sexta-feira, 9 de outubro de 2015

 Juventude de Fé

 Paulo nos faz esta recomendação;  (I Tessalonicenses 5:21 - Examinai tudo. Retende o bem. v. 22 - Abstende-vos de toda espécie de mal.

Qual o papel da juventude no governo?


A vida dos jovens brasileiros foi alterada. O investimento em políticas para juventude impactou diretamente no processo de formaçao desse jovem. A partir dessas medidas ele passou a ter acesso à educação e ao trabalho e às condições para participação nos processos sociais e políticos do país. Cerca de 51 milhões de jovens com idade entre 15 e 29 anos hoje já buscam os seus direitos, sejam eles trabalhistas ou comerciais, sociais ou culturais. Ocupando as ruas e o Congresso, são protagonistas da sua própria história.
Sua busca por direitos o levou a inúmeras conquistas, a mais recente foi a assinatura do decreto que regulamenta os benefícios de gratuidade no transporte público interestadual e de meia-entrada em eventos culturais e esportivos, ambos previstos no Estatuto da Juventude (Lei 12.852/2013). A aprovação plena do Estatuto estava parada há dois anos na mesa da presidência. Agora é lei e vai ser cumprida.
Porém, não podemos permitir que diante da atual crise institucional a juventude brasileira sofra. Cortes, ajuste fiscal e reforma ministerial não podem gerar uma conta que a juventude tenha que pagar. Com a pauta da Reforma Ministerial a SNJ – Secretaria Nacional de Juventude não tem lugar em nenhum dos novos ministérios. Não ter lugar é ser rebaixado e perder todas as estruturas conquistadas plea luta das juventudes, ou pior, pode ser o mesmo que não existir.
Além disso, esse não lugar distancia a SNJ do CONJUVE – Conselho Nacional de Juventude, enfraquecendo esse fórum que é o principal canal de diálogo entre os movimentos organizados de juventude do país e o Governo. Defendemos a manutenção da Secretaria Nacional de Juventude na estrutura do Estado.
Não podemos esquecer que nós, associados aos mais variados movimentos sociais, estivemos nas ruas, nas marchas contra o genocídio da juventude negra, nas marchas das mulheres, nas jornadas de junho de 2013, nas mobilizações de estudantes e da juventude trabalhadora. Fomos nós que conquistamos o direito de ter uma estrutura de Estado para fortalecer as políticas de juventude. Somos nós que estamos morrendo nas periferias e favelas. Somos nós a maior população carcerária. Mas ainda somos: nós que estamos resistindo.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Cristãos se reúnem para orar por Israel, em Jerusalém

Imagem: ReproduçãoTodos os anos, evangélicos de várias partes do mundo vão a Jerusalém para celebrar a Festa dos Tabernáculos (Sucot). A promoção é da Embaixada Cristã Internacional de Jerusalém, um dos mais atuantes grupos do movimento de sionistas cristãos.
No dia 3 de outubro, foi o dia Internacional de Oração por Jerusalém. Uma iniciativa antiga, que usa como base o mandamento bíblico do Salmo 122. Este ano, em especial, a cidade viveu um clima de guerra, com conflitos nas ruas entre palestinos e judeus.
Segundo o site da revista Charisma, cristãos de 175 países intercederam durante as 24 horas da campanha. Todos os interessados puderam acompanhar pela internet, através do aplicativo InstaPray.
Embora seus organizadores afirmem que essas iniciativas visam “unir” cristãos e judeus, não é algo bem visto por alguns segmentos. Os judeus mais ortodoxos a consideram “atividade missionária” disfarçada.
O rabino-chefe dos ashkenazi, David Lau, e o rabino-chefe do ramo sefardita, Yitzhak Yosef, deixaram claro que os judeus ortodoxos de Israel não devem aceitar o convite para participar.
Em nota, disseram: “Aos nossos irmãos da Casa de Israel, vamos dizer: Não se junte a esta assembleia, cujo objetivo é evitar a verdadeira redenção de Israel. De acordo com a nossa Torá sagrada, devemos nos manter longe deste evento. É proibido se juntar a eles de qualquer forma”.
O site Al-Monitor ligado a organizações judaicas ultra-ortodoxas, publicou um artigo afirmando que é necessário “combater-se a agenda cristã”, citando até uma ação judicial, se necessário.
O rabino Shmuel Lifschitz, disse ao site: “Durante anos tivemos um entendimento tácito com a Embaixada Internacional Cristã em Israel, para que eles evitassem a atividade missionária. Mas depois de alguns anos, eles não cumpriram sua parte do acordo”.
A reclamação é que os jovens judeus estão sendo convidados para se converter ao cristianismo. Por sua vez, a Embaixada Cristã disse apenas que não faz “proselitismo”.
Em Israel existe uma lei que proíbe a atividade missionária envolvendo “benefício material” e a pregação para menores de idade.
O site do movimento Yad L’Achim traz a manchetes: “Missionários atacam novamente: Campanha tem como alvo o sul de Israel”.
Eles criticam uma campanha do movimento Judeus por Jesus, que distribuiu material evangelístico nas ruas. Tempos atrás, o Yad L’Achim fez um grande protesto, apoiando os carteiros judeus que se negaram a entregar material missionário despachado pelo correio.

