segunda-feira, 5 de outubro de 2015


Dízimos e Ofertas

Dízimos e Ofertas
“Mas digo isto: Aquele que semeia pouco, pouco também ceifará; e aquele que semeia em abundância, em abundância também ceifará. Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, nem por constrangimento; porque Deus ama ao que dá com alegria.” (II Corintios 9.6,7)
O texto retrocitado alude a uma oferta que foi levantada pelo apóstolo Paulo entre as igrejas da incircuncisão (gentios), e que foi juntada durante o período aproximado de um ano, para assistir aos crentes pobres e necessitados da incircuncisão, a saber, pertencentes ao povo de Israel. Trata-se portanto, não de um dogma relativo à apresentação de ofertas obrigatórias pelas igrejas, mas de uma decisão específica, para atender a uma necessidade específica, numa ocasião especifica.
A Igreja tem o dever de atender às necessidades dos santos, mas isto não é regulado no período do Novo Testamento, quanto à forma de fazê-lo. Antes de tudo devemos considerar que os dízimos e ofertas alçadas regulados pela Lei de Moisés e conforme são apresentados no Velho Testamento pertenciam exclusivamente ao sistema chamado de Antiga Aliança que vigorou até a instituição da Nova Aliança a partir da morte e ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo.
Apesar de terem sido apresentados dízimos antes dos dias de Moisés, todavia não estavam regulados pela lei que fora dada aos israelitas por Deus no Monte Sinai.
Como pode ser observado em diversas passagens bíblicas tanto o dízimo quanto as ofertas fixas tinham por alvo atender às necessidades de manutenção do culto do templo, dos sacerdotes, dos levitas e também para atender os que se encontrassem em necessidade extrema em Israel.
Deve-se ter em conta que a nação de Israel estava debaixo de um governo teocrático e os assuntos de estado eram uma atribuição dos sacerdotes da nação. O dízimo tinha então também o caráter de imposto, para gerir serviços à sociedade como um todo.
Deus teve o cuidado de dar um sentido social à aplicação das ofertas e dízimos que eram apresentados a Ele, para desfazer a ideia religiosa antiga de que Ele necessitava destas ofertas para que a sua ira fosse aplacada ou então para se comprar os seus favores.
As ofertas sangrentas representadas sobretudo nos sacrifícios de animais realizados no templo foram instituídas por Deus desde os dias de Adão, como se infere da oferta apresentada por Abel, já que havia um princípio pedagógico nestes sacrifícios para que ficasse gravada definitivamente a necessidade de um sacrifício cruento – o de Jesus – que foi tipificado até que Ele viesse, por aqueles sacrifícios. Sacrifício este – o de Jesus -que seria oferecido pelo próprio Deus e não por qualquer homem ou anjo. Deus não tem necessidade de qualquer oferta apresentada pelos homens – estes é que necessitam dos seus dons divinos.
Com a revogação da Antiga Aliança, caiu também juntamente com todas as demais ordenanças civis e cerimoniais da Lei de Moisés aquela forma prescrita de se oferecer dízimos e ofertas, até mesmo porque não seria o propósito de Deus incentivar a continuidade de um sistema que tinha sido revogado desde que nosso Senhor inaugurou um Novo Testamento para substituir aquele modo de culto que vigorava no Antigo.
Agora, se os dízimos e ofertas eram de fato bíblicos, naquela forma prescrita, para vigorarem no período de duração da Antiga Aliança, todavia disto se aprende, por princípio, que onde houver a necessidade de manutenção de um ministério regular em igrejas nesta Nova Aliança, para o pagamento de ministros de tempo integral; servidores de manutenção dos locais de adoração; assistência regular de membros etc, é razoável e necessário que haja um sistema também regular de cobertura destes gastos pela membresia, voluntariamente, e conforme a capacidade de cada um em ofertar para a continuidade dos trabalhos ministeriais.
