No entanto, um pastor dedicado ao estudo do tema, John White, chama a atenção para uma característica maciça presente na maioria dos “desigrejados”: o incômodo com o peso das instituições.
“Ainda que os ‘desigrejados’ não estejam na igreja institucional, a maioria deles não abandonou a Deus. Na verdade, alguns dizem que deixaram ‘a igreja’ para preservar a fé. O tipo de igreja que eles estão interessados ​​tem a aparência da igreja retratada no livro de Atos”, explicou.
Indo mais a fundo, o pastor listou uma série de características da Igreja, descritas em Atos e nas cartas paulinas, e que vêm sendo esquecidas pelas “instituições”:
“Todas as igrejas na Bíblia se reuniam em uma casa, e funcionavam como uma pequena família espiritual. A atual igreja institucional, ao contrário, gasta uma grande quantidade de energia e dinheiro para obter e manter uma igreja”, apontou White.
Em segundo lugar, o pastor apontou que os “desigrejados” querem simplicidade: “As igrejas na Bíblia eram simples. Nós descrevemos a ‘igreja simples’ como uma igreja onde qualquer crente possa dizer: ‘Eu poderia fazer isso!’. (‘Vendo a coragem de Pedro e de João, e percebendo que eram homens comuns e sem instrução, ficaram admirados e reconheceram que eles haviam estado com Jesus. Atos 4:13’). A igreja institucional, ao contrário, exige pessoas altamente qualificadas, com formações teológicas e altamente criativas para serem bem sucedidas”.
White destacou ainda que “nas igrejas do Novo Testamento, todos usavam seus dons”, enquanto “na igreja institucional, apenas algumas pessoas altamente talentosas (líderes de louvor, pregadores, etc.) usam seus dons”.
A mensagem cristocêntrica, tão defendida por alguns poucos líderes, faz falta, segundo White: “Na igreja do Novo Testamento, Jesus trouxe a agenda das reuniões. Nas igrejas institucionais, algumas pessoas, muito inteligentes, é quem projetam as experiências de adoração”, lamentou.
Por fim, o pastor observou que “no Novo Testamento, as igrejas foram iniciadas em algumas horas ou alguns dias”, enquanto “as igrejas institucionais exigem um grande planejamento e recursos, e levam meses ou anos para começarem”, o que as tornaria burocráticas e autocentradas.
Além de descobrir o que pode estar afastando as pessoas da Igreja, as denominações poderiam aprender com os “desigrejados” a fim de evitar que o fenômeno se torne uma consequência natural para quem se converte ao Evangelho e passa a integrar uma comunidade de fé
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Brad Pitt diz que “doutrinas sufocantes” o fizeram deixar de ser cristão e se tornar ateu


Brad Pitt diz que “doutrinas sufocantes” o fizeram deixar de ser cristão e se tornar ateu

O ator Brad Pitt, 51 anos, admitiu que se tornou ateu depois de ter abandonado a fé cristã, e afirmou que considerava “sufocantes” as doutrinas a que foi submetido na infância.
Pitt foi criado em uma família batista de Missouri (EUA), e afirmou à revista Telegraph que os ensinamentos recebidos em casa ou na igreja incluíam “toda culpa cristã sobre o que se deve ou não fazer”.
Deixando transparecer certa mágoa com o excesso de rigor de seu pai, o ator reconheceu que a rigidez em momento algum comprometeu a integridade dele: “Meu pai poderia ser mais brando. Mas uma coisa que meu pai, sempre estressado, foi capaz, foi de fazer as coisas por si mesmo. Ele era muito grande na integridade — e isso influenciou muito sobre o que devemos tentar fazer agora”, afirmou.
Vindo de uma família de classe média – o pai de Brad Pitt dirigia uma transportadora –, o ator disse em 2007 à revista Parade que as doutrinas impostas pelas igrejas o deixaram confuso, e que por isso, resolveu deixar de acreditar: “Eu ia para reuniões de avivamento e era movido pelo Espírito Santo, e eu ia para shows de rock e sentia o mesmo fervor. Então me diziam: ‘Isso é música do diabo! Não participe disso!’. Eu queria experimentar coisas que a religião disse para eu não experimentar”.
Quatro anos depois, Pitt revelou que nunca conseguiu compreender a mensagem de providência divina pregada nas igrejas: “Muitas pessoas acham que a religião é muito inspiradora. Eu mesmo achei muito sufocante. Eu cresci com o cristianismo e me lembro de questioná-lo extremamente. Algumas coisas não deram certo para mim. Eu cresci aprendendo que Deus cuida de tudo, mas nem sempre funciona dessa maneira”, lamentou.
Mesmo com todas essas mágoas, Brad Pitt desempenhou importante papel na conversão ao Evangelho do ator Shia LaBeouf, que ficou tocado com a história de seu personagem no filme “Corações de Ferro” (inspirado em fatos reais) e procurou saber mais sobre o cristianismo.
A esposa de Brad Pitt, Angelina Jolie, 40 anos, tem uma visão diferente sobre a fé. Em entrevista à revista People, a atriz e diretora falou sobre o impacto que a história do atleta Louis Zamperini – que se converteu ao Evangelho em uma cruzada do evangelista Billy Graham e foi combatente durante a Segunda Guerra Mundial -, contada no filme “Invencível”, teve sobre sua crença: “Quando houver um obstáculo, você tem que enfrentar o desafio, e não ser dominado por ele. E nós não estamos sozinhos no mundo. Eu não sei se há um nome para isto — religião ou fé —, só que há algo maior do que todos nós, que é único e belo”
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