Mulheres indianas pagam um alto preço para servir a Cristo

“Agora que eu tenho a Jesus, me considero uma mulher forte”
“Agora que eu tenho a Jesus, me considero uma mulher forte”
Mulheres indianas enfrentam a violência doméstica, mesmo com as definições da Constituição do país, que garantem direitos iguais para homens e mulheres. Das formas de violência, as piores são os ataques com ácido, abusos e acordos nupciais forçados. Uma mulher que se converte ao cristianismo recebe um tratamento ainda pior.
*Sarita é uma mulher cristã, da Índia Central. Ela sofreu violências físicas e intelectuais por mais de 13 anos, pelo próprio marido, até que ele decidiu abandoná-la. “Ele me atormentava por causa da minha fé. Eu ouvi falar de Jesus quando tinha 16 anos e o amor de Cristo foi crescendo em mim aos poucos. Porém, me apaixonei e me casei com Mohan*, um homem hindu, mas foi só depois do casamento que ele mostrou quem era de verdade”, explica.
Ela conta que o marido chegava em casa bêbado, batia nela e dizia que ela era uma vergonha para a família. “Quando ele mandava eu adorar os deuses hindus e eu me recusava, então eu apanhava ainda mais”,  Enquanto tentava lidar com a situação, descobriu que seu marido tinha um segredo: “Ele já era casado, tinha três filhos e eu era a segunda esposa, mas ele nunca me contou. E a essa altura, eu também descobri que estava grávida”.
Depois de quatro anos, ela teve mais um filho. Sarita orava muito para Deus transformar seu marido, mas ele foi embora para viver com a primeira esposa, e a difamou, além de dizer a um jornal local que ela era prostituta.
“Eu era uma mulher abandonada, difamada e sofrida. Mas agora eu tenho a Jesus, então eu posso todas as coisas, e sempre me lembro da passagem de Isaías 41.10: ‘Por isso não tema, pois estou com você; não tenha medo, pois sou o seu Deus. Eu o fortalecerei e o ajudarei; Eu o segurarei com a minha mão direita vitoriosa’. Por isso eu me considero uma mulher forte”, conclui Sarita.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015