Ninguém, em sã consciência, seria contrário a isto, especialmente quando os trabalhos da Igreja têm em vista alcançar convertidos, quer nas congregações locais, quer nas atividades missionárias; pois isto sempre implica a necessidade de dispêndio financeiro, e bem farão aqueles que forem movidos voluntariamente a contribuir, porque Deus ama a quem dá com alegria, e não somente isto, faz abundar a fazenda daqueles que são generosos em ofertar para atender a necessidades reais relacionadas aos serviços da Igreja.
Agora, fazer da obra de Deus uma ocasião de ganho pessoal, de negócio mundano, para entesourar para fins escusos é uma prática abominável e condenada não somente por Deus, mas pela própria razão natural.
É requerido daqueles que administram os bens e recursos financeiros da Igreja que sejam pessoa sábias, idôneas, de boa reputação e inteiramente honestas, para que se tape a boca do Inimigo e sejam eliminadas quaisquer possibilidades de ruins suspeitas. Tudo deve ser administrado de modo claro e transparente, de conhecimento geral da membresia, para que o nome de Deus seja honrado e glorificado,
Afinal a congregação cristã não é um ambiente de negócios mundanos e seculares.
Por isso vemos nosso Senhor repreendendo a avareza dos escribas e fariseus, que administravam os serviços religiosos em Israel, e cujo enfoque repousava nos dízimos e nas ofertas e não no que era, segundo o Senhor, mais importante na lei, a saber, a justiça, a misericórdia e a fé (Mateus 23.23). Ele estava falando a judeus, ainda debaixo da Antiga Aliança, e por isso afirmou que importava fazer estas coisas (a justiça, a misericórdia e a fé) sem omitir aquelas (os dízimos e as ofertas). Lembremos que o próprio Senhor Jesus cumpriu integralmente a Lei de Moisés, pois importava que assim fizesse para nos resgatar da maldição da lei ao morrer no nosso lugar – o Obediente perfeito da Lei no lugar dos desobedientes.
Por extensão, por similaridade, podemos entender que Ele estava aludindo a que toda oferta pecuniária levantada para o serviço na obra de Deus deve servir de apoio para a pregação da fé, da justiça do evangelho e da misericórdia de Deus pelos pecadores, de modo a que sejam salvos. O que passa disso é negociata secular, como ocorria com os escribas e fariseus no passado.
O texto de Hebreus 7.5-9 é bastante claro quanto à verdade de que o sistema de dízimos e ofertas do Antigo Testamento estava de baixo da lei da Antiga Aliança e não da Nova, porque se diz que o encargo de recolher dízimos era específico dos levitas, e aqueles que estavam obrigados a dizimar eram todas as demais tribos de Israel, sendo que os próprios levitas não estavam desobrigados de apresentarem também o dízimo dos dízimos que recebiam.
Na mesma epístola aos Hebreus é afirmada uma nova lei de administração do culto, porque Jesus não era sumo-sacerdote segundo a ordem de Arão, de quem descendiam os levitas, mas segundo a ordem de Melquisedeque a quem Abraão pagou o dízimo.
Tendo havido mudança de sacerdócio, houve também mudança da lei sacerdotal (Hb 7.12) de modo que se diz que:
“Pois, com efeito, o mandamento anterior é revogado por causa da sua fraqueza e inutilidade
(pois a lei nenhuma coisa aperfeiçoou), e desta sorte é introduzida uma melhor esperança, pela qual nos aproximamos de Deus.” (Hebreus 7.18,19).
Finalmente, observe que o profeta Malaquias apresenta os dízimos e ofertas não como a finalidade do culto, mas como uma das evidências da verdadeira fidelidade a Deus nos dias do Velho Testamento, quando era exigido obrigatoriamente dos israelitas determinados tipos de ofertas, bem como o dízimo. Ele cita no primeiro e segundo capítulos a necessidade de santidade de vida para que os dízimos e ofertas fossem aceitos por Deus.


