sexta-feira, 25 de setembro de 2015



“Nuvem do arrebatamento”: fenômeno levou internautas a crerem que Jesus estava voltando; Assista



“Nuvem do arrebatamento”: fenômeno levou internautas a crerem que Jesus estava voltando; Assista
Um fenômeno raro e belíssimo da natureza levou muitos cristãos costarriquenhos a acreditarem que estavam presenciando a volta de Jesus Cristo na última semana.
A formação de uma nuvem multicolorida, influenciada pela refração da luz solar por gotículas de água e cristais de gelo, chamada pela ciência de “nuvem iridescente”, causou alvoroço na população local, e como não poderia deixar de ser nos dias atuais, invadiu as redes sociais com inúmeras teorias.
Logo após a publicação das primeiras fotos e vídeos, muitas pessoas passaram a se referir ao fenômeno como a “nuvem do arrebatamento” ou “nuvem do fim dos tempos”. Aliada à impressão de que algo fora do comum estava acontecendo, a aparição da nuvem ocorreu justamente no dia em que se comemorava a Independência do país, 15 de setembro.
A repercussão foi tão intensa que emissoras de TV dos Estados Unidos noticiaram o fato e os comentários publicados em redes sociais.
Uma norte-americana que estava na cidade de Escazu e filmou a nuvem se mostrou perplexa: “Eu nunca vi nada como isso”, narrou ela. “Olhe para o céu, é absolutamente… É um tipo de sinal de Deus”, acrescentou, perdendo as palavras. O vídeo já ultrapassou a casa de 2,2 milhões de visualizações
De acordo com a rede ABC News, o meteorologista Eladio Solano, que trabalha no Instituto Nacional de Meteorologia da Costa Rica, confirmou que tratava-se de uma “nuvem iridescente” e tranquilizou as pessoas
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Ator que interpreta faraó em Os Dez Mandamentos diz que não leu a Bíblia: “Não achei necessário



Ator que interpreta faraó em Os Dez Mandamentos diz que não leu a Bíblia: “Não achei necessário”
Sérgio Marone, ator que dá vida ao personagem Ramsés na “novela bíblica” Os Dez Mandamentos, da TV Record, afirmou em uma entrevista que não leu as passagens bíblicas sobre seu personagem por achar que não seria necessário.
O ator afirmou ainda que buscou inspiração em outras fontes, como a série de TV “Game of Thrones”, da HBO, e o livro “Ramsés: O Filho da Luz”, de Christian Jacq, editado pela Bertrand Brasil.
“Não cheguei a ler a Bíblia porque não achei necessário, mas li ‘Ramsés: O filho da Luz’, que foi fundamental. Me colocou muito no clima e consegui entender aquela tensão da época. Estar no poder é algo muito solitário”, disse o ator ao Uol.
De acordo com o ator, a atmosfera da série americana produzida pela HBO também o ajudou a compor seu personagem: “Vi muito ‘Game of Thrones’, que tem um universo muito próximo ao clima da novela. Vai muito além de uma trama bíblica. Fala da disputa pelo poder, da disputa de dois homens pelo amor da mesma mulher, das intrigas palacianas. Gente que nunca viu novela da Record está vendo Os Dez Mandamentos”, acrescentou.
Apesar de Marone se abster da leitura da Bíblia para seu papel, a autora Vivian de Oliveira conta com uma equipe de pesquisadores, historiadores e teólogos para auxiliá-la em pontos-chave da novela, além da revisão da escritora Cristiane Cardoso, filha do bispo Edir Macedo
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Cristão bilionário quer comprar ilhas da Grécia ou Itália para abrigar refugiados da Síria