Os Três Pilares da Fé

Não se embriaguem com vinho, que leva à libertinagem, mas deixem-se encher pelo Espírito, falando entre si com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando e louvando de coração ao Senhor, dando graças constantemente a Deus Pai por todas as coisas, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo” (Efésios 5:18-20)
www.biblianaweb.com.br-cristo-vive-em-mim
Podemos passar pelo menos três claros pilares dentro da fé cristã. Não estou dizendo que sejam necessariamente os únicos, mas todos os outros acabam sendo ou uma consequência destes três, ou um fator que conduz a estes três. Tendo em vista aquilo que nós podemos fazer a Deus (ações) para produzir os frutos no nosso caráter aperfeiçoado (especialmente a fé e a santidade), podemos enumerar principalmente estes três:
 01 – Oração:
 “Orai sem cessar” (1 Tessalonicenses 5:17)
  02 – Louvor:
 “Ofereçamos a Deus, sempre, um sacrifício de louvor” (Hebreus 12:15)
 03 –  Leitura da Palavra:
 “Até a minha chegada, dedique-se à leitura pública da Escritura, à exortação e ao ensino” (1 Timóteo 4:13)
Esses são os três maiores pilares da fé. Alguém poderia dizer ainda que a santidade é muito importante e também deveria estar incluso ali. Certamente ela é importante tanto quanto (ou até mais) estes outros três; contudo, ela é, assim dizendo, a consequência (fruto) daqueles outros três. Ou seja, por mais que você ore muito, a consequência da sua oração não é o louvor e nem a leitura bíblica. Isso você tem que praticar separadamente (além da oração) em outros momentos do dia. Porém, quando a questão é a santidade, você não tem que separar um tempo para ser santo, você tem que ser santo em todo o tempo! E como é que isso acontece? Isso ocorre como consequencia e resultado daqueles outros três fatores. Dito em termos simples, podemos sumariar que:
ORAÇÃO + LOUVOR + LEITURA BÍBLIA = SANTIFICAÇÃO
ORAÇÃO  LOUVOR  LEITURA BÍBLIA = PECADO
Ir a igreja pode levar a um destes fatores de busca a Deus, mas não necessariamente. Por exemplo, alguém pode ir à igreja e não orar, não louvar, não ler a Bíblia, não prestar atenção na pregação, sair da mesma forma que entrou e esquecer-se do culto em menos de quinze minutos depois de ele ter terminado. Em o que uma pessoa dessas estará sendo edificada? Em absolutamente nada! Por outro lado, é indiscutível que quando estamos em um ambiente de igreja estamos mais constantemente na busca a Deus, seja por meio do louvor ou na instrução na Palavra, ou em vigílias de oração ou evangelismo.
Portanto, as idas a igreja é um fator importante, como o autor de Hebreus faz questão de ressaltar(Hb.10:25), mas ele não é em si mesmo uma busca a Deus. Ele pode conduzir a buscar a Deus, mas não é em si mesmo um fator de edificação, visto que alguém pode estar na igreja com o corpo e com a cabeça no mundo da lua, sem estar nem aí para o Senhor. A ida a igreja só é realmente eficaz quando vem acompanhada daqueles outros fatores ressaltados anteriormente.
ORAÇÃO + LOUVOR + LEITURA BÍBLIA = SANTIFICAÇÃO
Algumas pessoas se sentem mais a vontade quando estão dentro da igreja; outras ficam mais a vontade quando estão sozinhas com Deus em um ambiente sem ninguém ficar observando ou chamando atenção. Isso varia de pessoa a pessoa. O fato é que é extremamente errado chegarmos a dois extremos equivocados. O primeiro extremo é aquele que diz que não tem que ir à igreja coisa nenhuma. Isso contraria diretamente aquilo que escreve o autor da epístola aos Hebreus, que diz:
“Não deixemos de reunir-nos como igreja, segundo o costume de alguns, mas encorajemo-nos uns aos outros, ainda mais quando vocês vêem que se aproxima o Dia” (Hebreus 10:25)

O segundo extremo é dizer que é somente na igreja que nós somos edificados, o que é um grande equívoco, uma vez sendo que muitas pessoas (incluindo o próprio Jesus) buscam a Deus mais ainda quando estão sozinhas, orando em algum monte, ou em casa mesmo, passando as madruigadas sem dormir para se encontrar com Ele. Em suma, podemos dizer que ir a igreja é um fator necessário e importante, mas ele só é realmente um fator de edificação espiritual quando vem acompanhado de uma verdadeira busca a Deus. Alguém pode até ser pastor, morar na igreja, dormir na igreja, viver dentro de uma igreja, e não buscar a Deus coisa nenhuma e dedicar pouquíssimo tempo a Ele.

Essa pessoa pode até dormir e acordar na igreja, mas certamente não escapará do fogo do inferno! O fato é que não adianta apenas estar na igreja – precisamos buscar a Deus na igreja! Portanto, embora eu veja as idas a igreja como algo realmente útil e necessário (quando feito da maneira correta), vejo ela como um fator que pode influenciar a busca a Deus (ali dentro) e não como a busca a Deus em si mesma(como é o caso da oração, da leitura bíblica e do louvor). São estes três fatores que são, em si mesmos, busca a Deus. É verdade também que alguém pode orar de várias maneiras diferentes. Podemos fazer aquela oração de guerra, podemos fazer aquela oração de súplicas e ação de graças, podemos fazer oração de petição, podemos fazer aquela oração em que somos nós conversando com Deus, mantendo um relacionamento com Ele como um filho para com o Pai.