RESTAURAÇÃO FAMILIAR COMEÇA COM RECONCILIAÇÃO COM DEUS


Gênesis 32:1-31

Nessa passagem lemos a história linda da reconciliação de Esaú e Jacó. Uma atitude de Jacó no passado foi suficiente para se tornar num episódio de vingança. Esaú se sentiu prejudicado pelo irmão Jacó, por isso jurou matá-lo, e para se ver livre Jacó fugiu por um bom tempo do irmão.

A Bíblia não omite esse problema na família de Isaque, mostrando o quanto somos responsáveis quando tomamos atitude errada no passado na família, que vem, por sua vez, causar uma confusão grave no futuro Hoje também encontramos o mesmo problema na família, onde a inimizade, o ódio têm corroído os corações por causa decisões erradas no passado, que foram tomadas sem consultarmos a Deus.

Para solucionar esse problema tão sério é preciso, no entanto existir primeiro a restauração para haver reconciliação. Deus restaurou o relacionamento entre Esaú e Jacó, quando isso aconteceu. Somente é possível acontecer na família tamanha vitória quando o Senhor agir.

Que o episódio de Esaú e Jacó nos ensine o caminho da reconciliação que tantas famílias vêm tentando encontrar. Que Deus no abençoe. Amém!

O Poder da Unidade



Unidade é Ação coletiva, que tende a um único objetivo; coesão; integração; união. Na unidade não significa que todos se tornam iguais, que as diferenças desapareçam, mas significa que cada um abre mão do seu “pensamento próprio” para caminhar junto numa mesma visão, num mesmo propósito com os demais, para o cumprimento de metas estabelecidas pela liderança ou coletivamente.
Unidade é um assunto muito sério
Unidade é um assunto tão importante para Deus, que Jesus antes de ser crucificado passou um longo tempo ministrando e intercedendo por seus discípulos e por todos nós, para que pudéssemos aprender e receber o espírito da unidade, nos tornando um só com Cristo e um só uns com os outros. Jesus disse que o mundo só o conheceria se visse esse espírito de unidade em nós (João 17:21-23). E também em Gênesis 11:1-9 nós vimos que a unidade atrai a atenção de Deus, que a um povo unido nada se torna impossível.
Por que as pessoas deixam de andar em unidade?
Podemos identificar alguns motivos ou causas que fazem com que as pessoas deixem de andar em unidade:
– Egocentrismo: porque acham que sua opinião ou seu jeito de fazer é melhor do que o de seu líder ou do coletivo.
– Competição: querem sempre estar “certas” e serem “melhores” que os outros ou que seus líderes.
– Auto-pastoreio: não conseguem se abrir para serem ensinadas, conduzidas, pastoreadas, caminhar em bando como as ovelhas. Judas versículo 12 fala que essas pessoas que se auto-pastoreiam, ou seja, que são pastores de si próprias e não se submetem a pastores e líderes espirituais, são iguais a “nuvem sem água” e “árvores sem raízes”, são estéreis e não geram frutos que permanecem.
– Opressão maligna: há um espírito maligno atuando em suas vidas. Em alguns casos é um legado de orfandade, quando as pessoas não tiveram a figura paterna presente e acolhedora na sua infância. Em outros casos trata-se de um “espírito de bode” mesmo, que gera pessoas solitárias, que não sabem viver em bando como as ovelhas. Mas para todos esses casos é possível a cura e a libertação em Cristo Jesus.
A Unidade gera força
– Porque Deus habita no meio da unidade (Leia Mateus 18:19-20).
– Porque um ajuda ao outro (Leia Eclesiastes 4:9-12).
– Porque o ambiente gerado pela unidade estimula e encoraja a todos (Leia I Coríntios 1:10). Um ambiente onde todos falam a mesma língua, têm a mesma visão e lutam para conquistar alvos gera credibilidade e confiança para as pessoas que chegam nesse ambiente. Já um ambiente em que as pessoas criticam umas as outras e falam línguas diferentes, criticam seus líderes e uns aos outros, gera desconfiança em quem chega.
Satanás tem todo interesse em afastar as pessoas do corpo, pois ao afastar uma pessoa da unidade, ele prepara o bote para ataca-la com mais facilidade, já que sozinha ela está mais vulnerável (Hb. 10:24,25).
Tipos de unidade que nos dão poder:
1.1. Unidade no casamento e na família – A esposa precisa se unir ao seu marido ou ajudá-lo nas decisões e assim viverem em concordância. Quando há concordância dentro do lar, tudo se torna possível, principalmente se estiver em linha com Deus. Os filhos precisam estar em concordância com os pais, seguindo as suas instruções, o segredo para a vida em abundância esta aí. É o princípio da unidade que Jesus disse em Mateus 18:19, quando dois concordarem na terra em oração, será concordado no céu e concedido por Deus Pai.
1.2. Unidade entre Eu e Deus – Eu preciso me unir a Ele – estar em concordância com seu propósito para minha vida. Assim eu sou instrumento para contribuir que a unidade da igreja, da família, do Grupo Familiar, dos discípulos etc., seja aperfeiçoada. Se formos um com Ele, o Seu reino estará em primeiro lugar na nossa vida, sendo assim não teremos dificuldade de viver e praticar a Sua Palavra, não teremos dificuldades de ser fiel, de fugir do pecado, de ser submisso aos nossos líderes, nos esforçaremos para fazer discípulos frutíferos, pois iremos refletir a vontade perfeita de Deus em todas as áreas da nossa vida.
1.3. Unidade com a Visão e o Chamado de minha Igreja – Unidade entre mim e você, isto é, entre os irmãos em Cristo. Estar unidos não é apenas estarmos todos juntos em um culto, no Grupo Familiar ou conviver na igreja, na família ou trabalho. Recebemos uma palavra  do Senhor  que nos diz: “Não levantaremos altares individuais. Nenhum de nós é uma unidade independente. Não somos uma instituição impessoal. Nossa relação é de alinhamento de aliança. Não há espaço para quebra de alianças, assim Deus renova suas bênçãos e Satanás tem seu acesso desautorizado” e que “como notas musicais, as experiências pessoais, embora individualmente essenciais, só desempenharão sua plena função se combinadas com o todo na harmonia de uma única melodia. Somos uma sinfonia. Crianças, adolescente, Jovens e adultos, homens e mulheres, serão parceiros tocando e dançando uma única canção. Queremos ser uma família de famílias”. Para recebermos a bênção da visão do que ministério que fazemos parte, do corpo que somos membros, precisamos estar em unidade.
1.4. Unidade entre discípulo e discipulador – O discípulo se une ao seu líder no propósito, na linguagem, na visão, no sonho e na missão… O resultado é crescimento e conquistas em todos os níveis. Esta unidade com o discipulador e com o grupo forma uma equipe e equipe é um conjunto de pessoas que, juntas, interagem plenamente entre si e que todos trabalham unânimes rumo a um mesmo e único objetivo proposto. Os integrantes desta equipe sempre cuidarão um do outro.
1.5. Unidade com minha equipe de trabalho, com as pessoas com quem compartilho o ambiente de meu sustento ou de estudo. A palavra de Deus diz que devemos fazer tudo como se estivéssemos fazendo para o próprio Jesus Cristo, por isso devemos fazer tudo sempre com excelência. A palavra de Deus também diz que o servo (trabalhador) deve honrar seu senhor (empregador) e que o senhor deve tratar o servo com dignidade, como seu irmão (Colossenses 3:23 e Efésios 6:5-9).
OS DIREITOS DE DEUS

