sexta-feira, 27 de novembro de 2015
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
POR QUE A TORRE DE PISA É INCLINADA?
A Torre de Pisa, na Itália, é uma construção muito famosa, e grande parte dessa fama se deve ao fato de ser levemente inclinada. O que poucos se divulga é o real motivo dessa inclinação, que não tem nada de conceitual, simbólico ou poético.
Na verdade, ela ficou inclinada pelo mesmo motivo que muitos dos prédios da beira-mar de Santos, em São Paulo, também ficaram: Fundação mal planejada em terrenos muito instáveis.
Naquela época, em meados do século XII, talvez não existisse a possibilidade de fazer a sondagem do solo, que é um recurso atualmente disponível para descobrir em que profundidade se encontra a terra mais firme, e assim fazer fundações que atinjam esse nível, gerando mais estabilidade, ou então evitando fazer muitos andares para que a construção não fique pesada. Quanto mais alto é um prédio, maior é o risco de queda, pois é maior a chance de ruptura no meio da construção. É basicamente a diferença entre quebrar um graveto fino e comprido ou então um mais curto.
Durante a execução do terceiro andar da Torre de Pisa já foi notado pelos engenheiros que ela começou a inclinar, e então eles começaram a construir paredes um pouco mais altas no lado que estava mais baixo, para compensar visualmente. Foi um erro grande, pois ao fazer isso esse lado ficou mais pesado do que o outro, fazendo com que ele afundasse ainda mais.
Ao longo dos anos ela continuou caindo aos poucos, com intervenções sem sucesso, até atingir uma inclinação perigosa demais e ser fechada para o público. Mas depois foi feita uma “pequena” obra que custou nada menos do que 25 milhões de dólares e que consistiu basicamente em tirar um pouco da terra no lado mais firme, e também reforçar a fundação com placas de chumbo para fazer ela parar de se movimentar.
Essa obra começou em 1997 terminou somente em 2001 e conseguiu reverter a inclinação em 40 centímetros, permitindo que a Torre fosse reaberta para visitação.
- Periquito, papagaio, peixe, cachorro, gato, coelho, tartaruga, hamster. Não importa qual seja, um animal é sempre bem-vindo à família e são muitos os benefícios oferecidos pela presença destes amigos. Segundo a revista Health, são quatro os principais benefícios de ter um animal de estimação em casa.
Um deles diz respeito aos níveis de estresse. Estar apenas meia hora com o animal de estimação reduz os níveis de cortisol (hormônio do estresse) na saliva e no sangue, deixando a pessoa mais relaxada e menos ansiosa com as tarefas que tem para realizar.
Além disso, ter um animal de estimação estimula o exercício físico, principalmente se em causa estiver um cão que necessite de atividade e de gastar energia diariamente. Os donos podem aproveitar essa necessidade do animal para mexer-se, caminhar.
Seja uma família grande ou não, ter uma animal de estimação combate a solidão. E todos os animais, à sua maneira, fazem companhia.
E se estes motivos parecem, por si só, mais do que suficientes para acolher na família um animal, há ainda que salientar que a sua presença aumenta os níveis de confiança das pessoas, afirma a Health.
Um estudo publicado no Journal of Personality and Social Psychology diz que os donos de cães estão melhor posicionados em determinadas categorias relacionadas com bem-estar e felicidade.
Preso, Bumlai pede por Bíblia ao chegar na carceragem da PF
Bumlai pede por Bíblia ao chegar em carceragem
O pecuarista José Carlos Bumlai, preso nesta terça (24) durante a 21ª fase da Operação Lava Jato, fez um pedido inusitado ao entrar na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, Paraná.
Requisitou que trouxessem uma Bíblia para ficar com ele. Dizendo-se religioso, tinha uma imagem de Nossa Senhora na lapela do paletó e um terço no bolso.
“Bumlai está sereno, tranquilo e confiante. Até porque acredita que tudo será esclarecido”, afirmou a advogada Daniella Meggiolaro, que acompanhou o pecuarista logo após ele ter feito exame de corpo de delito feito no IML (Instituto Médico Legal).