Não como “mandando” ou “exigindo” algo de Deus, mas se achegando a Ele, conversando com Ele, como um verdadeiro servo, filho e amigo de Deus!

Vamos somente adorá-Lo, sabendo que ele é fiel, justo e Todo-Poderoso para nos conceder a graça da vitória.

Quando Satanás partiu para o ataque contra o ministério de Paulo, conseguindo lançar ele e Silas no cárcere por pregar o evangelho o que eles fizeram foi simplesmente louvar e adorar ao Senhor, por meio de hinos e orações a Ele:

“A multidão ajuntou-se contra Paulo e Silas, e os magistrados ordenaram que se lhes tirassem as roupas e fossem açoitados. Depois de serem severamente açoitados, foram lançados na prisão. O carcereiro recebeu instrução para vigiá-los com cuidado. Tendo recebido tais ordens, ele os lançou no cárcere interior e lhes prendeu os pés no tronco. Por volta da meia-noite, Paulo e Silas estavam orando e cantando hinos a Deus; os outros presos os ouviam. De repente, houve um terremoto tão violento que os alicerces da prisão foram abalados. Imediatamente todas as portas se abriram, e as correntes de todos se soltaram” (At.16:22-26)

A chave para vencer as batalhas espirituais não é ficar em confronto direto com o inimigo gritando o tempo todo contra ele, mas sim louvar e orar a Deus, adorando Aquele que é mais do que poderoso para nos livrar de qualquer situação problemática. É num contexto de louvor, oração e adoração a Deus que a batalha é vencida, Deus intervém quando nós O adoramos! É somente desta forma que teremos êxito em nossas vidas espirituais,

“não por força e nem por violência, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor” (Zc.4:6).

O fato de Deus ser nosso Pai não é mera “coincidência”. Deus é nosso Pai porque nós devemos se achegar a ele na condição de filhos. Nenhum filho manda no pai, ou pelo menos nenhum deveria fazer isso. A linguagem bíblica de Deus como sendo o nosso amigo (Jo.15:13,15) e como sendo o nosso Pai (Fp.4:20)nos revela que ele quer um relacionamento conosco da mesma forma que nós temos com o nosso pai ou com um amigo nosso. Abraão era “amigo de Deus” (Tg.2:23), e não apenas ele, mas cada um que segue a Cristo:

“Já não os chamo servos, porque o servo não sabe o que o seu senhor faz. Em vez disso, eu os tenho chamado amigos, porque tudo o que ouvi de meu Pai eu lhes tornei conhecido” (João 15:15)

“Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos” (João 15:13)

Em suma, se você quer um segredo para orar mais, não é outro senão este: Converse com Deus! A “chave” da oração é a conversa! É abrir o seu coração para Ele, se derramar na presença Dele, falar para Ele as coisas mais importantes que você contaria a um grande amigo.

O ser humano só é preenchido por meio da busca a Deus, e o principal meio de buscar a Deus é através da oração. Da mesma forma, o coração de Deus também é movido à adoração – da adoração que nós fazemos a Ele. Da mesma maneira que nós nos sentimos profundamente preenchidos quando estamos em adoração a Deus, Ele também se sente profundamente preenchido quando vê a nossa adoração para com Ele. É por isso que ele criou o ser humano, e por isso mesmo que frequentemente no Apocalipse aparecem cenas de constante adoração a Deus. É nos dito que

“porque todas as coisas tu criaste, sim, por causa da tua vontade vieram a existir e foram criadas” (Apocalipse 4:11).