SE EXISTEM OS DIREITOS DO HOMEM, os direitos da mulher, os direitos da criança, por que não haveria também os direitos de Deus?

Deus tem direito de ser único. Não há outro deus no espaço nem no tempo.

Deus tem o direito de não ter principio nem fim. Ele está fora do tempo.

Deus tem o direito de não ser masculino nem feminino. Ele cria, mas não se multiplica.

Deus tem o direito de centralizar o culto em si mesmo. “Não terás outros deuses além de mim” (Ex 20.3)

Deus tem o direito de não permitir que seu santo nome seja profanado. Ele pune aquele que não santifica o nome dele (Ex 20.7).

Deus tem o direito de ditar as normas de fé e comportamento. Ele tem a última palavra quanto ao que devemos crer e ao que devemos fazer.

Deus tem o direito de salvar o homem pela loucura da salvação. O Senhor faz convergir todos os pecados para o sacrifício vicário de Jesus Cristo.

Deus tem o direito de exercer controle absoluto sobre tudo e sobre todos. Ele não divide sua gloria com ninguém.

Deus tem o direito de ter agenda própria. Ele deixou por último a destruição da morte (I Co 15.26).

Deus tem o direito de revelar o que quiser, quando quiser. Ele mantém oculto o que agora não deseja tornar conhecido (At 1.7).

Deus tem o direito de ter misericórdia e compaixão de quem ele quiser. Ele escolheu Jacó e rejeitou Esaú (Ml 1.2-3; Rm 9.13).

Deus tem o direito de fazer novas todas as coisas. Ele cria novo corpo, novos céus e nova terra ( 1 Co 15.51-53; Ap 21.5).

Deus não tem ninguém antes dele, não tem consultor (Is 40.14; Rm 11.34). Ninguém lhe deu coisa alguma (jo 41.11). Ele começou do nada, sem matéria-prima. Não tem concorrentes. Não tem história.