Ele estava em Brasília quando foi preso. Estava lá para prestar um depoimento na CPI do BNDES. A Polícia Federal apura, entre outras coisas, empréstimos de R$ 518 milhões do BNDES feitos a Bumlai, que tem relação muito próxima com o ex-presidente Lula.
A suspeita é que Bumlai tenha repassado parte do dinheiro ao Partido dos Trabalhadores. Salim Schahin, um dos delatores da Lava Jato, afirma que o empréstimo nunca foi pago. O pecuarista nega, dizendo que quitou a dívida. Ele deve ser ouvido esta semana pelo juiz Sergio Moro, e permanece preso, à disposição da justiça.
Lula insinua que Deus é o culpado pela corrupção no Brasil
Em entrevista dada ao canal Globonews nesta quarta (18), no programa de Roberto D’Ávila, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu suas opiniões sobre a situação do país. Foram 25 minutos de conversa.
Algumas frases ditas por ele tiveram bastante repercussão na imprensa, especialmente no que diz respeito a troca do ministro da Fazenda.
Contudo, ele usou mais uma vez uma citação religiosa infeliz. O entrevistador perguntou a reação de Lula quando a operação Lava Jato começou a desmontar os esquemas de corrupção na Petrobras.
Em sua resposta, Lula insinua que Deus deveria ser intimado pelo juiz Sérgio Moro a prestar depoimento. “Eu espero que um dia Deus, vendo tudo que está acontecendo no Brasil, carimbe na testa das pessoas o que ele vai ser —se vai ser ladrão, se vai ser honesto ou não”.
A insinuação do ex-presidente é que existe omissão do Todo-Poderoso. Em tese, se Deus usasse o tal carimbo, não haveria corrupção no país.
Tentando distorcer os fatos, como lhe é peculiar, emendou: “Você sabe que muitas vezes aquele cara que parece que é um santo, na verdade é um bandido. O que parece bandido é um santo.”
Ou seja, para Lula somente Deus pode dizer realmente quem é culpado e se omitiu ao não “carimbar” um veredito na testa dos diretores da Petrobras.
A declaração do petista tem a mesma honestidade de quando ele disse, na mesma entrevista, que ‘não dá palpites’ no governo Dilma. Sendo assim, todas as viagens que ele fez a Brasília nos últimos tempos reunindo-se com ministros, deputados e senadores a portas fechadas, não existiram.
Se a lógica de Lula funcionasse e Deus tivesse de marcar a testa dos honestos com algum adjetivo, dificilmente ele e seus maiores aliados teriam sido eleito para qualquer cargo na vida pública.
Mães são fundamentais na educação dos filhos
Essa vida é mesmo cheia de surpresas!
No início deste mês de outubro, eu me vi diante de uma pergunta que, para mim, tinha uma resposta óbvia: que cidade brasileira tem maiores condições de oferecer aos alunos boa infraestrutura escolar, professores bem formados e uma trajetória de séries sem interrupção da pré-escola até o final do ensino médio? Pensei na hora, sem dúvidas, “São Paulo”. Estava totalmente enganado.
Em um ranking de 5.462 municípios brasileiros, que receberam notas de 1 a 10, as três primeiras cidades brasileiras que oferecem melhores oportunidades de acesso a educação de qualidade são as cearenses Sobral, Groaíras e Porteiras, que conquistaram as notas 6,1, 5,9 e 5,9, respectivamente.
Acharam pouco? As cearenses ficaram acima da média do Brasil, que foi de 5,5 pontos.
São Paulo, que a imensa maioria, como eu, tem como centro de excelência para quase todo tipo de serviço público, ficou em 1.387ª posição, com 4,8 pontos. Brasília, a capital do país, onde a renda das pessoas é bem superior à média nacional, está no 2.349º lugar, com nota 4,6.
Esses dados foram revelados pelo IOEB (Índice de Oportunidades da Educação Brasileira), um projeto do Centro de Lideranças Públicas desenvolvido sob a coordenação técnica do pesquisador Reynaldo Fernandes. Saúdo a entidade, a equipe técnica e também os apoiadores pela iniciativa que nos traz tão relevante e surpreendente descoberta de nossa própria realidade.