Constantemente vemos na Bíblia Jesus dizendo que “tudo o que pedirdes em meu nome, eu farei”(Jo.14:14). A palavra sempre utilizada por Jesus é “aiteo”, que, de acordo com o léxico da Concordância de Strong, significa:

154 αιτεω aiteo
de derivação incerta; TDNT – 1:191,30; v
 pedir, rogar, suplicar, desejar, requerer.
Ou seja, é pedindo, rogando e suplicando que obtemos aquilo que desejamos da parte de Deus. Não é exigindo algo Dele! Lembre-se: Deus é um ser pessoal, Ele não é uma máquina. Nunca foi! Não existem “fórmulas mágicas e secretas da oração” para você ser atendido. Deus atende a todos os Seus filhos que, com um coração puro e sincero, entram em Sua presença em espírito e em verdade, pedindo (i.e, rogando, suplicando) os seus desejos a Deus, lançando todas as suas ansiedades sobre Cristo, e confiando que Ele tem cuidado de nós.

Deus tem o próprio tempo em Suas mãos! Evidentemente muitas respostas de oração podem vir na mesma hora, já outras podem demorar mais, a promessa não vem senão por meio da fé e da paciência:

“De modo que vocês não se tornem negligentes, mas imitem aqueles que, por meio da fé e da paciência, recebem a herança prometida” (Hebreus 6:12)

Todo louvor que engrandece o Nome do Senhor deve ser incentivado. Não é o ritmo da música o que mais importa, se ela é mais agitada ou se é mais calma – o que importa é se estamos mesmo adorando a Deus com aquele louvor. Se estivermos engrandecendo o nome Dele, sim – Ele se agrada!

O nome do Senhor Jesus Cristo tem que ser glorificado a toda hora e a todo o momento, “a tempo e a fora de tempo” (2Tm.4:2).

Infelizmente há muitas pessoas que acham que existe um tempo em que não pode louvar (seja por estar no serviço, no colégio, ou em algum outro lugar público), e por isso ficam com a boca calada e perdem a oportunidade de ser testemunho de Deus naquele lugar. Paulo, no entanto, escreve a Timóteo, dizendo:

“Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina” (2 Timóteo 4:2)

Não é apenas quando achamos que está no “tempo adequado” que devemos estar buscando a Deus, e sim o tempo todo. Jesus Cristo disse:

“Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas” (Mateus 6:33)


Portanto, devemos equilibrar a nossa caminhada crista entre buscá-Lo mediante a oração, o louvor a leitura bíblica, e desta forma cumpriremos a palavra que está escrita: “Conheçamos, e prossigamos em conhecer ao Senhor” (Os.6:3). Irmãos, digo isso porque a maioria das pessoas não passa um tempo diário de leitura bíblica. Não lêem nem sequer UM ÚNICO VERSÍCULO no dia todo! E ainda querem ir para o Céu!como é que Deus vai anotar no “livro da vida” o nome de alguém que não lê o Seu próprio livro???

Foi o próprio Jesus Cristo que disse: “Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna; e são elas que dão testemunho de mim” (João 5:39). Os cristãos de Beréia eram nobres por fazerem aquilo que muitos “cristãos” se omitem em fazer: “Ora, estes eram mais nobres do que os de Tessalônica, porque receberam a palavra com toda avidez, examinando diariamente as Escrituras para ver se estas coisas eram assim” (Atos 17:11).