É por isso que Ele é Deus!


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Pergunta: "Qual é o papel de Israel no fim dos tempos?"
 
Resposta:
Toda vez que há um conflito em ou em torno de Israel, muitos veem isso como um sinal do fim dos tempos se aproximando rapidamente. O problema com isto é que talvez acabaremos eventualmente nos cansando dos conflitos em Israel, tanto que não vamos reconhecer quando os verdadeiros eventos profeticamente significativos ocorrerem. Um conflito em Israel não é necessariamente um sinal do fim dos tempos.

O conflito em Israel tem sido uma realidade sempre que Israel tem existido como nação. Quer tenham sido os egípcios, amalequitas, midianitas, moabitas, amonitas, amorreus, filisteus, assírios, babilônios, persas ou romanos, a nação de Israel sempre foi perseguida por seus vizinhos. Por que isso? Segundo a Bíblia, é porque Deus tem um plano especial para a nação de Israel e Satanás quer derrotar esse plano. O ódio por Israel que Satanás encoraja - especialmente a Israel de Deus - é a razão pela qual os vizinhos de Israel sempre querem ver essa nação destruída. Quer se trate de Senaqueribe, rei da Assíria; Hamã, funcionário da Pérsia; Hitler, líder da Alemanha nazista, ou Ahmadinejad, o presidente do Irã, as tentativas de destruir completamente Israel sempre falharão. Os perseguidores de Israel vêm e vão, mas a perseguição irá permanecer até a segunda vinda de Cristo. Como resultado, o conflito em Israel não é um indicador confiável da iminente chegada do fim dos tempos.

No entanto, a Bíblia diz que haverá terrível conflito em Israel durante o final dos tempos. É por isso que esse período é conhecido como a Tribulação, a Grande Tribulação e o "tempo de angústia para Jacó" (Jeremias 30:7). Isso é o que a Bíblia diz sobre Israel no fim dos tempos:

Haverá um retorno em massa dos judeus à terra de Israel (Deuteronômio 30:3, Isaías 43:6, Ezequiel 34:11-13; 36:24; 37:1-14).

O Anticristo fará uma aliança de 7 anos de "paz" com Israel (Isaías 28:18; Daniel 9:27).

O templo será reconstruído em Jerusalém (Daniel 9:27, Mateus 24:15, 2 Tessalonicenses 2:3-4, Apocalipse 11:1).

O Anticristo quebrará a sua aliança com Israel, o que resultará na perseguição mundial de Israel (Daniel 9:27; 12:1, 11; Zacarias 11:16, Mateus 24:15, 21; Apocalipse 12:13). Israel será invadida (Ezequiel capítulos 38-39).

Israel vai finalmente reconhecer Jesus como o Messias (Zacarias12:10). Israel será regenerada, restaurada e reagrupada (Jeremias 33:8, Ezequiel 11:17, Romanos 11:26).

Há muita confusão em Israel hoje. Israel é perseguida, cercada por inimigos - Síria, Líbano, Jordânia, Arábia Saudita, Irã, Hamas, Jihad Islâmica, Hezbollah, etc. No entanto, esse ódio e perseguição de Israel são apenas uma amostra do que vai acontecer no fim dos tempos (Mateus 24 :15-21). A última rodada de perseguição começou quando Israel foi reconstituída como uma nação em 1948. Muitos estudiosos das profecias bíblicas acreditavam que a Guerra dos Seis Dias entre árabes e israelenses em 1967 foi o "começo do fim". Será que o que está acontecendo hoje em Israel pode indicar que o fim está próximo? Sim. Será que isso significa necessariamente que o fim esteja próximo? Não. O próprio Jesus explicou bem: "Acautelai-vos, que ninguém vos engane. Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; a muitos enganarão. E ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; olhai não vos perturbeis; porque forçoso é que assim aconteça; mas ainda não é o fim" (Mateus 24:4-6).