Cristão bilionário quer comprar ilhas da Grécia ou Itália para abrigar refugiados da Síria
Um cristão egípcio dono de uma fortuna estimada em bilhões de dólares resolveu agir de forma objetiva e anunciou que pretende comprar uma ilha para construir um novo país e abrigar os refugiados da Síria e de outros países que enfrentam problemas relacionados ao extremismo islâmico.
Naguib Sawiris, 61 anos, tido como o terceiro homem mais rico do Egito, publicou sua intenção de comprar uma ilha nos mares da Itália ou da Grécia e construir um país independente a partir do zero em seu perfil no Twitter.
“Grécia ou Itália, me vendam uma ilha, declararei sua independência, abrigarei lá imigrantes e proporcionarei trabalho na construção de um novo país”, escreveu o bilionário na terça-feira, 01 de setembro, acrescentando que o país poderia se chamar “Hope”, que significa esperança.
“Ideia louca… talvez. Mas pode ser temporária, até que eles possam voltar a seus países”, afirmou.
Sawiris foi questionado por uma usuária da rede social se era para valer: “Grande iniciativa. Eu tenho uma pergunta a você: há uma ilha na Grécia ou Itália grande o suficiente para hospedar tantas pessoas?”. A resposta foi a de quem havia pensado muito no assunto: “Nós podemos comprar mais de uma ilha. E, de qualquer forma, estamos falando de centenas”.
Posteriormente, o bilionário egípcio confirmou à agência France Press (AFP) que tem a real intenção de levar o plano adiante, o que pode custar entre US$ 10 e 100 milhões. “Há dezenas de ilhas desertas que podem acomodar milhares de refugiados”, disse Sawiris, prometendo tratar os imigrantes como “seres humanos”.
Sua ideia inclui a construção de infraestrutura completa no novo país, o que geraria empregos aos refugiados, e abrigo ao mesmo tempo.
E o trabalho se basearia nos moldes de grandes construções, com a edificação de abrigos temporários enquanto casas, escolas, hospitais e universidades são erguidos.
Sawiris é membro da Igreja Copta Ortodoxa e preside a empresa de telecomunicações Orascom TMT e um canal de televisão, além de ser proprietário, junto com sua família, do balneário El Gouna, no litoral do Mar Vermelho
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 VILA PACHECO DA ROCHA-NOVA IGUAÇU








Um respiro momentâneo para Dilma


Presidente Dilma Rousseff participou da inauguração do Conjunto Habitacional João Domingos NettoA presidente Dilma Rousseff deverá embarcar hoje para a abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas em Nova York um pouco – não muito, mas um pouco – mais tranquila. Pela primeira vez desde que o governo e o PT decidiram enfrentar o deputado Eduardo Cunha na eleição para a presidência da Câmara no início do ano, os movimentos políticos dela melhoram sua situação, em vez de piorá-la. Não há ainda uma resposta concreta que lhe permita afastar o fantasma do impeachment. Mas há um alívio.

As boas notícias para Dilma começaram com a vitória do governo no Congresso, que manteve 26 vetos presidenciais a leis que aumentariam as despesas do governo em até R$ 100 bilhões nos próximos anos. Embora ainda falte o exame de seis vetos, entre eles o reajuste de 78% no Judiciário, os parlamentares deram uma demonstração de que entenderam o risco que representariam um impacto de R$ 23,5 bilhões no Orçamento do ano que vem – apenas o reajuste do Judiciário ainda pode custar R$ 5,3 bilhões em 2016.

Uma análise da votação, publicada hoje pelo jornal Folha de S. Paulo, revela que 34 dos 49 deputados peemedebistas presentes votaram a favor do governo – numa Câmara presidida por um peemedebista que já se declarou na oposição, o deputado Eduardo Cunha. Esse resultado não foi obtido de graça. Apesar da recusa dos caciques Michel Temer, Renan Calheiros e Cunha em indicar nomes peemedebistas na reforma presidencial montada por Dilma, o PMDB, ao que tudo indica, sairá fortalecido dela, com cinco ministérios. “Melhor perder ministérios do que a presidência”, disse o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Dilma, na longa reunião que tiveram ontem, de acordo com o jornal O Estado de S.Paulo.

O melhor símbolo da reforma de Dilma será, caso confirmada, a entrega do minstério da Saúde ao deputado peemedebista Manoel Júnior, da Paraíba. Ligado a Cunha, Júnior apoiou a candidatura de Aécio Neves em 2014, afirmou duas semanas atrás que o PMDB não era mais governo, declarou-se contrário à volta da CPMF e, no início de agosto, dizia que Dilma deveria renunciar em favor de Temer. O ministério da Saúde tem a maior verba orçamentária do Planalto, estimada em R$ 91,5 bilhões este ano (depois de cortes de R$ 12 bilhões), e sempre foi uma das pastas mais cobiçadas – basta lembrar que foi ocupada pelo tucano José Serra no governo Fernando Henrique Cardoso. A entrega da pasta ao “PMDB da oposição” representa uma inflexão na política do governo.