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A Torre de Babel

A história da Torre de Babel, situada logo no início na pré-história, é um dos acontecimentos que mudaram a história da humanidade, que ilustra muito bem o que pode dar errado nas civilizações e nas sociedades.
A curta narrativa contada em apenas nove versos é uma obra-prima compacta de literatura e virtuosidade filosófica. A primeira característica notável é sua precisa descrição histórica.
A torre, também chamada de zigurate, era o maior símbolo das cidades estados do vale do Tigre-Eufrates, na antiga Mesopotâmia, o berço da civilização. Foi neste local que os primeiros grupos humanos se fixaram, desenvolveram a agricultura e passaram a construir cidades.
E o Gênesis chama a atenção para a habilidade que possuíam de fabricar materiais de construção, especialmente tijolos (não só tijolos, mas também a roda, o arco e o calendário). Os tijolos eram feitos de barro, cozidos ao sol ou queimados ao forno, “E disseram uns aos outros: Eia, façamos tijolos e queimemo-los bem. E foi-lhes o tijolo por pedra, e o betume por cal”. Gênesis 11:3.
Este conhecimento tornou possível a construção de prédios em grande escala, atingindo alturas jamais vistas até aquele momento. Apartir daí que o zigurate começou a crescer em tamanho, com vários níveis de muitos andares e milhares de degraus para se chegar ao seu topo, e que possuía um significado religioso profundo.
Essas torres, em sua essência (as ruínas de pelo menos trinta foram descobertas), configuravam-se em “montes santos” construídos pelo homem, onde o céu e a terra pareciam se encontrar.
“E disseram: Eia, edifiquemos nós uma cidade e uma torre cujo cume toque nos céus,” Gênesis 11:4.
Inscrições encontradas nestas construções, que foram decodificadas por arqueologistas, se referiam à idéia de seu topo “atingindo os céus”. O maior deles, o grande zigurate de Babel do qual fala o Gênesis, era um edifício de sete andares com 91,44 metros de altura, uma construção sem precedentes para a época.
A história da Torre de Babel não é apenas precisa em descrever os fatos e o meio histórico-cultural em que se desenvolve a narrativa. Está repleta também de recursos literários, inversões e jogos de palavras no original hebraico. Isso porque a maioria das palavras em hebraico, podem ser quebradas e reduzidas à sua raiz, à matriz de cada palavra, composta de três consoantes, que contém a essência do significado daquela palavra.
Um exemplo que ilustra bem essa característica do hebraico escrito é o familiar ensinamento Talmúdico que nota a similaridade entre as palavras banayikh (seus filhos) e bonayikh (seus construtores), e sugere que Isaías 54:13 “E todos os teus filhos/construtores serão estudantes do Senhor; e a paz de teus filhos/construtores será abundante”, o que indica que todos aqueles que estudam a palavra de Deus são chamados construtores da paz.
Voltando ao Gênesis, um dos recursos literários mais notadamente conhecidos no texto, tem a ver com o jogo de inversão de palavras da raiz hebraica l-v-n, “tijolos”, com n-v-l, “confusão”, que são precisamente inversões uma da outra. Essa técnica literária está relacionada a uma mensagem moral e espiritual muito importante no Gênesis.
Neste caso, o jogo de palavras chama a atenção para o fenômeno da inversão de papéis entre o divino e o humano, uma certa tendência entre os descendentes de Adão. O resultado do comportamento humano resulta frequentemente no oposto do que foi intencionado.
Os construtores queriam concentrar a humanidade em um só lugar “e façamo-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a terra” Gênesis 11:4. O resultado foi que eles foram dispersados por todo o mundo. “Assim o Senhor os espalhou dali sobre a face de toda a terra; e cessaram de edificar a cidade” Gênesis 11:8. Eles queriam e fizeram um “nome” para eles mesmos, mas o nome Babel tornou-se o símbolo eterno de confusão.