“Estado Islâmico é um culto apocalíptico”, diz Barack Obama, justificando ataques aéreos

 

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O presidente Barack Obama comentou as atrocidades cometidas pelo Estado Islâmico durante seu discurso na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) e comparou as ações dos terroristas a mazelas de um apocalipse.
A menção de Obama aos extremistas islâmicos foi uma forma de justificar os ataques aéreos feitos pelas forças militares dos Estados Unidos em áreas da Síria e Iraque. De acordo com o presidente, não há escolhas fáceis para pôr fim à crise, mas também “não há espaço para acomodar um culto apocalíptico” como o Estado Islâmico.
Obama afirmou ainda que seu país não vai se desculpar pelo uso da força, pois as ações são tomadas dentro de uma coalizão militar ampla que pretende pôr fim às ações do grupo terrorista: “Fazemos isso com a determinação de garantir que nunca haverá um refúgio seguro para os terroristas que realizam esses crimes […] e temos demonstrado ao longo de mais de uma década de busca incessante à Al Qaeda que não vamos ser vencidos por extremistas”, afirmou o presidente.
Em críticas à ditadura do presidente da Síria, Bashar Al-Assad, Obama afirmou que governos como o dele são celeiros de ameaças: “Quando um ditador mata dezenas de milhares de seu próprio povo, isto não é apenas uma questão de assuntos internos de uma nação – que gera o sofrimento humano em uma ordem de magnitude que afeta a todos nós. Da mesma forma, quando um grupo terrorista decapita cativos, abate o inocente e escraviza as mulheres, isso não é problema de segurança nacional de um único país. Isto é um ataque à toda a humanidade”.
Demonstrando preocupação com o recrutamento feito pelo Estado Islâmico, Obama apontou que a “ideologia venenosa” do grupo “infecta muitos de nossos jovens”.
Chamando atenção para as oportunidades que a pobreza extrema representa para grupos extremistas, Obama parafraseou o papa Francisco, ao sugerir que “somos mais fortes quando nós valorizamos o menor entre nós, e o vemos como igual em dignidade para nós mesmos e nossos filhos e filhas”.

       

Assad diz que fracasso de coalizão destruiria Oriente Médio

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WASHINGTON — O presidente sírio, Bashar al-Assad, disse que a Síria, a Rússia, o Irã e o Iraque estão unidos em sua luta contra o terrorismo e que provavelmente terão sucesso em seus esforços, mas advertiu que o custo de um fracasso seria devastador para o Oriente Médio.
De acordo com Assad, que deu entrevista a um programa de televisão iraniana, as quatro nações alcançarão “resultados práticos”, diferentemente da campanha internacional liderada pelos Estados Unidos contra o Estado Islâmico na Síria e no Iraque, que levou a um aumento da violência.
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A Síria e seus aliados devem ter sucesso “ou enfrentar a destruição de toda a região”, afirmou a Presidência síria no Twitter, citando declarações de Assad na entrevista deste domingo.

— Desde que a coalizão liderada pelos EUA foi formada, o Estado Islâmico se expandiu geograficamente e seus recrutas se multiplicaram. O terrorismo é o novo instrumento usado pelo Ocidente para subjugar a região. Não pode haver uma solução política enquanto os Estados continuarem a apoiar os terroristas. Os mais importantes líderes terroristas na Síria e no Iraque são europeus.
EUA RELATAM 16 ATAQUES CONTRA EI
Os Estados Unidos e seus aliados realizaram 16 ataques aéreos contra militantes do Estado Islâmico na Síria e no Iraque, no sábado, informou o Exército norte-americano neste domingo.
Três dos seis ataques na Síria ocorreram perto da cidade de Hasaka. O comunicado também afirmou que militantes do Estado Islâmico, armas e edifícios foram atingidos em dez ataques perto de várias cidades iraquianas, incluindo Kirkuk, Falluja e Ramadi.
Já o Ministério da Defesa da Rússia informou, também neste domingo, que aviões russos realizaram 20 missões na Síria e atingiram dez alvos do Estado Islâmico nas últimas 24 horas.

A Rússia disse que vai intensificar os seus ataques aéreos na Síria, ampliando uma intervenção militar que Moscou lançou na quarta-feira para enfraquecer os militantes do Estado Islâmico, mas que potências ocidentais dizem que tem como objetivo apoiar o presidente Bashar al-Assad.
“Como resultado de nossos ataques aéreos contra alvos do Estado Islâmico, temos conseguido perturbar o seu sistema de controle, linhas de fornecimento da organização terrorista, e também causado danos significativos à infraestrutura utilizada para preparar atos de terror”, disse o ministério.