A segunda boa notícia para o governo e o PT foi a decisão tomada ontem pelo Supremo Tribunal Federal (STF), ao autorizar o fatiamento da Operação Lava Jato. Com o desmembramento do caso que envolve a senadaora petista paranaense Gleisi Hoffman e o envio dos demais investigados no caso à Justiça Federal paulista, o STF abriu a porta para novos desmembramentos. Diminui, com isso, o poder do juiz Sérgio Moro, da 13.a Vara da Justiça Federal do Paraná, o artífice de toda a estratégia de condução da Lava Jato. Alvos como o PT e a campanha de Dilma ficam agora mais difíceis de atingir. Com a decisão do STF, advogados dos acusados saberão de aproveitar de novas manobras e recursos para protelar as investigações.

As dificuldades para DIlma persistem. Na semana que vem, os pedidos de impeachment começarão a ser examinados por Cunha – que voltou a ser citado por um novo delator da Lava Jato como quem dava a “palavra final” na diretoria internacional da Petrobras. No início de outubro, o Tribunal de Contas da União (TCU) deverá emitir um parecer contrário à aprovação das contas do governo em 2014, por causa das “pedaladas fiscais”. E ainda persiste a desastrosa crise econômica, com recessão, inflação e dólar em alta. A especulação cambial – num momento em que a balança de pagamentos da sinais positivos e não há fuga de capital do país – dificultará ainda mais a vida do governo diante das agências de avaliação de risco que ainda não rebaixaram a nota do Brasil. Nada disso mudou – nem deverá mudar num futuro próximo.

Dilma terá muito pouco a apresentar ao mundo na Assembleia Geral da ONU. Nem mesmo seu papel de potência regional o Brasil tem conseguido exercer a contento. Na América Latina, dois conflitos foram encerrados recentemente com a mediação de atores externos. No primeiro, Equador e Uruguai conseguiram um acordo para os choques na fronteira entre Colômbia e Venezuela. No segundo, Cuba mediou as negociações entre o governo colombiano e as Farc. Em nenhum deles, o Brasil teve papel significativo. Dilma, claro, não estará preocupada com isso em Nova York. Ela quer apenas ganhar tempo para, até a semana que vem, com o anúncio da nova reforma ministerial, demonstrar ao país se sua recém-adquirida competência política terá alguma chance de afastá-la da beira do abismo.






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VILA PACHECO DA ROCHA-NOVA IGUAÇU








A Síria pode contar com Putin eObama?


Barack Obama e Vladimir Putin durante reunião de cúpula do G8 na Irlanda do Norte, em 2013

Esqueça Dilma, o papa Francisco e o chinês Xi Jinping. A discussão que dominará os debates da septuagésima sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas que começam na semana que vem em Nova York diz respeito à Síria. Mais especificamente, ao que fazer para deter o avanço do Estado Islâmico (EI) sobre a região. O presidente da Rússia, Vladimir Putin, reforçou a presença militar russa no enclave que mantém o ditador Bashar Al-Assad e tentará, na segunda-feira, convencer o presidente americano, Barack Obama, de que a intervenção miltar em apoio a Assad é a melhor forma de combater o EI. Não se sabe qual será a resposta ou a reação de Obama.

Desde que a Rússia abrigou Edward Snowden, o ex-prestador de serviços da Agência Nacional de Segurança (NSA) que vazou dados a respeito dos programas de espionagem americano, não há um encontro oficial agendado entre Putin e Obama. O último foi na Irlanda do Norte, em 2013 (foto). A ofensiva Rússia na Ucrânia e a posterior anexação da Crimeia contribuíram para estremecer ainda mais as relações russo-americanas. Mas o combate ao EI põe os dois novamente do mesmo lado. Obama sabe que, sem Putin, não será possível formular qualquer resposta à gravíssima situação na Síria, por isso aceitou recebê-lo. Daí a importância da reunião de segunda-feira.

“Não há outra solução para a crise síria, que não seja o reforço da estruturas existentes de governo e a ajuda para que elas combatam o terrorismo”, afirmou Putin em entrevista ao programa de TV “60 minutes”, da CBS. “Mas, ao mesmo tempo, devemos engajá-las em um diálogo positivo com a oposição racional e conduzir reformas.” O significado dessa declaração ambígua, de acordo com diplomatas ouvidos pelo jornal The New York Times, é que Putin está em princípio disposto a aceitar a saída de Assad do poder, desde que possa manter sua influência e seu poderio militar na região. A Rússia tem  apoiado a Síria desde que o Baath, partido do pai de Assad, Hafez, assumiu o poder num golpe em 1963. Hafez deu um segundo golpe em 1970 e ampliou ainda mais esses laços.