A Confusão das Línguas

E eles estavam super orgulhosos na sua mais recente descoberta tecnológica, a capacidade de construir edifícios em uma escala nunca vista até aquele ponto. Eles só não sabiam que o maior poder criativo de todos é a linguagem e não o conhecimento técnico.
Através da linguagem nós formamos nossas idéias imaginativas, construímos possibilidades e convocamos outras pessoas para nos ajudar a torná-las em realidade. As palavras precedem o trabalho. Não foi um problema técnico que impossibilitou a continuação da construção da Torre de Babel, mas a inabilidade de se comunicar.
Nesta narrativa, podemos encontrar algumas palavras que nos trazem ricos significados espirituais. A primeira está na frase que abre e fecha este episódio, kol ha-aretz, “toda a terra”. “E era toda a terra de uma mesma língua e de uma mesma fala” Gênesis 11:1.
A outra palavra é o vocábulo hebraico shamayim, “céus”, o lugar que os construtores da Torre de Babel tentavam profanar. A temática do texto bíblico fica então bem clara, esta é uma história sobre céu e terra, o que faz com que retornemos ao capítulo 1 do Gênesis, onde vemos Deus criando os céus (shamayim) , e a terra (aretz).
A descrição da criação em Gênesis 1 fala mais da bondade de Deus em criar um universo bom e cheio de ordem, do que sobre o seu poder. Os antigos pagãos orientais viam o mundo como um lugar cheio de perigos, maldades, ameaças, desastres, fomes e dilúvios. O universo que enxergavam, era o resultado de batalhas entre poderes cósmicos, personificados por conflitos entre os “deuses”.
Mas há uma outra palavra chave envolvida na criação, sua raiz hebraica é b-d-l, “separar, dividir, distinguir”, que aparece cinco vezes no capítulo 1 de Gênesis, e que traz importantes verdades sobre a criação. A bondade da criação reside na ordem e na ordenação dos elementos, representados por fronteiras e separações. Deus separou diferentes domínios.
No primeiro dia – luz e trevas; no segundo – águas acima da expansão e águas abaixo; no terceiro dia – dia e noite; no quarto dia – sol e lua; no quinto – pássaros e peixes; no sexto dia – animais e a espécie humana. Cada domínio foi preenchido com formas de vida apropriadas aos respectivos ambientes.
A visão que o Gênesis passa é que ordem é sinônimo de bondade. O mal é desordem. A palavra het, “pecado”, vem de um verbo que significa “errar o alvo”. A palavra avera, “transgressão”, significa “ultrapassar os limites e entrar em um local proibido”. Muitos dos hukkim, “estatutos”, dos hebreus são sobre o ensinamento do respeito que devemos ter pela ordem natural estabelecida no universo.
A própria criação trouxe ordem ao caos em que os elementos estavam no princípio. O físico Gerald Schroeder, afirma que esta ordenação do universo está presente implicitamente nas palavras hebraicaserev (tarde) e boker (manhã)“E foi a tarde (erev) e a manhã (boker), o dia primeiro” Gênesis 1:5. Erev em hebraico significa “uma mistura sem diferenciação de elementos”. Boker vem de uma raiz que tem por significado “refletir, contemplar, buscar esclarecer”.

Ordem e Bondade

Um universo ordenado é um universo de paz, em que cada ser, seja ele humano ou inanimado, tem o seu lugar apropriado. Violência, injustiça e conflito são formas de desordem – fracassos em respeitar a integridade das diferentes formas de vida e de cada pessoa.
No mundo mitológico, contra o qual as escrituras sempre protestaram, nenhum limite é respeitado. Lá, deuses e humanos se confundem. Há homens deuses e semi-deuses. E ainda há seres estranhos, híbridos, metade humanos e metade animais.
Esse era o estado em que estava o universo antes do dilúvio, quando “viu Deus a terra, e eis que estava corrompida; porque toda a carne havia corrompido o seu caminho sobre a terra” Gênesis 6:12.
Estas quebras de barreiras e de domínios é que trazem o caos e a desordem. Deus criou os limites para trazer ordem e bondade, o homem frequentemente quebra estes limites, e com isso cria o caos, gerando resultados inevitavelmente destrutivos.
O limite mais fundamental que Deus criou foi a diferenciação entre o céu e a terra. Deus não pode ser representado por nada do que há na terra. “Os céus são os céus do Senhor; mas a terra a deu aos filhos dos homens” Salmos 115:16. Esta divisão ontológica é fundamental: Deus é Deus, homem é homem. Ninguém pode cruzar esta fronteira.
Este foi o maior pecado dos construtores da Torre de Babel. Sua aspiração em “atingir os céus” era risível, e o Gênesis com seus jogos de palavras e inversões, faz piada deles. Uma construção com 91,44 metros e eles pensavam que tinham chegado “aos céus”. Era realmente risível a pretensão que eles tinham em se tornar seres divinos.
Intoxicados pela sua proeza tecnológica, acreditavam que eles tinham se tornado “deuses” e poderiam construir seu próprio mini-universo. E não se contentando em dominar a terra apenas, agora partem para invadir o domínio divino. Este é um erro que muitas civilizações cometeram e o resultado foi catastrófico. O espírito de Babel esteve presente e ainda está, em muitas ações humanas na história.
Um exemplo recente que temos, é o deixado pelos nazistas, que se intitulavam “raça pura, ariana, divina”, e veja todos os crimes que cometeram. Quando seres humanos tentam ser mais do que humanos, eles rapidamente se tornam desumanos. Graças a Deus, somente Ele é Deus, pois somente quando aceitamos que Ele é Deus, é que podemos ser totalmente o que somos, humanos, e exercer toda a nossa humanidade.
E assim mantemos a distinção do céu e da terra, organizando a terra sempre debaixo da consciente soberania dos céus. Somente quando respeitamos os limites da criação é que impedimos os seres humanos de destruírem-se mutuamente, na ânsia utópica de serem reconhecidos como seres mais “altos”, “divinos”, de “raça superior”.
O mundo que Deus criou é um mundo de limites, e o ser humano tem limites e tem que respeitar a ordenação dada à criação.