A informação fundamental que esse ranking criado a partir do IOEB passa para nós é que as oportunidades de uma educação de melhor qualidade estarão em regra em municípios menores, distantes dos grandes centros metropolitanos.
Surpreendente, não? É preciso prestarmos muita atenção a isso, e vermos como as impressões que temos nos induzem a erros.
Agora, é importante sabermos como se chegou a esse índice, o IOEB. Como dissemos, é uma equação, uma composição de variáveis que cruza dados disponíveis no Censo, nos levantamentos do Ministério da Educação (também criados pelo pesquisador Reynaldo Fernandes), Pesquisas por Amostra de Domicílios, entre outros.
Além dos fatores socioeconômicos e da população do municípios, a equação também inclui o tempo de experiência do corpo docente das escolas … e um elemento que, dentre todos os demais, mostrou-se o mais importante, fundamental: o nível de escolaridade das mães.
O saber, o conhecimento das mães sobrepõe-se à renda, à infraestrutura das escola, à experiência dos professores. Será decisivo para a educação de seus filhos.
Assim, meus amigos, reitero aqui, em nosso espaço de diálogo, que é fundamental que as mães, como estrutura do núcleo familiar sagrado para nós, cristãos, priorizem como nunca sua própria educação, sua formação.
As mães precisam educar pelo exemplo. Delas, portanto, esperamos disciplina, dedicação e compromisso com os próprios estudos. Só assim poderão cumprir seu dever de passar também esse dever aos filhos.
Como mostra esse novo ranking, mães bem formadas hoje são um fator decisivo para que tenhamos jovens com melhores oportunidades de educação amanhã.
Estatuto da Família: vitória é no voto, não no grito!
Amigos e amigas, todos aqueles que vivem conosco a alegria da fé em Jesus Cristo, a Câmara dos Deputados está prestes a concluir a votação do Estatuto da Família.
Diferentemente do que a imprensa secular tem dito, a apreciação do projeto de lei pelos deputados federais ainda não acabou. E quando for concluída a tramitação do Estatuto da Família na Câmara, o projeto de lei ainda precisará passar pelo Senado.
Entre os quatro itens que aguardam votação na Câmara, está o conceito de núcleo familiar, que é o coração do projeto de lei.
O entendimento cristão, de que esse núcleo familiar é composto por um homem e uma mulher, exatamente como Deus o construiu, tem o apoio da maioria absoluta na comissão de deputados federais constituída para apreciar esse projeto de lei (PL 6.583/2013).
Vamos somar isso um argumento importantíssimo: a Constituição do Brasil também define família como união entre homem e mulher. É essa união que tem a proteção do Estado.
Diante disso, nossa expectativa é contar com um placar de 20 a 22 votos favoráveis aos nossos valores em uma comissão formada por 27 deputados.
Não é pouco!
Respeitamos a minoria que se apresenta legitimamente ao debate na comissão (provavelmente entre 5 a 7 votos) defende que também seja considerada família a união entre pessoas do mesmo sexo.
A Câmara dos Deputados é o espaço institucional em que os parlamentares, representantes dos diferentes segmentos da população e legitimados pelas urnas, apresentam-se ao debate democrático, construtivo, sem pirotecnia nem jogo midiático.
Esse é o bom debate.
No entanto, antes mesmo de concluída a votação do texto final do Estatuto da Família, temos visto pipocar na imprensa notas sobre a articulação de pessoas e grupos que se dizem representantes da academia, de diferentes segmentos da sociedade civil, que anunciam uma ofensiva pela revisão do conceito de família que deve ser aprovado na Câmara.
Defendem “algo mais plural” em lugar de “homem e mulher” como núcleo familiar.
Eu me perguntou: o que seria esse algo mais plural?
Pois então que se coloquem na arena democrática, que se façam representar no Congresso Nacional, que se organizem também em bancadas capazes de se articular em defesa dos interesses de seus representados.
Na democracia ganha-se no voto, não no grito.
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