A atitude de Obama em relação à Síria tem sido um desastre militar e humanitário, como já descrevi aqui. “Raramente um presidente americano abandonou sua responsabilidade de forma tão abjeta”, escreveu emeditorial a respeito a revista britânica The Economist. Mas uma aliança com Putin – mesmo com a improvável derrubada de Assad – será difícil de engolir para o governo americano.

Analistas sustentam que Putin decidiu reforçar suas bases na Síria apenas para criar mais um problema, depois ceder em troca de alívio às sanções econômicas e de manter seus interesses intactos na Ucrânia. “Um regime de sanções prolongado, ao estilo do Irã, prejudicaria seriamente as perspectivas russas de desenvolvimento de longo prazo, que acabariam por se manifestar na política interna”, afirma Ben Aris na Business News Network.

O dilema de Obama é ainda mais complexo. Está descartada uma intervenção de grande escala, no estilo Iraque e Afeganistão. Também está fora de cogitação uma coalizão semelhante à que derrubou o tirano líbio Muammar Khaddafi, depois brutalmente assassinado num país hoje retalhado entre vários grupos, entre eles o próprio EI. A tentativa canhestra dos americanos de financiar rebeldes “sunitas moderados” na Síria esbarrou na força incontornável dos vários grupos jihadistas, sobretudo o Jihat al-Nusra (ainda ligado à al-Qaeda) e o EI. “Os Estados Unidos devem parar de insistir na derrubada de Assad e ouvir com atenção as outras potências com interesses nos desdobramentos, inclusive a Rússia”, afirma o especialista em política internacional Stephen Walt, da Universidade Harvard, na Foreign Policy.

A política, diz Walt, é a arte do possível. A verdade é que os erros cometidos na região, sobretudo pelo governo Obama como reação à guerra na Síria, transformaram um problema que já era incrivelmente difícil noutro talvez impossível de resolver – pelo menos em prazo curto. É imperativo fazer algo. O custo da inação certamente será maior, em vidas e para o futuro da região. “Talvez o maior obstáculo seja o próprio Obama", diz a Economist. "Neste momento, seu legado registrará não apenas a reaproximação com Irã e Cuba, mas também a consolidação de um califado jihadista e incontáveis refugiados."


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 VILA PACHECO DA ROCHA-NOVA IGUAÇU

Subsecretaria de Defesa Civil    

A Defesa Civil do Município do Rio de Janeiro foi criada para articular, coordenar e gerenciar ações de redução de desastres na cidade. Além de mobilizar a população para adotarem medidas preventivas e de respostas rápida em situações de riscos provocadas por fenômenos naturais. A Defesa Civil está à disposição da população 24 horas por dia, através do telefone 199.

Meu apartamento tem diversas infiltrações provenientes do condomínio. Quais as indenizações que posso pedir?