A Cura Emocional Sentimental

Se há um sentimento que permeia a alma do ser humano, este é o da culpa. São tão diversas as situações que passamos.
Decisões difíceis de serem tomadas. Todo o tempo em nossas vidas somos obrigados a decidir em várias questões.
E o homem, com seus sentimentos mal resolvidos, com seus preconceitos e conceitos mal concebidos. Muitas vezes com orgulho, falta o conhecimento de causa para decidir e fazer o que seria melhor.
Por muitas vezes erramos, e algumas vezes erramos gravemente! Ainda assim, o amor de Deus nos oferece a compaixão e a misericórdia.
Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 João 1:9).
E nos diz mais ainda:
“ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã” Isaías 1:18

Marcas Difíceis de se Apagar

Ao confiar em alguém, ao contar os nossos segredos, compartilhar nossos sonhos, revelar os nossos planos, e quase que sem perceber, começa o curso de uma dolorosa traição.
A simplicidade de espírito, o coração desarmado, a fé na boa vontade do outro, nos impede de olhar e ver a realidade à nossa frente.
Nesses momentos, muitos amigos simplesmente desaparecem. E fica no peito, uma voz sufocada, clamando por 

O Perdão Conduz à Cura Sentimental

Com a dor e tristeza no fundo da alma, qual a solução? Que caminho seguir?
“Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que a seu tempo vos exalte;” 1 Pedro 5:6
O senhor nos ensina que se há um caminho a tomar, esse é o do perdão. Perdoe a todos, perdoe, simplesmente perdoe.
Deus não se deixara escarnecer, ele cuida da sua palavra. Veja que Jó no pior momento de sua vida, abandonado e acusado por seus amigos, foi restaurado através do perdão.
“E o SENHOR virou o cativeiro de Jó, quando orava pelos seus amigos; e o SENHOR acrescentou, em dobro, a tudo quanto Jó antes possuía.” Jó 42:10
O perdão tem o poder de consolar e traz alívio à alma. Não permita que a mágoa domine seu ser. Creia em Deus, peça a Jesus. Recomeçe perdoando e sendo perdoado. Reconciliação é a palavra chave.

Filme cristão de baixo orçamento vira fenômeno nos cinemas e causa espanto em Hollywood

Um filme cristão de baixo orçamento e que arrecadou, até agora, 16 vezes o valor de seu custo, tornou-se o centro das atenções na mídia especializada dos Estados Unidos e tem sido visto, pelos cristãos, como o símbolo de um recado à indústria de Hollywood.
“War Room” (“sala de guerra”, em tradução livre) é uma produção com orçamento de US$ 3 milhões e que arrecadou mais de US$ 50 milhões em bilheteria até agora. O roteiro do filme fala sobre um casal com problemas conjugais que contorna as dificuldades juntos, através da oração.
A produtora do filme, Sherwood Pictures, é a mesma de títulos como “À Prova de Fogo”, “Desafiando Gigantes” e “Corajosos”, e surgiu de um ministério da Igreja Batista de Sherwood.
De acordo com informações do Charisma News, o apoio da American Family Association (“Associação da Família Americana” – AFA) à produção é responsável por parte do sucesso do filme.
“Atuamos em muitas questões pesadas ​​da sociedade, mas nós gostamos de ir ao cinema também”, disse o presidente da AFA, Tim Wildmon. “Quando o entretenimento, no entanto, derruba nossa sociedade e é uma influência negativa sobre os nossos filhos, nós sentimos que devemos intervir. Ao mesmo tempo, quando há opções maravilhosas para as famílias para assistir juntos, nós queremos trazer esses filmes para a atenção de todos. Por décadas, a tela grande tem sido dominada pela violência, sexo, drogas e crime. Mas há um pouco de luz, e as famílias cujos dólares são conduzidos por seus valores terão um grande filme”.