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Situação das mais comuns até hoje são os danos provocados pelas infiltrações de águas em apartamentos, salas, lojas e conjuntos comerciais, as quais são provenientes das áreas comuns do condomínio e que geralmente ocorrem por falhas de construção, defeitos de instalação ou, simplesmente, ausência de manutenção no tempo. Normalmente tais vazamentos se originam de áreas comuns localizadas em pavimentos superiores ou vizinhas à unidade autônoma atingida pela umidade e/ou pela infiltração.
É obrigação do síndico a de realizar as obras necessárias ao saneamento definitivo dos transtornos e incômodos causados às pessoas estabelecidas no condomínio; seja reparando os equipamentos hidráulicos internos do edifício ou substituindo os encanamentos e os condutores que apresentam problemas.
Para o melhor cumprimento dessa função, ele deve estar sempre atento ao que acontece no dia a dia do condomínio, examinando todas as áreas comuns do prédio, bem como verificando constantemente os locais com maiores probabilidades de ocorrência de vazamentos e infiltrações, tais como as provenientes dos encanamentos, colunas de água do prédio, canos de esgoto, lajes, garagem, piscina, cobertura das partes comuns do edifício, etc.
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Aliás, é recomendável que o profissional adote sempre uma postura de bom senso no enfrentamento de tais problemas, providenciando com o maior zelo e presteza possíveis a contratação de profissionais competentes para a realização dos serviços que exigem regularmente a manutenção e conservação do condomínio.
Entretanto, no caso de se recusar por razões de economia financeira a fazer a manutenção dos sistemas hidráulicos do prédio que apresentam fadiga de uso que é do seu pleno conhecimento e vier a ocorrer vazamento de água da parte comum do condomínio que atinja alguma unidade autônoma ficará sujeito a arcar com as consequências negativas que resultarem de sua conduta.
O dano material pode atingir não apenas o patrimônio atual do prejudicado (dano emergente), como também o seu patrimônio futuro (lucro cessante). Também denominado de positivo, o dano emergente caracteriza-se pela diminuição efetiva e imediata no patrimônio do prejudicado em decorrência do evento danoso.
Exemplo 1: Uma das prumadas (coluna de água) do edifício está com vazamento e provoca grandes infiltrações de água na parede interna do quarto de uma unidade autônoma, estragando os armários, o piso de madeira, os tapetes etc. Neste caso, o dano emergente equivalerá ao montante necessário para consertar a parede e deixá-la no mesmo estado em que anteriormente se encontrava antes de ser atingida pelas referidas infiltrações; devidamente acrescido do valor relativo ao refazimento do piso do dormitório e da restauração dos tapetes (se houver perda total deles, os seus respectivos valores integrais). Na realidade, o dano emergente se afigura como sendo tudo aquilo que se perdeu, devendo a correspondente indenização ser suficiente para restituir integralmente todas as perdas materiais sofridas.
Independentemente dos danos diretos e imediatos causados por vazamentos de água, pode ocorrer que a sua lesividade também produza efeitos futuros que reduzam ganhos ou impeçam o lucro. Nessa situação, caracteriza-se o lucro cessante, que nada mais é do que a consequência futura de um fato já ocorrido, consistente na perda do ganho esperado, na expectativa malograda do lucro, na diminuição real do patrimônio do prejudicado etc. Pode ser em decorrência não apenas da paralisação da atividade lucrativa da vítima, mas também, da frustração dos rendimentos que eram razoavelmente esperados.
Exemplo 2: Um profissional liberal teve o seu consultório localizado em um edifício comercial danificado por infiltrações de águas provenientes das instalações hidráulicas do prédio, ficando impossibilitado de receber clientes no local em razão dos consertos que devem ser ali efetuados. Nesta hipótese, ele faz jus à indenização pelo que deixou de lucrar durante o período em que não pode utilizar o consultório devido aos referidos vazamentos.
Por outro lado, existem “situações inusitadas” decorrentes de vazamentos de água no condomínio que podem ocasionar constrangimentos e aborrecimentos que extrapolam a frustração cotidiana dos seus moradores, caracterizando o dano moral.
Exemplo 3: O condômino que teve a sua unidade autônoma invadida por água contaminada e dejetos (esgoto) provenientes das áreas comuns do prédio deve ser indenizado por danos materiais e morais por violação aos direitos da personalidade e à dignidade da pessoa humana, por ter experimentado constrangimentos e aborrecimentos que extrapolam a frustração cotidiana.


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VILA PACHECO DA ROCHA-NOVA IGUAÇU

Mãe publica foto chocante para alertar sobre riscos de beijar bebês

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Uma mãe inglesa usou o Facebook para fazer um alerta que, para muita gente, pode parecer incomum: ela afirma que sua filha recém-nascida poderia ter morrido por ter recebido um…beijo.
A menina de Claire Henderson, Brooke, nasceu há um mês, e muitos parentes e amigos da britânica foram visitar a criança. Em entrevista ao BuzzFeed News, ela contou que um dos visitantes estava contaminado com o vírus da herpes simples (HSV-1), que pode ser transmitido por contato de boca a boca.
Ela contou que o visitante não parecia estar doente quando segurou Brooke. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a herpes simples pode ser transmitida pela saliva e pela superfície externa da boca e se caracteriza pelo aparecimento de pequenas bolhas agrupadas nos lábios e nos genitais.
Quando alimentava sua filha, Claire percebeu as marcas e aftas na boca do bebezinho. Ela também parecia estar resfriada.
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Em entrevista ao site americano, o especialista em infecções infantis na Universidade de Stanford, Dr. Bonnie Maldonado, explicou que casos como o de Brooke são raros, mas extremamente graves.
De acordo com ele, quando um resfriado forte aparece no primeiro mês de vida, as consequências podem ser doenças mais graves e, em casos mais extremos, até a morte. “Devemos ficar muito atentos a essa doença”, afirmou.
Brooke passou por um tratamento com antiviral por cinco dias e está bem. Handerson afirmou que decidiu compartilhar a história no Facebook para alertar outras mães. O post já foi compartilhado mais de 37.000 vezes.